sexta-feira, 22 maio , 2026
Início Site Página 7555

Atlético Tubarão realiza treino em dois períodos

0

Tubarão

O Atlético Tubarão iniciou a sexta e última semana de trabalho da pré-temporada para a Série B do Campeonato Catarinense. Os jogadores se apresentaram na tarde desta segunda-feira e realizaram testes físicos e academia.

Ontem, os atletas trabalharam em dois turnos, os quais visam a estreia no domingo, contra o Concórdia, no Estádio Domingos Silveira Gonzales, em Tubarão.

“São 35 dias de um trabalho bem estruturado. Aumenta a ansiedade e a expectativa, mas tudo dentro do planejado. Agora é ajustar os últimos detalhes para a estreia”, destaca o auxiliar técnico Lucas Gonçalves.

Durante a preparação, os jogadores passaram por avaliação física e atividades para ganhar ritmo de jogo. O Peixe disputou ainda cinco jogos-treino desde o início das atividades no dia 6 do mês passado.

“Estamos trabalhando há bastante tempo e ansiosos para a estreia. Só queremos o estádio cheio e o campo em boas condições para fazer o melhor. A expectativa é grande”, avalia o jogador Alex Nemetz.

Os atletas voltam a atuar na tarde de hoje. O grupo ainda treinará em dois turnos amanhã, na sexta-feira à tarde e no sábado pela manhã, antes da primeira partida pela Série B.

Região recebe 300 atletas desbravadores

0

Tubarão

Os jogos olímpicos dos Desbravadores, conhecido como Olimpori, ocorrem neste domingo, a partir das 8 horas, em Tubarão, com a previsão de 300 participantes. Além da Cidade Azul, os atletas dos clubes de Jaguaruna, Braço do Norte, Laguna, Orleans, Gravatal e Capivari de Baixo confirmaram presença no evento, que será realizado no quartel da 3ª Cia de Infantaria do Exército, no bairro Passagem.

“Esse evento pertence a 5ª região de desbravadores da qual fazemos parte. O nosso clube está presente em países do mundo todo e no Brasil desde 1955”, ressalta o diretor do clube em Tubarão, Jean Carlos Machado, que valoriza a importância do apoio do exército brasileiro.

Segundo Jean Carlos, o Olimpori encerra às 17 horas, com as premiações. São previstos jogos de modalidades como salto em distância, corrida de bastão 4 X 100 e ainda as provas específicas dos desbravadores: quadro de nós,  ponte móvel,  giroflex, roda viva, argolas, móveis  de pioneiria, entre outros.

Ação social
Os desbravadores existem desde 1976 na Cidade Azul e promovem reuniões todos os domingos, das  9 horas às 11h30min, no Salão Paroquial de São Brás, no bairro Andrino. 
O próximo compromisso do clube será uma ação social na comunidade de Mato Alto, com a doação de mudas de árvores frutíferas e brinquedos para as crianças. No mesmo evento, em parceria com o setor de odontologia da prefeitura, será prestado também atendimento de saúde bucal.

Aumento é de 621% em 1 ano

0

Tubarão

Um ano após a regulamentação da Lei Complementar nº150/2015, que ficou conhecida como PEC das Domésticas, o número de empregadas com Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aumentou em mais de sete vezes. Passou de 190 mil em junho de 2015 para 1,37 milhão em maio deste ano, um crescimento de 621%. Tudo porque a nova lei tornou obrigatória a contribuição.

“Antes da PEC, os empregadores, mesmo que assinassem a carteira das empregadas, não eram obrigados a recolher para o fundo de garantia. Com a lei, eles são obrigados a recolher 8% para o FGTS mais 3,2% equivalente à multa por rescisão. Isso dá uma segurança maior para essas trabalhadoras”, explica o coordenador do FGTS no Ministério do Trabalho, Bolivar Tarrago Moura Neto.

A PEC das Domésticas trouxe ainda outras mudanças importantes, como intervalo de almoço, pagamento adicional noturno, redução da carga horária aos sábados e recolhimento de INSS. Os empregados passaram a ter também jornada máxima de 44 horas semanais (e não superior a 8 horas diárias); pagamento de hora extra; adicional noturno e seguro desemprego.

A presidente da Federação Nacional das Empregadas Domésticas, Creuza Oliveira, entende que ainda há direitos para serem conquistados, mas ela reconhece a importância da regulamentação da nova lei para a categoria. 

