terça-feira, 2 junho , 2026
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A prefeitura hoje está em manutenção

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Priscila Loch
Tubarão

Notisul – Faça um balanço destes sete meses de mandato…
Dr. Manoel
– Tenho um monte de dificuldades. Não está fácil lidar com essa queda na arrecadação. A crise do mundo chegou aqui, e não foi só uma marolinha não. A arrecadação caiu em torno de R$ 400 mil/mês. Para a prefeitura de Tubarão, é bastante significativo. Hoje, a arrecadação gira em torno de R$ 6 milhões. Só que a nossa folha bruta é R$ 4 milhões, então, é uma conta difícil de fechar. Mais o custo fixo da prefeitura. Esses R$ 400 mil é o que sobra para investimento, por isso que hoje nós estamos em uma situação de manter a prefeitura, manter o lixo, a limpeza, e mais nada. No início do ano, nós fizemos um investimento de R$ 2 milhões e pouco só na questão da recuperação das estradas, limpeza de valas, caixas coletoras. A nossa capacidade de investimento com o IPTU foi gasta na recuperação das cheias. E estamos gastando até hoje. A nossa situação hoje é de manutenção.

Notisul – Então não tem mais o que investir…
Dr. Manoel
– Até o fim do ano. O IPTU veio dentro do histórico, com inadimplência de 40%. Tem também a questão da recuperação salarial dos professores. Aumentou em torno de R$ 400 mil a folha. Nós perdemos R$ 400 mil na arrecadação e aumentamos em R$ 400 mil a nossa folha. Mas vai se levando.

Notisul – Algo que gostaria de fazer este ano que não vai dar de jeito nenhum?
Dr. Manoel
– Uma meta pessoal é o pronto atendimento 24 horas. Eu quero fazer de tudo para pelo menos começar esta obra até o fim do ano. É fundamental, está bem encaminhado, tem o recurso. Estamos tendo uma dificuldade por parte da secretaria estadual de avaliar o projeto, mas o Roger (Augusto Vieira e Silva – secretário de saúde) já está dando uma solução para isso, falta o ok da vigilância sanitária do estado. Esse é um recurso do governo federal, tem R$ 1 milhão. A nossa contrapartida é de R$ 200 mil. Depois, vamos ter que ir atrás dos equipamentos.

Notisul – Uma das questões cruciais para o desenvolvimento de Tubarão sãoas negativas. O senhor logo que assumiu resolveu em nível estadual. Como é que está a situação federal, existe mais alguma pendência?
Dr. Manoel
– Nós temos três pendências. INSS, que todos os nossos documentos mostram que a prefeitura pagou um valor que está sendo questionado. Estamos na justiça, tentando provar que está pago. Tem uma do PIS, mas também é um valor pequeno, que a nossa contabilidade demonstra que também está pago, é um erro apenas de avaliação. Mesmo assim, se não se chegar a esta conclusão, vale a pena pagar para ter a negativa. E tem uma com o Dnit, em relação à prestação de contas do galpão da ferrovia. Todas essas pendências são federais, estaduais não tem mais nenhuma.

Notisul – A do Dnit a prefeitura conseguiu uma liminar provisória para ter as negativas…
Dr. Manoel
– É, nós vamos ter que pedir para prorrogar. O prazo era de 60 dias e já está vencendo. Mas acredito que logo solucionaremos.

Notisul – Essas negativas dizem respeito à retirada dos trilhos para a abertura da avenida Marcolino Martins Cabral. Como está este processo?
Dr. Manoel
– Está em uma avaliação de encontro de contas. Existe um questionamento no Dnit em relação aos valores e ao que foi feito de obra. Estamos fazendo a defesa de acordo com aquilo com que nós encontramos e eles questionam.

Notisul – E o que o senhor acha que deu errado? Fala-se em má aplicação dos recursos…
Dr. Manoel
– Na verdade, foi prestação de contas. Esse projeto iniciou no fim do governo de Fernando Henrique Cardoso, e foi feito meio às pressas. Aí o Dnit mudou, entrou o PT e, para fazer as adaptações com as novas regras, teve que começar do zero. Na hora de prestar contas, começou a dar problema. O galpão, que não está concluído 100%, é um outro questionamento que eles fazem. Mas está dentro do que foi prestado contas.

