Criciúma
O pedido de habeas corpus de Rogério Cizeski, que está preso preventivamente como parte das investigações do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) para apurar práticas criminosas na administração do grupo econômico denominado Criciúma Construções Ltda, foi negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Cizeski está preso desde maio quando foi realizada a operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) para cumprimento de três mandados de prisão preventiva e nove de busca e apreensão.
Conforme a decisão do relator, ministro Sebastião Reis Júnior, Rogério deve continuar detido porque o seu afastamento da direção da empresa não é o suficiente para garantir a ordem pública em virtude das irregularidades apontadas na denúncia pelo Ministério Público. O ministro também cita na decisão que as medidas cautelares não foram suficientes para impedir os denunciados de tentarem dilapidar o patrimônio da empresa, o que também reforça a necessidade de manter a prisão.

