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Primeira prioridade é estruturar a equipe

Mais de 100 cães já ‘moram’ no CCZ, mas o local ainda funciona como prevê o projeto
Mais de 100 cães já ‘moram’ no CCZ, mas o local ainda funciona como prevê o projeto

Tubarão

Uma série de necessidades deve ser priorizada pelo novo governo de Tubarão para colocar em pleno funcionamento o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). Os técnicos da Fundação do Meio Ambiente visitaram o local na última semana e constataram que a estrutura requer investimentos, que vão desde a parte física até adequações ambientais.

A avaliação foi feita a pedido do secretário de gestão, Euclides Magri. “Já encaminhamos um parecer à secretaria de saúde sobre as condições em que se encontram o centro e agora esperamos abrigar os animais da forma mais digna”, destaca o presidente da fundação, Guilherme Bressan.
 
Entre as questões que precisam ser agilizadas, está a construção de uma fossa séptica, para controle sanitário e de efluentes, a ampliação das calhas para recolhimento dos dejetos, limpeza e conservação da parte externa do prédio, e ainda instalação de cercas de proteção. A compra de ração e outros materiais essenciais também já foi encaminhada e agora a prioridade é estruturar a equipe que deve atuar no CCZ.
 
O secretário de saúde, Gustavo Dassoler da Silva, está ciente das necessidades de investimento e da importância do projeto. “Queremos trabalhar muito para amenizar o problema dos cães de rua na cidade, pois sabemos que é uma questão de saúde pública”, avalia.
 
Atualmente, o Centro de Controle de Zoonoses possui 14 baias para caninos, um gatil, com capacidade para 25 felinos, e um estábulo para bovinos e equinos. Cerca de 100 cães já estão abrigados no local, mesmo sem ainda ter ocorrido a inauguração oficial.
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