Notisul – Existe uma previsão para a retirada efetiva dos trilhos?
Dr. Manoel
– Não! Estamos discutindo que a finalização do galpão agora ficaria a cargo do Dnit, e a retirada dos trilhos também uma obra direta do Dnit, não seria mais a prefeitura que faria. Estamos negociando, eles têm interesse. A gente encerra o convênio do galpão e o Dnit assume a finalização da obra. Para nós, ficaria a recuperação da Marcolino.

Notisul – E a questão do ISS… O que a prefeitura recebeu e o que ainda tem para receber?
Dr. Manoel
– Nós recebemos em torno de R$ 600 mil este ano. Tínhamos uma previsão de receber até hoje (a última terça-feira) em torno de R$ 5 milhões. Tivemos um processo de R$ 3,5 milhões que o tribunal bloqueou, e deve levar mais um ano para liberar. Temos a previsão de mais R$ 1 milhão e pouco por agora. Isso já ajuda. Para o ano inteiro, a expectativa era que saísse R$ 40 milhões, mas não vai sair, porque os bancos estão avaliando cada processo, e em cada processo estão achando três a quatro questões para ficar adiando.

Notisul – Voltando à questão da saúde, são muitas as reclamações a respeito de filas, falta de especialistas…
Dr. Manoel
– Acredito, até porque já fui secretário de saúde, que vocês vão continuar recebendo reclamações. Não vamos conseguir a curto prazo criar um sistema que atenda toda a necessidade. Mas faço um comparativo com qualquer município do estado. Em Florianópolis, por exemplo, que tem uma estrutura do estado, hospital universitário, além da prefeitura, a dificuldade é maior. O nosso sistema de saúde é melhor. E temos outras ações. Agora mesmo, o Roger vai abrir mais umas três ou quatro equipes do PSF, e já facilita. A grande dificuldade é a contratação de especialista. Se hoje tu for marcar uma consulta com um oftalmologista pela Unimed, tu não vai conseguir para mesma semana. A mesma coisa um ginecologista. Pediatra também está uma crise. A prefeitura tem ainda mais dificuldade, porque eles não querem atender, têm o consultório cheio, a consulta particular é R$ 100,00, R$ 150,00, e nós pagamos R$ 30,00. Tem alguns que fazem para ajudar, mas é uma dificuldade. E não vou prometer resolver a curto prazo. Mas melhoramos o convênio com o Hospital Nossa Senhora da Conceição, possibilitamos que eles contratassem mais um médico para a emergência. Já repassávamos R$ 20 mil, e estamos repassando mais R$ 30 mil. Então, são mais de R$ 50 mil.

Notisul – Falando ainda de saúde, o que a prefeitura tem feito pelo Rio Tubarão?
Dr. Manoel
– Tenho certeza que a maior ação que Tubarão pode fazer é o tratamento de esgoto. Infelizmente, parece que lá no Tribunal de Contas do Estado não estão enxergando a necessidade de termos esta ação aqui no município. O processo de concessão do sistema de água e esgoto está trancado há mais de um ano, esperando uma avaliação do tribunal. Já tem parecer técnico de todas as comissões, está faltando uma reunião do pleno para darmos continuidade ao processo, que vai resolver o problema em cinco anos. O esgoto da nossa cidade é 100% jogado no rio. Tem uma previsão de agora em agosto ter uma reunião do pleno e, com os pareceres favoráveis que já estão sendo encaminhados, acredito que em breve consigamos efetivar a concessão.

Notisul – E o canil?
Dr. Manoel
– Acredito que em mais dez dias temos a solução do terreno. Falta documentação do proprietário. Temos três em vista. Todos com problema de documento. Um o terreno tem dois hectares, mas tem escritura só de três mil metros; outro estava no inventário e tem que pegar as assinaturas do herdeiros. Todos estão caminhando e o primeiro que liberar vamos comprar. Qualquer um serve. O terreno vai custar de R$ 80 mil a R$ 90 mil. O mais caro é a manutenção. Tem que partir para uma discussão junto com as entidades, até para fiscalizarem, e talvez possamos baratear um pouco o custo. Mas vai sair.

