segunda-feira, 27 abril , 2026
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Estudantes participam de Maratona de Fotografia

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Três alunas da Escola Jovem voltaram para casa ontem com um sorriso de orelha a orelha após vencerem uma saudável competição. Beatriz Madalena, Isabela Jeremias e Jéssica Higino foram a primeira, segunda e terceira colocadas, respectivamente, da 1º Maratona Fotográfica da escola. Como prêmio, receberam uma câmera digital (1º lugar), um MP4 (2º) e revelação de fotos (3º).

A ideia do concurso é sensacional. Em um período de oito horas, os participantes – foram 75 no total, todos da 1ª série do ensino médio – tiveram que decifrar seis enigmas e transformá-los em fotografias. Todos eram relacionados ao meio ambiente.

O trabalho começou de manhã e no fim da tarde os estudantes apareceram com trabalhos incríveis, conta a professora Edna Soares, idealizadora da maratona. “Foi muito interessante, e também teve o envolvimento dos pais, o que tornou a experiência ainda mais prazerosa”, enaltece Edna.

Os jurados foram os demais alunos da 1ª série, que não competiram. Com quase 200 votos, as fotografias mais bonitas foram selecionadas como campeãs. O que não significa que os outros participantes sejam perdedores. Pelo contrário! Ganharam conhecimento, experiência, diversão…

“Os participantes entenderam bem o objetivo da maratona e captaram beleza nos mais diferentes lugares. Todos estão de parabéns”.
• Maria Augusta Geremias do Nascimento, a Guta
• Coordenadora pedagógica da Escola Jovem

“Ver o entusiasmo do aluno com uma atividade desta é muito legal. Os professores e funcionários da escola ficaram admirados com o ótimo trabalho que eles fizeram”.
• Leda Regina Melo Schmitz
• Diretora da Escola Jovem

Dom Wilson Tadeu Jöck: Falta de fé é o desafio do bispo

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Dom Wilson Tadeu Jöck, 59 anos, nasceu em Vidal Ramos (SC), em uma família católica de nove irmãos. Ele foi ordenado padre pela Congregação do Sagrado Coração de Jesus. Durante muitos anos, dedicou-se à formação de novos padres em seminários de Curitiba e Rio Negrinho. Em Roma, estudou psicologia. Nomeado bispo auxiliar do Rio de Janeiro em 11 de junho de 2003, recebeu a ordenação em 16 de agosto do mesmo ano. É bispo da Diocese de Tubarão desde 19 de julho deste ano.

Karen Novochadlo
Tubarão

Notisul – Quais as suas primeiras impressões sobre a Diocese de Tubarão? Quais os principais desafios?
Dom Wilson
– A impressão primeira da Diocese de Tubarão é muito positiva. É uma igreja com a participação muito intensa e muito vibrante, tanto nas celebrações quanto nas organizações. A igreja de Tubarão tem uma grande vitalidade, com um poder de acolhida forte. Eu me sinto acolhido na Diocese de modo geral. Desafios? Eu diria que os desafios são os de nosso tempo. Há um certo relativismo religioso. Noto sinais de menos fervor e, também, um relaxamento nos princípios, não só de Tubarão. Isto sempre será um grande desafio na vida do bispo.

Notisul – Como o senhor vê o crescimento das outras religiões?
Dom Wilson
– Esse é um outro sinal do nosso tempo. Eu diria que na Diocese de Tubarão isto é relativamente pequeno, mas existe. É algo que devemos ver com naturalidade. Primeiro, nós, católicos, não conseguimos dar o atendimento necessário para todos os fiéis. Claro que muitos desses, quando são contatados por outros credos e comunidade religiosos, sentem-se envolvidos e os seguem. Devemos admitir com toda a humildade e ao mesmo tempo devemos fazer o possível dentro da nossa igreja.

Notisul – Como você trabalhará estes desafios?
Dom Wilson
– O centro do nosso posicionamento é este: o evangelho tem um grande atrativo, que é o próprio evangelho. Se nós conseguirmos passar o que é a pessoa de Jesus, atrairemos o jovem, o adulto e a todos. Então, o principal é pregar o evangelho e ensiná-lo exatamente como é. Temos toda uma organização pastoral.

