A recente declaração do Papa Francisco sobre o fim do mundo surpreendeu a comunidade católica. O tema, que é evitado há séculos pela Igreja, foi abordado pelo pontífice de forma não catastrófica, mas como um convite à reflexão e à conversão espiritual.
Fim do mundo: uma reflexão, não uma catástrofe
Em seu discurso, o Papa Francisco ressaltou que o fim do mundo não deve ser visto como um evento apocalíptico, mas como uma oportunidade para os fiéis avaliarem como podem melhorar suas vidas e relações humanas. Ele enfatizou a importância da transformação do coração humano, destacando:
- Renúncia ao egoísmo, ganância e indiferença
- Promoção de uma conversão profunda
- Construção de um mundo mais justo e fraterno
Apelo à ação: cuidar do planeta é essencial
Além de abordar a questão espiritual, o Papa também alertou sobre a necessidade de cuidar do meio ambiente. Ele afirmou que a destruição do planeta é um fator que acelera o apocalipse e pediu aos fiéis que ajam com responsabilidade em relação ao cuidado com a Terra e ao próximo.
O verdadeiro apocalipse: ódio, injustiça e indiferença
O pontífice destacou que o verdadeiro apocalipse é representado pelo ódio, pela injustiça e pela indiferença. Ele fez um apelo para que, através do amor e da fé, seja possível construir um futuro melhor para todos, superando esses males que afligem a humanidade.
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