Notisul – Junto com o projeto do canil, existe um projeto de controle de natalidade…
Dr. Manoel
– Na verdade, o que queremos fazer é um centro de controle de zoonose, ligado à vigilância epidemiológica da secretaria da saúde, não só para cuidar de cães, mas toda questão de saúde que envolve animais, controle de pragas. Queremos fazer além ao canil, até para facilitar a busca de recursos junto à vigilância epidemiológica do governo federal. Facilitará também na manutenção do canil. Vamos comprar um terreno um pouco maior à necessidade do canil para ampliar.

Notisul – Com relação ao plano de carreira dos servidores? Ainda há muitas reclamações quanto ao número de cargos comissionados.
Dr. Manoel
– Vou começar pelos comissionados. Isso, na verdade, é algo que as pessoas prendem-se, mas não sabem o peso. Na verdade, o peso é mínimo. Hoje, se nós demitíssemos ou exonerássemos todos os cargos comissionados, faria uma diferença mínima na folha da prefeitura. Eu sempre tive a intenção de diminuir o tamanho do governo, mas, quando a gente senta aqui nessa cadeira, vê que as necessidades são grandes. Todo dia tem secretário que vem aqui dizer que está faltando gente. São 196 comissionados, mas tem todo um organograma aprovado e não podemos passar daquilo. É um custo baixo perto de uma folha de R$ 4 milhões. São 1,6 mil concursados. Com os comissionados, chega a 1,8 mil, mais ou menos. Saúde e educação tomam 80% do quadro. Sobre o plano de carreira, eu espero que consigamos dos funcionários da prefeitura hoje o mesmo grau de satisfação que estamos tendo com os professores. Se for falar com qualquer professor da prefeitura, tenho certeza que vão dizer que nunca esteve tão bom. O plano de cargos o próprio (Carlos) Stüpp (ex-prefeito – PSDB) já fez na época dele, e nós estamos também trabalhando no sentido de ter o plano de cargos para todos os setores da prefeitura, desde o braçal, que limpa bueiro, roça, até o médico. Queremos acabar com os privilégios de poucos. Acredito que dê para colocar em prática até o ano que vem. Temos que atender a necessidade dos funcionários, mas quero também ter a responsabilidade de não quebrar o município. Hoje, está melhor do que ontem. A única coisa que falei quando entrei na prefeitura foi que tudo o que formos fazer de ajuste é dentro do que preconiza a lei. Se a lei é injusta, vamos trabalhar para mudar a lei, mas, enquanto a lei é esta, a conduta vai ser dentro da lei.

Notisul – Uma das bandeiras levantadas pelo Notisul é a questão dos moradores de rua, andarilhos. Como o senhor vê a situação?
Dr. Manoel
– É lógico que preocupa. Depois do acontecido daquele ‘morador’ do museu, eu já fiz umas duas reuniões com a presença dos secretários de saúde, assistência social e segurança e trânsito, e todos estão empenhados em amenizar esta questão. Hoje, a gente resolve um e amanhã tem outro. Já o pessoal que mora em barracas, os ciganos, é algo que não tem como a gente mudar. O estilo de vida daquelas pessoas é este, são nômades. Eu até concordo que precisa de uma presença maior do poder público. Um andarilho morando no museu, por exemplo, é algo que não se admite, tem que achar uma solução. Fala-se que tem crianças de ruas pedindo dinheiro em Tubarão. Não tem, são nômades. Não tem como a gente trancafiar a cidade e colocar em uma redoma de vidro.