Notisul – Existem diferenças entre as dioceses de Tubarão e do Rio de Janeiro?
Dom Wilson
– Em termos de fé, a diferença não é muito grande. Mas a cultural e de cidades é. O Rio de janeiro tem a sua luminosidade e tudo o que acontece lá é notícia no Brasil inteiro. E é o mesmo que acontece na igreja do Rio de Janeiro. Tudo o que se faz tem um dimensão diferente. Tudo se torna grande. Os fiéis são muito participativos, presentes e espontâneos, proclamam a fé em qualquer ambiente sem grande dificuldade. Isso aqui no sul é um pouco diferente, devido à origem e ao lado cultural. A igreja de Tubarão é muito organizada, estruturada e articulada, até por ser menor que o Rio de janeiro.

Notisul – Como o senhor visualiza o turismo religioso?
Dom Wilson
– Essas são coisas que devemos colaborar. O projeto não nasceu dentro da igreja. É um projeto sócio-político, que envolve o nome das cidades. Madre Paulina é santa de Imbituba, porque a pessoa que recebeu o milagre é de lá. Em Laguna, temos a Nossa Senhora da Glória e, em São Luís, a Beata Albertina. Esse é o corredor religioso. Quem pensa o faz mais em termos políticos do que religioso. Uma grande movimentação de pessoas acaba deixando dinheiro. Cabe a nós da igreja dar um cunho mais religioso, com pequenas celebrações, publicações e ensinamento das congregações.

Notisul – Tem se falado muito da interferência da igreja em questões políticas. O papa sugeriu que os bispos indicassem candidatos aos fiéis?
Dom Wilson
– Não. Nós devemos esclarecer os eleitores quanto aos valores cristãos, e fazer isso com coragem e não se omitir. O eleitor é que vai identificar se há algum candidato com valor ou contra-valor. Essa é uma interpretação meio ligeira da coisa, como se o papa estivesse interferindo. Nem nós interferimos, muito menos o papa, que não conhece tanto a realidade política brasileira. Mas, em nível de princípios, a igreja sempre esclareceu. A imprensa sempre gosta de focar em algo polêmico e isso acabou ganhando realce. Em Tubarão, nós distribuímos um folheto com instruções de que não se deve eliminar ou vender o voto, que se deve analisar as pessoas.

Notisul – E sobre o aborto?
Dom Wilson
– Quanto ao aborto, essa é uma questão que se levantou. O atual governo lançou o plano nacional de direitos humanos e tem coisas que não dá para concordar. Antes da eleição, nós já tínhamos protestado de forma mais contundente.

Notisul – Tem ocorrido muitos protestos no Vaticano quanto aos casos de pedofilia…
Dom Wilson
– São duas coisas que eu penso. Primeiro, eu penso que não deveria ter ocorrido isso (pedofilia) e a gente está tomando toda as providências para corrigir. Isso a imprensa divulga pouco, mas, se pegarmos as estatísticas, nos últimos dez anos não se vai encontrar. São casos antigos. A igreja fez um grande esforço para que não ocorresse mais. E está tomando providências também quanto ao passado, porque é algo que nos entristece bastante. Hoje, falar mal da igreja está na ordem do dia. Falar mal vira manchete. É uma coisa que ocorre agora e então isso tira um pouco da verdade dos fatos. O fato existiu. A igreja perde perdão e a igreja procura se lembrar, mas não há interesse de escrever isso. Quanto aos casos de abuso, existiram. Devemos reconhecer e mudar. Espero que as coisas comecem a entrar nos eixos. Estive em Roma no final de setembro para visitar o papa e via-se no Vaticano uma grande animação quanto ao resultado da visita do papa à Inglaterra. A imprensa falava mal do papa no mundo inteiro. Aqui no Brasil, isso não foi divulgado. Mas teve gente da imprensa inglesa que pediu perdão por isso ao papa. E agradeceu a visita.

Notisul – Quais são os planos para Tubarão?
Dom Wilson
– Agora estamos reiniciando os planos de elaboração das pastorais. Para o próximo ano, a preocupação é com as pastorais, com todas as comunidades. Todos são levados a dar a sua contribuição. Essa é a principal preocupação no primeiro semestre.

