Priscila Alano
Tubarão
As pulseirinhas coloridas, conhecidas como ‘pulseirinhas do sexo’, foram proibidas de serem comercializadas em Tubarão. A lei entrou em vigor na última semana, porém alguns estabelecimentos ainda disponibilizam o acessório para os clientes.
Conforme o secretário de desenvolvimento urbano da prefeitura, Nilton de Campos, e diretora de normas e controles urbanísticos, engenheira civil Janaina Mendes Dandolini, durante esta semana os fiscais visitarão o comércio para orientar sobre a proibição da venda.
Uma cópia da lei também será encaminhada para a secretaria de educação da prefeitura e para a gerência regional de educação. “A lei está dividida em dois tópicos: o primeiro aborda a proibição da venda do produto e o segundo trata sobre as ações de orientação que devem ser desenvolvidas nas escolas”, explica Janaina.
Para o vereador Deka May (PP), autor da lei, o objetivo é evitar a precocidade sexual das crianças. As pulseiras viraram moda e se transformaram em uma brincadeira: quem consegue arrebentar a pulseira de um colega ganha uma “recompensa”, que pode ir de um beijo a relações sexuais.