Notisul – O que se pode fazer a respeito é exigir que os proprietários cerquem os seus terrenos…
Dr. Manoel
– Exatamente. Inclusive, estamos reformulando a lei, eu não diria para prever uma punição maior, mas mais justa, àquela pessoa que não cuida de seu terreno, para que o cidadão sinta que tem que cuidar do terreno dele. Senão, a prefeitura vai lá e vai multar, vai cobrar. Hoje, é benefício não limpar o terreno e deixar que a prefeitura limpe, porque a prefeitura cobra mais barato do que uma pessoa que for limpar. Vamos exigir muro, calçada. E uma estrutura melhor para a fiscalização. No próprio Notisul, vimos algum questionamento da atuação da secretaria de assistência de assistência social, mas é que às vezes as situações são complicadas.

Notisul – Não há como deixar de perguntar como está a sua saúde.
Dr. Manoel
– Dias melhores, dias piores. Mas estou bem, diante do quadro todo, graças a Deus estou bem. Uma evolução boa. E vamos até onde Deus mandar. Nas férias agora, subi dunas de 60 metros em Fortaleza (muitos risos).

Hercílio Luz: Chegam mais três reforços

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Priscila Loch
Tubarão

Ricardo (atacante), Renato Tilão (zagueiro), Renato (atacante), Carlinhos (zagueiro), Jhony (ala esquerdo) e Diones (volante). Os seis jogadores são as novidades da semana no Estádio Anibal Costa e podem estar à disposição do técnico Arnaldo Lira já neste domingo. Tudo vai depender da inscrição. “Estamos correndo para isso”, relata o supervisor de futebol do Hercílio Luz, André Barcelos.
Carlinhos, Jhony e Diones chegaram ontem e fizeram trabalhos técnicos. O futebol mesmo do trio será visto pelo treinador somente hoje, no treino coletivo. “Mas Lira ficou feliz só pelo fato de ter novos reforços”, conta André.

Até agora, dois jogadores foram dispensados, Gabriel e Leandro. E vêm mais demissões por aí. Provavelmente terça-feira, na reapresentação após o jogo contra o Imbituba – em casa, às 15h30min de domingo. Quatro devem deixar a equipe.
E a comissão técnica continua à procura de um ala direito. Quarta-feira, começou a negociação com um jogador que até recentemente disputava a Série B do Brasileiro. Como até ontem não havia um acerto, já se iniciou a busca por outro atleta para o setor.

Pedágio na BR-101: Isenção para o sul começa a valer hoje

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Amanda Menger
Tubarão

O representante comercial Roberto Zanetti de Souza, de Laguna, vai no mínimo três vezes por semana a Florianópolis para visitar clientes. A partir de hoje, ele não precisará desembolsar R$ 1,10 na praça de pedágio no quilômetro 221 da BR-101, de Palhoça. Isto porque o presidente da assembleia, Jorginho Mello (PSDB), promulgou o projeto de lei 14.824, que isenta de pedágio os moradores das cidades onde há postos de cobrança (caso de Porto Belo e Palhoça, por exemplo) e também do sul do estado.

“Não sabia desta lei, mas fico contente que os nossos representantes tenham colocado a mão na consciência. É um absurdo pagar para transitar um quilômetro em estrada duplicada e depois pegar uma pista simples e cheia de buracos”, avalia Roberto. Por mês, ele gasta no mínimo R$ 26,40 com o pedágio em Palhoça.
Para o autor da lei, deputado Cesar Souza Júnior (DEM), o pedágio é uma relação de consumo. “Ao pagar o pedágio, compramos um serviço, e não pode ser cobrado de algo que não existe. É o caso do trecho sul da BR-101. A concessionária OHL terá que definir de que forma aplicará a lei. A partir de amanhã (hoje), o critério de isenção da cobrança é a placa do veículo”, explica Cesar.

Um dos pontos que não está claro é se isenção será apenas para o sentido norte/sul. “Isso é discutível. Entendo que não deveria ser cobrado. A maioria que segue do sul para Florianópolis, por exemplo, anda pouco mais de quatro quilômetros em estrada duplicada. É algo que precisa ser visto com a empresa”, afirma o deputado Joares Ponticelli (PP), autor da emenda que isenta os motoristas do sul do estado.

