Capivari de Baixo
O dançarino Matheus Medeiros Martins, o Matheus Pipoka, como é conhecido no meio artístico, representará Tubarão na turnê do Festival Internacional Dança em Trânsito. O ex-aluno do Colégio Dehon se apresentará em três Estados do Brasil com o trabalho ‘Trilhas’. A obra é uma coreografia colaborativa de Flávia Tápias e Gleison Vigne.
“Participar do evento é um grande marco para mim. Entrei em uma época em que estava afastado da dança, não muito crente se era o que realmente queria seguir como carreira. E entrar em contato com tudo o que eles nos proporcionaram acendeu um fogo dentro de mim, me deu mais confiança e garra para levar a dança e trazer mais cultura para a região”, relata.
Apresentações
A Trânsito Cia de Dança, composta por Arildo da Silva, Fernando Goulart, Giselle Paes, Josiane Silva, Julia Hartmann, Vinicios Mossi e o tubaronense Matheus Pipoka, passará por Capivari de Baixo, Alto Bela Vista e Florianópolis, Entre Rios do Sul, no Rio Grande do Sul e por fim Rio de Janeiro, no Rio de Janeiro com o espetáculo Trilhas. A temática surgiu a partir do desejo de expressar o magnetismo e potência dos encontros promovidos pelo projeto, ora juntos, ora separados, e que trilham seus caminhos. “Creio que passar essas duas semanas com o festival, vai agregar muito conhecimento, pois estaremos em contato mais intenso com a arte, principalmente a dança contemporânea que não é muito explorada no nosso país e é tão rica culturalmente”, comenta o dançarino.
O ex-dehoniano deixa um convite a todos que queiram conferir de perto o espetáculo Trilhas. “Para quem ainda não conferiu a apresentação, nossa segunda sessão será no Parque Encantos do Sul, neste domingo. Apoiem os artistas locais e participem”, finaliza.
O festival
O Dança em Trânsito é um festival que valoriza, promove e democratiza a dança contemporânea e seus segmentos. Há 16 anos é feito um trabalho de formação de novos dançarinos. Para isso, conta com residências de criação, workshops e apresentações artísticas.
O festival apresenta trabalhos de destaque no cenário atual e surpreende ao ocupar não somente espaços convencionais, como teatros, por exemplo, mas também praças, escadarias, calçadas e parques. O objetivo é tornar assim, o acesso à cultura ainda mais acessível.

