
Tubarão
Sair das lojas com sacolas cheias é o desejo de todo o consumidor. As compras que agradam e muito as mulheres também são um desejo masculino. Não há quem não goste de comprar. Entretanto, antes da tão desejada ‘comprinha’ é necessário sair por aí, verificar preços e analisar o que está mais em conta. Nessas andanças na busca por valores que caibam no bolso, o consumidor, às vezes, se depara com vitrines sem etiquetas ou qualquer tipo de informação.
Para garantir esse direito ao consumidor, a direção da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Tubarão orienta as suas associadas para cumprirem a lei que trata da afixação de preços nos produtos expostos à venda. Em comunicado, a CDL reitera que o Procon autua as lojas que não cumprem a lei.
A administradora Poliana Correa da Rosa, de 27 anos, não se importa se o valor do produto está ou não na vitrine. “Se eu gosto, entro no estabelecimento e pergunto. Acho até interessante não colocar. Assim desperta a curiosidade e o consumidor entra na loja”, explica.
Já a professora Edilaine Bassil Dower Machado, de 45 anos, diz que acha errado não colocar os preços na vitrine. “Acabei de passar em uma loja de calçados. Tinham vários cartazes de promoção, mas nenhum informava os preços. Não entrei”, destaca.
O presidente da CDL de Tubarão, Felipe Antunes Nascimento, reforça o pedido e lembra que o lojista que descumprir a legislação está sujeito às penalidades da lei, incluindo multas.