Cobrança
Caso a empresa OHL, concessionária da Auto Pista Litoral Sul, não cumpra o determinado pela lei, a procuradoria jurídica da assembleia poderá entrar com uma ação. “Se eles não cumprirem até a próxima semana, solicitarei um mandado de segurança que os obrigue a cumprir a lei e dê a isenção prevista”, anuncia o deputado o deputado Joares Ponticelli (PP).

Associação diz que a
cobrança pode ser feita

Luiz Eduardo Schmitt
Palhoça*

Passa a valer hoje a isenção do pedágio na BR-101 aos proprietários de veículos emplacados nos municípios catarinenses onde estão localizadas as praças de cobrança. Porém, segundo a diretoria da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR/PR/SC), a cobrança será realizada normalmente, sob recomendação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Uma emenda também permite que a taxa seja isentada aos moradores de cidades do sul catarinense. O projeto é de autoria do deputado estadual Cesar Souza Júnior (DEM), sob alegação que as obras de duplicação da rodovia estão inacabadas.
Mas o argumento é contestado pela ABCR, pois a competência seria federal. “Não temos consumidores, e sim usuários da rodovia, que recebem uma prestação de serviço público. O próprio governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB) não sancionou a lei”, rebate o diretor da associação, João Chiminauzo.

Por este motivo, a Auto Pista Litoral Sul não concederá isenção nestas condições, apenas a veículos oficiais ou de emergência. A ABCR não entrará na justiça para contestar a legislação. “Não teremos reação. Nós respondemos pela ANTT”, resume João.

* Do Notícias do Dia, especial para o Notisul.

Sabe o que os astros guardam para você hoje?

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Áries (21/03 a 19/04)
Fase lunar cheia indicando situações importantes na vida afetiva e em relação à criatividade, à ligação com filhos e à expressão do que é mais natural em você.

Touro ( 20/04 a 20/05)
Fortaleça as suas bases, reconhecendo o que lhe faz se sentir firme sobre os próprios pés. Compreenda que o amor-próprio é essencial para o amor alheio. Questões familiares importantes.

Gêmeos (21/05 a 21/06)
Necessidade de comunicar o que sente. Acontecimentos importantes envolvendo pessoas próximas. Também viagens, cursos, estudos, comunicação e contatos estão agora sob uma forte energia.

Câncer (22/06 a 22/07)
Tempo de expressar a plenitude dos seus dons, com criatividade, obtendo reconhecimento, valorização e retorno material. Isso é consequência natural da paixão com que faz algo. Valores pessoais se definindo.

Leão (23/07 a 22/08)
O Sol em seu signo e a Lua em Aquário caracterizam a fase lunar cheia, indicando o ápice de situações que vêm se desenvolvendo ao longo das últimas semanas. Você pode ficar ciente de importantes questões pessoais, como o amor.

Virgem (23/08 a 22/09)
Você deve ter a coragem de abandonar as velhas posturas emocionais e compreender que o amor é uma energia universal, maior do que o egoísmo humano quer supor. Há amor para todos e é importante também o amor-próprio.

Libra (23/09 a 22/10)
Afeto, amizade e anseios coletivos são os temas atuais e solicitam um olhar em direção ao futuro, muito mais do que o saudosismo do passado. Nada mais é como antes e isso revela o propósito atual, evoluir num afeto compartilhado universalmente.

Escorpião (23/10 a 21/11)
Faça valer o seu poder pessoal, na forma de talento criativo, sentindo-se seguro em expressar o seu brilho, escorpiano. O momento atual pede coragem na expressão de sua paixão por um objetivo, uma criação, uma pessoa.

Sagitário (22/11 a 21/12)
Intuições mostram o caminho, os sinais estão abundantes e há em você o desejo de acreditar em algo que seja como um rumo norteador. Basta olhar para dentro e para cima, pois o céu que lhe protege e inspira é um retrato fiel de sua alma de buscador.