Crime tem ligação com a guerra do tráfico

0

Kalil de Oliveira
Laguna

A cidade de Laguna vive, realmente, uma briga entre facções criminosas. É o que explicaria, segundo o delegado Rubem Thomé, da Divisão de Investigação Criminal (DIC) da Polícia Civil, a morte do jovem Arthur Lopes Rosa, 19 anos, encontrado ontem por volta das 4h30min, caído no banheiro de sua casa, na localidade de Malvina, com várias marcas de tiro pelo corpo.

No Instituto Geral de Perícias (IGP) foram retirados os projéteis do corpo, que serão usados no inquérito. “A causa mais provável é execução pelo tráfico de drogas”, defendeu Rubem.

Segundo o delegado, o jovem teria dado uma festa instantes antes de morrer e estaria sozinho no momento dos disparos. “Havia uma mulher, e esta moça era a última que estava na festa. Ele foi levá-la em casa e, quando retornou, os indivíduos vieram atrás dele e o executaram”, explicou.

O delegado também confirmou que a vítima foi atingida por mais de dez tiros de três revólveres diferentes. “O que sabemos é que se trata de uma guerra entre o Primeiro Grupo Catarinense (PGC) e Primeiro Comando da Capital (PCC)”, revelou. 

O delegado ainda disse que o jovem respondeu por atos infracionais enquanto adolescente. “Tem tráfico de drogas, receptação, dirigir sem habilitação, posse de arma de fogo, entre outros”. 

Com este crime, Laguna lidera o número de assassinatos e segue como a cidade mais violenta da região com 11 homicídios ocorridos neste ano. Depois, vem seguida por Imbituba e Tubarão, cada uma com quatro assassinatos (confira no quadro abaixo). 

Nos últimos 20 dias foram contabilizadas três mortes na Cidade Juliana, todas por arma de fogo. O último assassinato foi registrado no dia 28 do mês passado. A polícia ainda não tem pistas dos suspeitos do crime de ontem.

 

Sem manutenção, chafariz inativo é demolido

0

Tubarão

Mais uma obra angariada com recursos públicos faz parte da história de Tubarão a partir de hoje. O dinheiro foi literalmente jogado no ralo, já que o chafariz da Praça Luiz Pedro Medeiros, em frente à Igreja Matriz São José Operário, no bairro Oficinas, conhecida como Praça da Zofa, começou a ser demolido ontem por operários da Secretaria de Infraestrutura da prefeitura. 

Há muitos anos, o chafariz não funcionava como tal – estava sem água. Foi inaugurado em 2009, na então gestão do saudoso prefeito Manoel Bertoncini, que aplicou um projeto de revitalização para toda a praça na época, e tinha no chafariz o principal atrativo.

Foi um pedido da comissão da Pastoral Social, que cuida da praça e representa o padre Sérgio Jeremias, pároco da comunidade. O local será coberto com paver – como no restante da praça – e na parte gramada haverá uma floreira, segundo informou a assessoria da prefeitura. “A modificação se fez necessária em função de problemas estruturais, pois a base do chafariz foi rompida e é impossível de ser recuperada. Além do que, com a chuva se formavam poças, o que dava condições para a proliferação do mosquito Aedes aegypti (transmissor da dengue e outras doenças). Diversas crianças ainda tomavam banho nestas poças”, detalha a nota oficial encaminhada ao Notisul. O processo deverá ser concluído em um mês.

Na época da revitalização, há sete anos, foram construídos dois banheiros públicos, playground, quadra de esportes, o chafariz, além do plantio de diversas árvores e recuperação de todo o calçamento, e investido em iluminação.
Outro chafariz na Cidade Azul totalmente desativado, há anos, e com, neste momento, inviabilidade total de reativação, fica na Praça Centenário, em pleno Centro. Reconstruído em 2007, mas abandonado por falta de manutenção e limpeza, o chafariz na rua Lauro Müller foi aterrado, recebeu pedras e plantas.

Segundo a prefeitura, a Associação de Lojistas da Rua Lauro Müller era responsável pela manutenção. A diretoria da associação salientou, no ano passado, que houve problemas de infiltração e a questão foi repassada para a prefeitura.