Educação estadual: Ameaça de nova greve

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Zahyra Mattar
Tubarão

O fim deste ano letivo poderá ser de novo embate entre professores e governo do estado. A categoria fará a última assembleia geral na quarta-feira da próxima semana, em Florianópolis, e poderá votar por paralisar as atividades neste fim de bimestre ou no início do próximo ano letivo, em fevereiro.

Tudo dependerá de como o governo vai encarar a pauta de reivindicações da classe. O principal ponto de discussão é quanto à implantação do ensino de nove anos. O novo sistema foi instituído pelo Ministério da Educação (MEC) 2005 e adotado por Santa Catarina no ano seguinte.

O problema, reclamam os professores, é que o antigo modelo não foi levado adiante. O resultado será um excesso de alunos em 2011. E o pior, não há vagas para todos. Para os professores, o reflexo é que muitos perderão benefícios adquiridos, como a regência de classe, por exemplo, e horas-aula.

O resultado, assinala a coordenadora estadual do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte), Alvete Pasin Bedin, é a diminuição dos salários, que já não são lá grandes coisas.

“Em 2006, todos as crianças com 6 e 7 anos foram colocadas na primeira série do ensino fundamental. No próximo ano, será necessário duas quintas séries. Uma para os alunos de 6 anos, que ingressaram pelo novo modelo, e outra para os de 7, que eram do anterior, de 8 anos”, explica Alvete.

O Sinte quer a manutenção das quintas e da sextas séries em ambos os modelos para garantir vagas a todos os alunos. O piso nacional do professor, ainda não implantado em muitos municípios, também integrará a pauta.

Pauta da assembleia
• Implicações do ensino de 9 anos em 2011.
• Piso nacional dos professores.
• Excessos de alunos na sala de aula no próximo ano letivo.

O encontro será às 14 horas, no Clube 12, em Florianópolis.

Anulação do Enem é pedida

A Defensoria Pública da União (DPU) recomendará ao Ministério da Educação (MEC) a anulação das provas aplicadas sábado, primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Se até a quarta-feira da próxima semana o governo não acatar o pedido e definir uma nova data para reaplicar o teste, o órgão ajuizará uma ação civil pública contra a pasta.

As provas aplicadas a 3,3 milhões de candidatos apresentaram erros que podem prejudicar os estudantes. Vinte e um mil cadernos de prova amarelos tinham erro de montagem e não continham todas as 90 questões aplicadas. Não se sabe ainda quantos candidatos foram prejudicados.

Contudo, o ministro da educação, Fernando Haddad, descartou ontem a necessidade de anular as provas do Enem. Para ele, o número de candidatos prejudicados não justificaria reaplicar o teste. Ontem, a justiça federal no Ceará recomendou a anulação da prova por considerar que os alunos que vão refazer a prova não terão respeitadas as condições de isonomia de um concurso.

Caso haja obrigação judicial em realizar o exame, a aplicação da segunda prova não atrasaria, garante o ministro, a divulgação dos resultados do exame (previsto para a primeira quinzena de janeiro). Além disso, os custos seriam arcados pela própria gráfica, que ontem admitiu o erro na impressão dos cadernos amarelos e poderá pagar uma multa pelo erro, conforme prevê o contrato.

Duplicação da BR-101: Atenção ao novo desvio em Tubarão

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Tubarão

Os usuários da BR-101 devem prestar muita atenção quando passarem pelas proximidades do viaduto sul de acesso a Tubarão, no bairro Morrotes. Na rua que margeia a rodovia, a José Alberto Nunes (sentido norte/sul), a empresa Triunfo executará, até amanhã, a escavação de sarjetas e edificação de bocas-de-lobo no trecho.

O trânsito foi desviado e o fluxo de veículos é normal, sem congestionamentos. Mas há homens e máquinas pesadas no local e, por isso, a atenção deve ser redobrada. Entre esta quinta e sexta-feira, a empresa realizará trabalhos de fresagem e recapeamento asfáltico na rua. O local não será interditado para realização dos trabalhos, mas o tráfego será alternado entre as pistas utilizadas para acesso ao viaduto do bairro Morrotes.

