Tubarão
A partir de hoje, contratos, bens e funcionários do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), em Tubarão, são responsabilidade dos novos administradores – a Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC). A parceria iniciou oficialmente ontem. Uma celebração de acolhida marcou a união entre as duas congregações religiosas.
A diretora geral do hospital, Irmã Jacira Maria dos Santos, ressaltou a importância da parceria. “A Associação Congregação de Santa Catarina vem somar forças conosco. Ninguém é convidado a se afastar. Pelo contrário. Somos convidados a continuar o trabalho que já realizamos. Damos continuidade à missão de nossos fundadores. Ajudamos outras pessoas que precisam de nosso trabalho, do nosso amor, do nosso carinho”, evidenciou.
A força da união entre as duas congregações também foi ressaltada pelo superintendente da ACSC, José Luiz Bichuetti. “Esta é mais que uma parceria; é uma união de duas congregações religiosas centenárias. Nós acolhemos as obras das Irmãs da Divina Providência com muito carinho e que possamos carregar, juntos, o ‘bastão’ de nossos fundadores”, frisou.
A alteração na gestão dos hospitais já é estudada há anos. O redimensionamento das obras e das atividades das Irmãs se faz necessário, já que, atualmente, mais de 70% têm mais de 70 anos. Todo o processo de mudança de gestão tem como prioridade a continuidade das obras da Congregação das Irmãs da Divina Providência.
O acordo
O acordo prevê a transferência de administração em favor da Associação Congregação de Santa Catarina, por ser esta também uma entidade sem fins lucrativos, com certificado de entidade beneficente de assistência social e prestação de serviços na área de saúde, com natureza jurídica e finalidades sociais congêneres às da Sociedade Divina Providência.
Associação Congregação de Santa Catarina
A Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC) está presente em sete estados brasileiros. Com 34 casas, atua nas áreas da saúde, educação e assistência social. Com cerca de 15 mil colaboradores, a ACSC também é qualificada em diversos estados e municípios como Organização Social de Saúde (OSS). As casas eram dirigidas inicialmente pelas próprias Irmãs que, gradualmente, delegaram as responsabilidades aos profissionais dentro das premissas da governança corporativa.