Capricórnio (22/12 a 19/01)
Negócios e emoções são questões em evidência e que podem revelar algo que anteriormente não estava consciente. Esta é uma fase de transformações e se você colaborar neste processo, poderá acessar riquezas interiores e compartilhá-las.

Aquário (20/01 a 18/02)
Tendência a preocupações envolvendo saúde, negócios ou trabalho. Por outro lado, poderá encontrar soluções para problemas, se houver espírito colaborativo e compreensão dos erros que é preciso corrigir.

Peixes (19/02 a 20/03)
A criatividade, a paixão por um projeto ou trabalho pode ser a melhor forma de expressar a grandeza do atual momento, que requer soluções inovadoras. Não se pode olhar para trás e ver o que já foi, mas vislumbrar o futuro.

Pé da serra: traço de união ou linha de fronteira? (fim)

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Para finalizar nossa discussão sobre a oportunidade de uma nova associação municipal no sul de Santa Catarina, gostaria agora de compartilhar com o leitor, em três ou quatro traços sintéticos, algumas lições tradicionais, tanto empíricas – A experiência é a madre de todas as cousas, dizia o polígrafo renascentista Pedro Nunes -, como do domínio geoestratégico das ciências sociais, em face de situações de fragmentação territorial:
– A primeira, é que uma partição territorial só faz sentido se o povo dessa região apresentar características absolutamente distintas – étnicas, culturais, religiosas, linguísticas – das que lhe ficam no entorno. Não existe coisa pior que um povo oprimido por outro que não lhe respeita a língua, os costumes, as crenças, as tradições. Esse não é, definitivamente, o caso dos municípios candidatos à nova associação.

– Segunda: ou o fragmento territorial que aspira à independência possui suficiente força econômica e cultural para se afirmar num contexto de diversidade e de equilíbrio entre pares, ou ele será obrigado a orbitar em torno de um centro de gravidade maior, com uma independência apenas virtual. Como se diz popularmente, pior a emenda que o soneto.
– Terceira: num processo de fragmentação de território, embora o povo seja conduzido a acreditar que os mentores do movimento são heróis puros, impolutos e esclarecidos, unidos e indivisíveis, quase divinos, o que ocorre quase sempre logo após a independência é a fragmentação dos líderes em contendas separatistas, tomados pelo contraideal político do poder pessoal ou partidário, ou até por fatores publicamente inconfessáveis.

– E quarta, uma divisão desse tipo não é um fenômeno isolado, que permanecerá estático como num sistema fechado: pelo contrário, num sistema social cada vez mais aberto e interativo, dotado de informação instantânea por via tecnológica, a turbulência criada por semelhante processo mexe intensamente com as áreas contíguas, alongando-se em sucessivas ondas concêntricas de instabilidade que, conforme o curso dos acontecimentos, disseminam-se rapidamente pela região e poderão retornar com um cunho adverso, por vezes com intensidade redobrada e sem piedade, sobre a própria região que iniciou o processo.

Em conclusão, acredito firmemente que a estreita faixa do pé da serra, estritamente falando, está muito mais vocacionada para ser um traço de união, do que uma linha de fronteira: uma linha de união entre litoral e planalto serrano, entre sul e norte do estado. Uma linha de integração simbiótica, sem a qual nossa região não será, com toda a certeza, nem mais livre, nem mais forte, nem terá melhor qualidade de vida. O processo iniciado com o projeto Prosperidade Sul Catarinense possui, justamente, essa tônica integradora e articuladora das potencialidades municipais, constituindo uma oportunidade única para que todos os municípios possam contribuir os demais em cooperação, e receber, em retorno, um valor agregado nessa simbiose coletiva. Para tal, nossa região não poderá sujeitar-se à turbulência e instabilidade que viriam com a criação de uma nova potência municipal, à custa do consequente esvaziamento da Amurel e da Amrec.

O processo de integração e desenvolvimento sul catarinense exige também, por outro lado, que as vacas sagradas afastem-se do pasto e que todos os municípios sejam respeitados e considerados como iguais em direitos e deveres, com a queda das relações feudais, sejam elas locais ou pessoais. Assim sopram os ventos da história, aqui e em todo o lugar.

