Jaguaruna
É comum encontrarmos nas praias da região águas-vivas – animais aparentemente inofensivos -, que em contato com a pele das pessoas injetam toxinas, provocam dores, fisgadas, irritações, câimbras e sensação de queimadura. Os casos mais frequentes ocorrem no verão. O veneno liberado é uma neurotoxina desenvolvida para paralisar a presa, não é fatal aos seres humanos.
O Corpo de Bombeiros recomenda que ao chegar à praia é preciso procurar informações sobre as condições do mar e o risco de águas-vivas em um posto guarda-vidas.
Segundo o tenente Bruno de Azevedo, do Corpo de Bombeiros, toda pessoa que tiver uma lesão deve procurar um guarda-vidas, em caso de queimadura, evite limpar o local com água doce ou potável para não estimular a liberação de toxinas. “No posto de atendimento será realizado o primeiro procedimento e também verificado se é preciso encaminhar a vítima ao hospital. Na lesão, usamos o vinagre para neutralizar o veneno e aliviar os sintomas. Todo líquido deve ser colocado em um pano sobre a região afetada por 20 minutos”, explicou o tenente. Foram registrados 8.256 casos na última temporada.
