A disputa seria no último dia 16, porém, devido às chuvas precisou ser transferida
Tubarão
Depois de pouco mais de um ano de espera, as rodinhas vão voltar a fazer barulho na pista de Skate Estilo Plaza, em Tubarão. A 1ª edição da ‘Plaza é nossa’, ocorreu em agosto do ano passado. A segunda edição iria ocorrer no último dia 16, porém, o mau tempo adiou a competição -, mas o próximo dia 14 será de matar a saudade e colocar o skate na pista para a disputa da 2º Plaza é Nossa, evento que premiará o vencedor na categoria amador com uma viagem para Santiago, no Chile e mais R$ 500.
O organizador e presidente da ATSB, Philipe Gonçalves, destaca que o evento ajuda a tornar mais forte a cultura do skate na Cidade Azul. Ele ressalta que se chover desta vez não haverá problemas, uma vez que algumas medidas já foram tomadas para que a competição ocorra em outro local. “Esse ano estaremos fornecendo ao vencedor da categoria amador uma passagem para Santiago, no Chile, e mais R$ 500 em dinheiro. E o dono da melhor manobra do evento levará um vale-compras no valor de R$ 1 mil da Loja Rock City, de Criciúma. Esperamos a presença de atletas amadores de vários Estados, tendo em vista o sucesso que foi a edição passada”, convida.
No mês passado, atletas de várias regiões do Estado e de fora estiveram em Tubarão para participar do evento, mas devem retornar no dia 14. O duelo promete um show de manobras radicais, realizados pelos shapes de grandes skatistas.
As inscrições serão fechadas no local e custam entre R$ 25 a R$ 40 para sócios e não sócios da Associação Tubaronense de SkateBoard (ATSB). O evento contará com a presença de vários profissionais, entre eles Roberto de Souza e Thales Prates (Tubarão), Patrick Vidal e Guilherme da Luz (Porto Alegre), Ricardo Leonardo e Wagner Ramos (Florianópolis), Diego Marques (Criciúma), Silas Ribeiro e Calleb Rodrigues (São Paulo). A pista de skate na Vila Moema possui uma área de 1.956 metros quadrados, e é palco de campeonatos e apresentações de profissionais. Porém, a relação com o local vai muito além das manobras para alguns praticantes, que visualizam o espaço como algo ‘sagrado’.