Araras: Prejuízo pode chegar a R$ 400 mil

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Amanda Menger
Tubarão/Laguna

Jaquetas de couro, meias, bolas, luvas cirúrgicas, saboneteiras de inox. Estes são alguns dos itens apreendidos ontem pela Polícia Civil de Tubarão em uma loja de Laguna. Suspeita-se de um golpe conhecido como araras seja realizado na região. O prejuízo avaliado é de R$ 400 mil.

“Há mais de um mês, nós monitoramos uma loja em Tubarão. É uma empresa pequena, mas todos os dias recebiam mercadorias e uma pessoa vinha buscá-las. Quem recebia entregava os produtos para uma terceira pessoa, em um posto de combustíveis, às margens da BR-101, e as levava para uma loja em Laguna”, conta o delegado da Central de Polícia Civil, Marcos Ghizoni.

Com as investigações, constatou-se que a empresa de Tubarão foi aberta com documentos falsos. Além disso, os produtos comprados no Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo não eram pagos. “Depois que fomos até a loja de Tubarão para obter informações, a funcionária nos procurou e disse que recebeu uma ligação do dono, que ela só viu uma vez, para fechar o estabelecimento e jogar a chave fora. Como os documentos são frios, ninguém se responsabiliza pelo que foi comprado”, explica Ghizoni.

Os proprietários da loja de Laguna, onde os produtos foram apreendidos, serão investigados. “O inquérito foi aberto. Ninguém foi preso, ao menos por enquanto. Os responsáveis poderão ser indiciados por estelionato, formação de quadrilha, falsificação de documentos e falsidade ideológica”, relata o delegado.

Vale: Oito pessoas são presas por tráfico

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Wagner da Silva
São Ludgero

Oito suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas em São Ludgero foram presos ontem pela manhã. A operação foi realizada pela Polícia Civil e contou com a participação de 40 agentes das delegacias da regional de Tubarão e do Centro de Operações da Policia (COP) e Serviço Aéreo Tático de Florianópolis. Foram cumpridos 14 mandatos de busca, apreensão e prisão.
As investigações tiveram início há quatro meses pela equipe da PC de Braço do Norte. Cinco pessoas, envolvidas com o grupo, foram presas do decorrer das investigações.

Na manhã de ontem, seis homens e duas mulheres também foram presos. Entre eles, está um homem de 27 anos, considerado o principal articulador da venda do crack em São Ludgero. Ele é acusado de comprar e revender o produto.
Na ação, foram apreendidas nove pedras de crack. “Não interessava encontrar grandes quantidades de drogas, e sim prender os envolvidos. As investigações confirmaram a ação deste grupo no tráfico. Eles foram interrogados e levados ao Presídio Regional de Tubarão”, explica o delegado da PC de Braço do Norte, Bruno Ricardo Vaz Marinho.

Professores: Na contramão da municipalização da educação

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Tatiana Stock
Tubarão

A municipalização do ensino foi a principal pauta debatida ontem à tarde na assembleia do Sindicato dos Trabalhadores em Educação na Rede Pública do Ensino do Estado de Santa Catarina (Sinte/SC), em Tubarão. Aproximadamente 40 professores participaram do encontro. Esta semana, em Imbituba, o Sinte reuniu boa parte dos secretários municipais de educação da Amurel para debater o mesmo assunto. A maioria tem a mesma preocupação em relação à municipalização do primeiro ano do ensino fundamental.

“A maioria dos secretários alegou que os municípios não têm como assumir o compromisso. O dinheiro do Fundeb não é suficiente. Algumas cidades, como Braço do Norte, já anunciaram que não abrirão as matrículas de primeiras séries”, explicou a conselheira do Sinte em Tubarão, Tânia Fogaça. Outro ponto é a questão da manutenção do emprego dos professores do estado. Especialmente porque as prefeituras já possuem os seus quadros de funcionários na educação.

A coordenadora estadual do Sinte, Joaninha de Oliveira, informou ainda que a municipalização do ensino é uma incógnita. Nem mesmo o estado sabe como será feita e, principalmente, como ficarão os professores: se serão encaixados em outras séries ou exonerados. Quem pagará a conta também não está claro.

