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Dia Mundial de Combate ao Fumo: Ação incentiva troca de nicotina por vitamina

Em alusão à data, alunos trarão desafio aos fumantes e informações sobre os malefícios do cigarro.

Tubarão

A epidemia global do tabaco mata quase seis milhões de pessoas por ano. Dessas, mais de 600 mil são fumantes passivos (pessoas que não fumam, mas convivem com fumantes). Estão previstas mais de oito milhões de mortes por ano a partir de 2030. Como forma de mudar essas estatísticas, hoje é celebrado o Dia Mundial Sem Tabaco. A data foi criada em 1987 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como um alerta sobre as doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo.

Atentos aos problemas que envolvem a sociedade, a Escola Adventista de Tubarão desenvolve o projeto “Aventure-se na Alegria de Viver – Jonas Challenge”. E um dos desafios em andamento é propor a população e as pessoas que fumam, trocarem a nicotina por uma vitamina (fruta/maçã): “Corte este Mal, Curta sua vida”.

A instituição de ensino aproveita a data comemorada hoje para desenvolver um trabalho de conscientização e segurança à saúde e meio ambiente. As turmas do 8º e 9º ano estarão no Calçadão, no centro e semáforo da avenida Marcolino Martins Cabral, próximo ao Museu Willy Zumblik, das 14 às 17 horas com a distribuição de informações à população sobre os malefícios do cigarro para o ser humano e para o meio ambiente. “Nosso desejo e de nossos alunos é desenvolver a cidadania por meio do amor ao próximo visando melhorar a qualidade de vida e hábitos saudáveis”, afirma a diretora Daiane Pinheiro.

Especialista alerta para as consequências do cigarro
Segundo pesquisas, metade dos tabagistas, provavelmente, falecerá devido a doenças causadas pelo cigarro. Patologias como infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, câncer e problemas respiratórios, costumam acometer os fumantes. “A nicotina presente no cigarro causa dependência, por meio de alterações químicas e comportamentais, em muito semelhantes às vivenciadas por dependentes de substâncias como cocaína e heroína. Portanto, o tabagismo tira a liberdade de escolha do indivíduo”, destaca o psiquiatra Luiz Eduardo Wanrowsky Fissmer, da Pró-Vida. Ele reforça que ao parar de fumar, o tabagista experimenta uma série de sinais corpóreos e sensações desagradáveis, o que dificulta a tarefa de manter-se longe do cigarro. “Atualmente dispõem-se de tratamentos que diminuem em muito e alteram a forma como o indivíduo experimenta as sensações causadas pelo abandono do cigarro. Tais tratamentos tornam a interrupção do tabagismo mais tolerável e, portanto, possível”, ressalta o psiquiatra.

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