sexta-feira, 3 abril , 2026

Medicação: Farmacêutica orienta sobre o que pode e o que não pode em tempos de Covid-19

Em meio a tantas informações, somadas à preocupação com a situação em torno da pandemia do Covid-19, é comum que as pessoas fiquem com dúvidas e receios com relação ao uso de medicamentos. Para orientar de forma segura a professora e farmacêutica da Unesc, Silvia Dal Bó, traz algumas orientações importantes e confiáveis.

Uso do Ibuprofeno:

Um dos principais assuntos que gira em torno do tema é o uso da substância Ibuprofeno diante de algum sintoma neste momento de isolamento. Conforme Silvia, existem algumas evidências clínicas de que o seu uso pode agravar os sintomas em alguns pacientes, por isso, orientação de não optar por medicamentos que contenham a substância é a melhor para o momento.  “Pelo fato de ser algo recente, ainda não há um estudo científico que suporte efetivamente esse dado, mas como a prática mostra que o uso está relacionado com uma piora dos quadros, segue recomendado que não se use o Ibuprofeno até segunda ordem. Temos os outros medicamentes, como a dipirona e o paracetamol como opção para dor e febre”, salienta.

Continuidade nos tratamentos:

Também é dúvida comum a segurança em manter tratamentos já em curso. Conforme Silva, as informações obtidas até o momento apontam que pacientes que têm doenças crônicas e que fazem o uso de medicamentos contínuos não devem suspender seus tratamentos. “Existe um agravamento com histórico de hipertensão e outras doenças cardíacas, assim como agravamento de casos de pacientes com diabetes ou outras doenças relacionadas ao metabolismo. Desta forma, não devemos suspender porque, quando suspendemos o tratamento dessas doenças, ocorre uma descompensação do organismo, um agravamento da própria doença e consequentemente pode acontecer a piora no quadro da infecção por coronavírus. É adequado manter os tratamentos até segunda ordem”, enfatiza.

Automedicação:

O alerta que vale para todos os momentos é ainda mais importante em tempos de pandemia: evitar a automedicação. De acordo a farmacêutica, diante da gravidade da situação, é ainda mais importante alertas para essa questão. “O vírus do Covid-19 é muito recente e os estudos ainda não mostram o impacto do medicamente sob a infecção e sobre a evolução do paciente. Existem muitos mitos e muitas informações equivocadas na internet neste momento, questões que não têm um cunho científico e colocam nossa saúde em risco. Ninguém deve fazer uso de medicamento sem orientação de um profissional de saúde, médico, farmacêutico ou enfermeiro”, acrescenta.

Foto: Gregori Flauzino

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