O combate à intolerância começa na escola

0

Embora sejam coisas distintas, a violência de gênero, a homofobia e o racismo têm em comum o fato de remeterem à negação e/ou tentativa de submissão e anulação do outro. Causas diversas e complexas explicam esses comportamentos intolerantes e opressivos, que são recorrentes em diferentes tipos de sociedades. Só para citar exemplos recentes que chocaram a opinião pública democrática, temos o atentado em Orlando (EUA), onde um homem matou 50 pessoas em uma boate gay; o estupro coletivo de uma jovem ocorrido no Rio de Janeiro; e a violência policial contra os negros e imigrantes, seja nos EUA, no Brasil ou na Europa.

Mas o recrudescimento do machismo, da homofobia e do racismo em várias partes do mundo é um processo relativamente recente e faz parte da reação conservadora ao avanço dos direitos das mulheres, dos negros e da comunidade LGBT ocorrido em grande parte dos países ocidentais a partir das décadas de 1960 e 1970. A duras penas e em diferentes graus, os movimentos feministas, antirracistas e LGBT de diversos países – inclusive o Brasil – conquistaram avanços na igualdade jurídica das mulheres, o reconhecimento de uniões homoafetivas e projetos de ação afirmativa, entre outros. 

Após um período de relativo recuo, grupos conservadores, na esteira da crise econômica iniciada em 2008, retomaram a ofensiva contra os direitos desses segmentos, histórica e socialmente vulneráveis. Somaram-se conservadorismos distintos, mas complementares como, por exemplo, pautas relacionadas ao controle do comportamento com pautas defendidas por grandes corporações e oligopólios. Uma das razões para a força dessa ofensiva conservadora, pelo menos no Brasil, é o fato de os setores democráticos terem negligenciado um dos aspectos fundamentais para a ampliação do processo de inclusão que é a necessidade de se criar, via educação, uma sólida cultura de paz e tolerância. 

Veja-se, por exemplo, o atual Plano Municipal de Educação (PME) de São Paulo, que, apesar de avançado em alguns aspectos, é omisso na proteção dos direitos humanos, pois exclui discussões sobre gênero e sexualidade. Ora, se o preconceito e a intolerância não são combatidos já nos bancos escolares, a violência contra mulheres, negros e LGTBs se perpetua. Essa violência e intolerância começam nas próprias escolas. Segundo o estudo Violência contra a mulher no ambiente universitário, divulgado pelo Instituto Avon no ano passado, nada menos que 7% das universitárias brasileiras afirmam que foram drogadas e forçadas a ter relações sexuais nas dependências das escolas. 

Outra pesquisa de 2015, intitulada Juventudes na Escola, Sentidos e Buscas: Por que frequentam?, realizada com o apoio da Flacso-Brasil (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais), OEI (Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura) e do MEC (Ministério da Educação), comprovou que quase 20% dos estudantes de escola pública entre 15 e 29 anos não gostariam de ter um colega de classe travesti, homossexual, transexual ou transgênero – sendo que, no caso dos meninos, este percentual sobe para 31%.

Esse é o pano de fundo que explica o fortalecimento das pautas conservadoras na sociedade como um todo e, mais especificamente, em instituições políticas como o Congresso Nacional, onde uma aliança da bancada evangélica neopentecostal e de grupos de extrema-direita tenta impor uma agenda retrógrada, buscando solapar conquistas históricas recentes de mulheres, dos LGBT e dos negros. Tudo isso alimentado pelo discurso machista, homofóbico e racista dos Bolsonaros e Felicianos. Além de se mobilizar contra essa perigosa ofensiva reacionária, os setores democráticos devem repensar suas estratégias de combate à intolerância e ao preconceito. É fundamental o poder público priorizar a criação de uma cultura de paz e democrática, incluindo-a nas escolas (fundamental até a universidade). Pois, como dizia Anísio Teixeira, a escola, principalmente a pública, é a máquina que prepara a democracia. 

 

Programação especial é lançada para cinquentenário

0

Tubarão

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Tubarão completará 50 anos no próximo dia 8. Além de muitas histórias e conquistas, a entidade da Cidade Azul terá muito que comemorar. Ontem, representantes apresentaram detalhes das atividades que marcarão a programação em homenagem ao cinquentenário. Será uma semana de comemoração. As festividades iniciam no dia 8 e encerram cinco dias depois.