O sindicato encaminhou um ofício à câmara de Tubarão para analisar a posição dos políticos da região a respeito. A municipalização é um convênio entre a prefeitura e o estado e tem previsão para ocorrer desde o primeiro ao nono ano escolar.

Unisul: Cursos de veterinária e direito serão oferecidos no próximo ano

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Wagner da Silva
Braço do Norte

O compromisso de investimentos na unidade da Unisul em Braço do Norte surpreendeu representantes políticos, empresariais e sindicais do Vale. Há pouco menos de duas semanas, o reitor da universidade, Ailton Nazareno Soares, apresentado os projetos pretendidos para o Vale e resgatou a confiança da região.
Entre as propostas para o próximo ano, a instituição incluiu os cursos de medicina veterinária e direito na grade curricular. Ambos são reivindicados há bastante tempo e a disponibilização foi aprovada pelo conselho universitário na manhã de ontem. A escolha dos cursos foi baseada no diagnóstico de desenvolvimento da região e as características do Vale.

O reitor observa que o sul, após uma ‘era’ de degradação, evoluiu e possui convicção de suas forças políticas e econômicas para se desenvolver. Ele aponta o ensino virtual como a grande proposta neste sentido. “Temos vez e voz de atuação em todo o país e até mesmo fora, por isso, nossa responsabilidade é maior. Precisamos estar integrados, próximos da comunidade e ser uma alavanca do crescimento”, considera Ailton.

O vice-reitor da Unisul, Salésio Herdt, lembra do foco proposto pela nova equipe da universidade: “Flexibilizar e investir no ensino, na pesquisa e em extensão. São os alicerces para oportunizar a qualificação da região”, destaca. Para cumprir a proposta, o reitor anunciou também investimentos na estrutura física da unidade.

Apresentação animou os
representantes da região

Após a apresentação dos investimentos da Unisul na unidade Braço do Norte para o próximo ano, os representantes do Vale saíram do encontro animados. Para o secretário de desenvolvimento regional Gelson Luiz Padilha, é hora de focar no futuro e esquecer o passado. “Este momento é um divisor de águas, uma nova página que começa a ser escrita para a Unisul e para o Vale. Precisamos estar integrados para aprimorar, qualificar e desenvolver nossa região. É isto que importa agora. Este deve ser o foco”, sugere.

A decisão rápida da nova reitoria foi elogiada pelo prefeito de Braço do Norte, Evanísio Uliano (PP), o Vânio. “Estou surpreso com a agilidade e satisfeito com a proposta de investimentos. Dentro da nossa capacidade, somos parceiros da universidade”, confirma. O presidente da câmara de vereadores, Ronaldo Fornazza (DEM), acredita que a Unisul recuperou a credibilidade no Vale. “A reitoria mostrou verdadeiro empenho e valorização da nossa região. A confiança está recuperada. Espero que estes investimento deem certo e a universidade instale outros cursos”, elogia.

Contratos para construção de casas são assinados

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Capivari de Baixo

Quinze novas casas populares serão construídas em Capivari de Baixo. O contrato para as obras foi assinado ontem, entre o prefeito Luiz Carlos Brunel Alves (PMDB), a presidenta da Cohab/SC, Maria Darci Motta Becker, e o deputado estadual Manoel Motta (PMDB).

As residências beneficiarão as famílias prejudicadas no episódio das chuvas, em março deste ano. “Todos processos de documentação e análises dos casos a serem atingidos são extensos, por isso, somente agora oficializamos o atendimento”, justificou Maria Darci.

A presidenta da Cohab lembrou e elogiou o esforço do município neste momento e em outros. “Nos governos anteriores de Brunel, encaminhamos 60 casas. Neste ano, mais 49 famílias serão beneficiadas, além destes 15 de hoje. A falta de moradia é um problema em todo o país, mas tudo é mais fácil quando temos prefeitos parceiros”, frisou a presidenta.