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Grupo de trabalho vai propor soluções para resíduos sólidos

Imbituba

Serão quase dois meses pela frente para que uma equipe de servidores da prefeitura de Imbituba planeje e coordene estudos e atividades voltados à adoção de soluções para os resíduos sólidos na cidade. Criado na semana passada, o Grupo de Trabalho Intersecretarial Imbituba Lixo Zero vai se dedicar a ideias que envolvam, por exemplo, a geração e o armazenamento de resíduos.

Como já utiliza a metodologia dos grupos de trabalho, a secretaria de Educação, Cultura e Esportes ficou responsável por coordenar o Imbituba Lixo Zero.

Cada secretaria do município, inclusive os gabinetes do prefeito e do vice, indicará dois membros para participar do grupo. Porém, nenhum dos participantes receberá remuneração pelo trabalho no projeto. Especialistas e autoridades também poderão ser convocados para colaborar de forma voluntária.

A dinâmica do cronograma de trabalho está determinada no decreto que instituiu o grupo de trabalho. “De início cada secretaria indicará a forma como pretende colaborar. Com isso, a coordenação irá analisar as informações e criar subgrupos”, explica o secretário de Educação, Cultura e Esportes, Filipe Dias Antônio.

Pelo cronograma de atividades, as reuniões dos subgrupos começam a ocorrer a partir do próximo dia 6. No dia 21, deve ser feita a entrega do relatório parcial. O texto final está previsto para ser entregue até dia 5 de julho. O projeto será lançado em uma conferência na semana seguinte, em 12 de julho.

“Com a publicação do relatório final será possível estabelecer um plano de ação com cronograma e prazos. É comum na administração pública o trabalho sem estabelecimento de prazos. Nós queremos mudar isso”, comenta o secretário.

Desafio é lidar com a produção excessiva de lixo
Para Antônio, o problema de Imbituba em relação ao lixo não muda muito, quando comparado com o que ocorre em outras cidades: produz-se muito resíduo e se recicla pouco.
“Nos motiva a necessidade de proteção do meio ambiente, a redução da poluição, a necessidade de incentivar a coleta seletiva, o desenvolvimento de atividades voltadas à geração de emprego e renda e o fomento de políticas de apoio às comunidades de baixa renda, como a formação de cooperativas”, afirma ele.

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