De acordo com o presidente da CDL, Luciano Menezes, a importância da data não é somente para o comércio, mas em especial para Tubarão, que tem um histórico de forte ligação comercial que inicia com os tropeiros, os quais desciam a serra para vender ou trocar mercadorias no município. Ele esclarece que a programação contempla vários setores e a população, com palestras, homenagens, prêmios e atrações ao ar livre.

Uma palestra com o professor na área de comunicação, Clóvis de Barros Filho, será ministrada com o título ‘A vida que vale a pena ser vivida’, no dia 10 de agosto, no Ginásio Poliesportivo da Unisul, às 20 horas. “Queremos promover a integração de todos nesses 50 anos da CDL. Haverá várias atividades e premiações para os representantes dos mais diversos segmentos. Desta forma, encontramos uma maneira de valorizá-los”, destaca Luciano.

No dia 11 de agosto, às 20 horas, um jantar festivo no Clube 29 premiará com o troféu Mérito Lojista ouro, prata e bronze 22 categorias de lojistas e empresários. Além de homenagens aos ex-presidentes da entidade e autoridades.

CDL de Tubarão é mais antiga que Federação
A CDL de Tubarão, fundada em 1966, tem mais histórias que a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina (FCDL/SC), fundada em 22 de setembro de 1972 durante a Convenção Estadual do Comércio Lojista, realizada no Rio de Janeiro, tendo como primeiro presidente Moacyr Pereira de Oliveira. A data de fundação da FCDL/SC acabou se transformando no Dia do Lojista Catarinense, conforme instituiu a Lei nº 13.208, de 20 de dezembro de 2004, sancionada pelo governador do estado. Atualmente, a Federação está presente por meio de suas 206 CDLs e 23 NDLs em mais de 77% dos municípios catarinenses, com mais de 40 mil comerciantes e prestadores de serviço representados. O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), departamento da FCDL/SC e das CDLs, tem o maior e mais completo sistema de informações do país, quando o assunto é análise e concessão de crédito, utilizando um banco de dados integrado a uma rede nacional. 

Não esqueça de acender os faróis!

0

Sancionada em maio, a lei que obriga o uso de faróis acesos em rodovias mesmo durante o dia passou a valer efetivamente na última sexta-feira. A norma foi criada com o intuito de aumentar a segurança e a visibilidade nas rodovias, a fim de reduzir a ocorrência de acidentes, principalmente os frontais, no momento da ultrapassagem. Sendo que estes são os responsáveis pelo maior percentual de mortes nas rodovias brasileiras.

Em caso de descumprimento, o valor da multa é de R$ 85,13 (valor que será elevado para R$ 130,10 em novembro) e quatro pontos na CNH. As polêmicas em torno da nova norma dizem respeito a sua real importância e eficácia na diminuição de acidentes. Pois, é normal achar que o farol baixo à luz do dia não faria grande diferença na visibilidade. Pois bem! De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, os automóveis com faróis acesos durante o dia tornam-se 60% mais visíveis. Outro dado comprovado é que com o farol baixo o motorista avista ao menos três quilômetros de distância à sua frente nas retas. Além do fato de o uso de farol baixo não ser apenas para garantir que o motorista veja o que está à sua frente, mas também, para que seja visto por outros motoristas e pedestres.

E mais: em pesquisa realizada nos EUA, a NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration) afirma que uma medida semelhante foi responsável por reduções de 5% nas colisões entre carros e de 12% no atropelamento de pedestres e ciclistas. Além disso, essa medida diminui o risco de acidentes na transição do dia para a noite e em dias mais escuros, como os chuvosos. Sendo assim, podemos concluir que o uso dos faróis acesos durante o dia nas estradas aumenta a segurança viária. Simples assim! E, vamos concordar que é uma Lei facilmente praticável e sem grandes gastos. 

A segunda polêmica seria referente à própria conceituação do farol baixo. Afinal, o que seria considerado farol baixo pela nova Lei? O farol baixo não pode ser confundido com a lanterna, hein?! O farol baixo é o mesmo utilizado durante a noite, destinado a iluminar a via diante do veículo. Contudo, o Departamento Nacional de Trânsito decidiu equiparar Leds a faróis baixos e, com isso, motoristas de carros mais atualizados não serão multados. 

Porém, de acordo com a Polícia Rodoviária, só serão contemplados por esse adendo os que possuírem Led original de fábrica, ou os instalados com certificação do Inmetro. Sendo que, para obter a certificação, é preciso realizar o serviço numa empresa autorizada pelo Detran. Além do Led, também será aceita a utilização da DRL (Daytime Running Light – Farol de Rodagem Diurna) em substituição ao farol baixo durante o dia, pelo menos até manifestação formal do Contran.

