Ter dois clubes disputando numa cidade com o porte da nossa é um verdadeiro tiro no pé. Este discurso todos já sabem que é real, basta dar uma olhada no progresso de outras regiões. Além disso, muita coisa mudou quando o futebol profissional estava no auge. Internet 4g (daqui a pouco com banda kA direto do satélite), acesso a TVs led de grande porte – um belo convite para assistir o futebol com transmissões cada vez melhores, jogos 3D e online, um grande shopping (até que se tivesse um só clube, patrocinaria como tantas outras empresas), TV por assinatura cada vez mais popular… com tanta coisa boa nos lares, quero ver levar o torcedor ao estádio com mais facilidade e segura como antes.
Soma-se o cenário infinitamente desproporcional que é o investimento de seis clubes concorrentes diretos, que disputam o brasileiro numa sequência de atividade durante o ano todo.
Enquanto isso, simpatizantes, fiéis torcedores, investidores, até gente que não gosta de futebol, mas vê com simpatia o nome da cidade em campo, raros testemunhas do potencial de nosso futebol no passado, vão partindo desta para uma outra melhor… e a vida segue às cegas, neste esporte aqui na terrinha.

