O planejamento pessoal profissional deve se iniciar relativamente cedo, aos 14 anos de idade. Considera-se esta a idade ideal para a iniciação à qualificação profissional através de um curso técnico durante o ensino médio.
No decurso da maturidade, aos 18 anos, o jovem entra na idade ideal, de acordo com a OCDE, para o ingresso em um curso superior, o qual vai lhe promover uma formação plena de conhecimentos e colaborar com o seu desenvolvimento pessoal, técnico, científico e, sobretudo, cultural. Seguindo a linha de sua formação, por volta dos 24 anos, o jovem deverá consolidar sua formação profissional, com especialização concluída, alinhando-se às oportunidades que foram conquistadas.
De acordo com dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), uma organização internacional sediada na França e que possui cerca de 30 países em seu quadro de associados. Essa é a estrutura central de um processo educacional adequado, considerando aspectos como faixa etária e desenvolvimento de uma vocação técnico-prática e científico-intelectual.
De acordo com os dados do Plano Nacional da Educação, o Brasil continua abaixo da perspectiva mínima e, por tal fato, não atingiu um dos principais objetivos para a formação superior no Brasil, o qual se relacionava à inclusão de 30% de estudantes na idade determinada pela OCDE (18 a 24 anos) para o ensino superior. Atualmente, quando se considera apenas a região sul, o número chega perto dos 23%, enquanto os dados nacionais, de acordo com a ultima divulgação do Censo da Educação Superior, não passa dos 20%.
Isso, entre outros aspectos, mostra que o Planejamento Pessoal Profissional ainda não chegou no cenário de discussão na família dos estudantes brasileiros.
A recomendação é que se faça cursos técnicos até os 18 anos, quem não fez até esta idade deve sim entrar no ensino superior, participar de um programa de estágio.