É inegável que o assunto é viral nas redes sociais. Não haveria como não o ser! Contudo, é importante atentar-se à nova Lei, não só para evitar a multa e os pontos na carteira, mas para desenvolver a consciência de estar contribuindo para a segurança nas estradas e, consequentemente, objetivando a preservação de vidas.

 

Atletas conquistam vaga para a competição

0

Porto Alegre (RS)

Tubarão terá quatro representantes em cinco categorias na disputa do Pan-Americano de Karatê de 2016. A competição ocorrerá no próximo mês em Guayaquil, no Equador, e estarão na disputa atletas sub-14, cadete, junior e sub-21. 

A primeira das vagas da Cidade Azul veio com Nícolas de Souza, campeão Sul-Americano, no kumitê (luta imaginária). As outras quatro classificações ocorreram no último fim de semana, na seletiva nacional, realizada em Porto Alegre. 

“A seletiva foi show. Nossos classificados foram muito bem, conquistaram as suas vagas com muitos méritos e, agora, com certeza, irão para esse desafio com a confiança de serem os melhores do Brasil, buscando serem os melhores de toda a América. Deixamos de classificar os outros atletas por detalhes, mas tudo é aprendizado e fará nossos meninos amadurecerem para alçar voos maiores no futuro”, expõe o treinador Fabricio de Souza.

O tubaronense João Vitor da Costa da Silva foi campeão no kata e kumitê individual Sub-21. “Esses três dias foram muito satisfatórios. Disputei em quatro categorias na fase regional do Brasileiro e conquistei as quatro para o Brasileiro Final, em duas delas fui campeão. Para coroar a preparação e esforço, alcancei a vaga na seleção brasileira no kata e kumitê. Com certeza posso dizer que essa participação me deixou muito confiante para as próximas que serão ainda mais difíceis”, destaca João Vitor. 

Pais conquistam direitos e alimento especial

0
Jailson Vieira
Tubarão
 
Um bebê de Tubarão, portador de síndrome de Down e outras doenças, passou por três cirurgias em apenas dois meses. Faltam dois procedimentos e, com a persistência da família, que não tem condições de arcar com o tratamento, e o aval, por enquanto, do governo do estado, vitórias são alcançadas a cada semana.

A primeira intervenção ocorreu por causa do duodeno fechado, a segunda pelo mau funcionamento do intestino e a última para a retirada de um megacolo, que constitui na ausência de inervação na parede intestinal na terminação do aparelho digestivo. 

Além de todos os problemas, nos últimos dias o garoto foi diagnosticado com catarata e perda quase que total da visão esquerda. Em São José, na Grande Florianópolis, um novo parecer, o olho direito também foi diagnosticado com a mesma doença, porém, com grau de complicação inferior. “Se os procedimentos fossem realizados de maneira particular, os custos chegariam a R$ 20 mil por cada visão, mas os médicos do Hospital Regional afirmam que os processos necessitam de urgência, e que podem ser realizados pelo Sistema Único de Saúde”, explica a mãe de Miguel, Daniela Pinter Fernandes.

Não bastassem todas as adversidades, ele foi diagnosticado logo nos primeiros dias de vida com Alergia à Proteína do Leite de Vaca (Alpv), o que o fez não ganhar peso e rejeitar o alimento. Mesmo com tantos problemas, no fim da última semana uma boa notícia! O menino conquistou o direito de receber do governo estadual dez latas por mês do leite Neocate, a única fonte de alimento que absorve. Se fossem arcar com o produto, os pais do pequeno, José dos Passos Fernandes e Daniela, teriam que desembolsar em torno de R$ 180,00 por lata, o que seria praticamente inviável, segundo o casal.


O bebê tem catarata no olho esquerdo. Existem várias possibilidades de causas da catarata infantil. Pode ser um achado isolado, consequência de infecção intrauterina, com o vírus da rubéola como principal agente; pode estar relacionada a síndromes, sendo a mais comum a de Down; associada a má-formações oculares ou sistêmicas; e ainda apresentar um caráter genético. Também pode ocorrer em crianças prematuras e com uveítes. Porém, algumas vezes nehnuma causa é identificada.