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Tubarão voltou a registrar aumento nos focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus. De acordo com a Vigilância Epidemiológica, o número subiu de 320 para 358 focos nesta semana.
Além disso, o município contabilizou 48 notificações de casos suspeitos de dengue. Do total, 45 foram descartados, dois permanecem em investigação e um caso foi confirmado como autóctone, ou seja, com transmissão dentro da própria cidade. Até o momento, não há registros de internações.
Bairros com maior concentração de focos
Os focos estão espalhados por diversas regiões de Tubarão, com maior concentração em áreas mais populosas. O Centro lidera o número de registros, seguido por bairros como Oficinas, Recife e Revoredo.
Confira os principais números por bairro:
- Centro: 46
- Oficinas: 32
- Recife: 27
- Revoredo: 26
- Morrotes: 24
- Humaitá: 24
- Vila Moema: 23
- Dehon: 22
- Humaitá de Cima: 21
- São João ME: 17
- Monte Castelo: 15
- Fábio Silva: 14
- Vila Esperança: 13
- Santo Antônio de Pádua: 12
Outros bairros também registraram focos, ainda que em menor quantidade, o que reforça a necessidade de atenção em toda a cidade.
Sintomas exigem atenção imediata
A Secretaria de Saúde alerta que, ao apresentar sintomas, a população deve procurar a unidade de saúde mais próxima. Os principais sinais da dengue incluem:
- Febre alta e repentina
- Dor de cabeça intensa
- Dores musculares e nas articulações
- Dor atrás dos olhos
- Cansaço extremo
- Náuseas e vômitos
- Sangramentos leves, como nariz ou gengiva
O diagnóstico precoce é fundamental para evitar agravamentos.
Prevenção é a principal forma de combate
A eliminação de água parada continua sendo a medida mais eficaz contra o mosquito. A orientação é evitar qualquer recipiente que possa acumular água, como garrafas, potes e baldes.
Outras medidas incluem:
- Colocar areia nos pratos de plantas
- Manter caixas d’água e cisternas bem vedadas
- Limpar calhas e ralos regularmente
- Manter lixeiras sempre fechadas
Também é recomendado o uso de repelentes à base de DEET, Icaridina ou IR3535, principalmente no início da manhã e no fim da tarde, além de roupas que cubram o corpo, telas em janelas e uso de mosquiteiros.
A Vigilância Epidemiológica reforça que o combate ao mosquito depende da colaboração de toda a população.

