sábado, 14 março , 2026

Professores de Gravatal recebem capacitação sobre revelação espontânea de violência

Professores da rede municipal de Gravatal participaram de uma capacitação sobre revelação espontânea, situação em que crianças ou adolescentes relatam por conta própria episódios de violência sofrida ou presenciada. O encontro foi conduzido pela assistente social Patrícia Maia.

A formação teve como objetivo orientar os profissionais da educação sobre como agir diante desses relatos, garantindo a escuta adequada e o cumprimento dos encaminhamentos previstos em lei, como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/1990) e a Lei Henry Borel.

Escola como espaço de acolhimento

De acordo com a assistente social Patrícia Maia, o ambiente escolar costuma ser um dos locais onde os alunos mais se sentem seguros para compartilhar situações de violência.

“A revelação espontânea pode ser a única chance de interromper um ciclo de agressões. Se o educador não compreender a importância da acolhida ou não souber como agir, o relato pode ser desacreditado, a criança pode ser revitimizada ou até ter sua segurança colocada em risco”, destacou.

Sinais de violência infantil

Durante a palestra, Patrícia alertou sobre erros comuns cometidos por profissionais, como tentar investigar por conta própria, prometer segredo ao aluno ou minimizar a fala da criança.

Segundo ela, a postura correta é acolher, registrar e encaminhar o caso para órgãos competentes, como o Conselho Tutelar, o Ministério Público ou a Delegacia.

A especialista também apontou sinais que podem indicar que um estudante está prestes a revelar uma situação de violência: mudanças bruscas de comportamento, comentários indiretos, busca maior por proximidade com professores, ansiedade e dificuldade de concentração.

“Cada revelação espontânea é um pedido de ajuda. A forma como o profissional reage pode determinar se a violência continuará ou se a criança terá, de fato, acesso à proteção”, completou.

Compromisso da rede municipal

A secretária de Educação de Gravatal, Andréia Asmann, reforçou a relevância do tema para a rede municipal.

“Estamos capacitando os profissionais da educação para que o atendimento à criança e ao adolescente vítima ou testemunha de violência seja realizado de maneira ética, protetiva e humanizada”, afirmou.

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