A rua José Alberto Nunes possui aproximadamente um quilômetro e serve de acesso aos bairros Humaitá de Cima, São João (ME) e uma parte do bairro Morrotes, onde há grande concentração de residências, sete revendas de automóveis, empresas de transporte rodoviário e várias oficinas elétricas e mecânicas.

Poluição: Cinzas incomodam moradores

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Karen Novochadlo
Capivari de Baixo

O vento forte da última semana trouxe trabalho extra para alguns moradores do centro de Capivari de Baixo. Cinzas de uma antiga bacia foram levadas pela ventania a algumas casas da cidade. No Complexo Jorge Lacerda, Tractebel, a garantia é que já foram tomadas providências para que o problema não volte a ocorrer.

As cinzas são provenientes das obras de drenagem, acesso e do lago artificial do futuro do Parque Ambiental Jorge Lacerda. Para a recuperação da área, uma antiga bacia de carvão, os funcionários cobriram a terra com cinzas e em seguida com argila. Contudo, escavações no local expuseram em montes o material que havia sido aterrado.

A aposentada Maria do Carmo Silva, 73 anos, que mora próximo à empresa, reclama da poeira expelida pela usina. As marcas da sujeira estão impregnadas na casa e nas paredes brancas. A moradora conta que o vento sul piora a situação, como ocorreu na última sexta-feira. “A ventania trouxe mais sujeira”, relata Maria do Carmo.
Outra moradora, Editeh Lima da Conceição,71 anos, revela que as cinzas da usina a incomodam só nos dias de vento, principalmente nordeste. Nos outros dias, não vê problemas. Segundo ela, a situação tem melhorado nos últimos anos.

O Notisul também recebeu e-mail de protesto de um outro morador, que pedia que a empresa tome medidas para que as cinzas não voltem a incomodar a população.
Segundo a Tractebel, a situação deverá melhorar nos próximos dias.

Parque Ambiental Jorge Lacerda
Com uma área de 40 hectares, o Parque Ambiental Jorge Lacerda é construído em uma antiga bacia de cinzas. O local terá um anfiteatro, salas de aula, horto-florestal, museu ao ar livre, centro de sustentabilidade, lago artificial. No próximo ano, iniciarão as obras de construção civil no parque. E no fim de 2011, deverá ser inaugurado.

A um passo da solução

O problema de sexta-feira não deverá se repetir. É o que garante a direção da termelétrica. A empresa realizou uma reunião com os moradores sábado para explicar a situação e tomou algumas medidas. “Os funcionários passaram a espalhar as cinzas para evitar a formação de montes, que podem ser facilmente levados com o vento”, explica o gerente de geração térmica Artur Roberto Frota Ellwanger.

O material também será molhado constantemente. Três caminhões pipas foram contratados para molhar as cinzas e serão comprados seis ou sete asperssores (canhões d’água) para a irrigação. “Em algumas áreas, foi comprado mais argila para o aterro e também serão plantadas sementes de grama”, detalha Artur.

Também foi contratado um fiscal para cuidar da obra e garantir que a ‘chuva’ de cinza não se repita. A previsão é que as obras de drenagem do parque ambiental durem mais dois meses. “É uma parte pela qual temos que passar. Faremos o possível para não agredir os moradores”, explica o gerente administrativo Paulo César da Rosa. Caso algum morador volte a ter problemas deve entrar em contato com a Tractebel, pelos telefones 3621-4020 (horário comercial) ou 3621-4071 (nos fins de semana).

Saúde pública: Xô, borrachudo!

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Tubarão

De um lado, um “batalhão de soldados” formado pela comunidade de Sertão dos Corrêa, todos munidos com “armas” disponibilizadas pela prefeitura de Tubarão. Do outro, o maligno mosquito borrachudo, que atormentava as pessoas.

Mas o reino do borrachudo ruiu. A parceria entre a prefeitura e a comunidade, uma das mais atingidas pelo problema, surtiu efeito. Os incômodos insetos quase não são mais percebidos depois que os moradores uniram-se em um mutirão para dedetizar as margens do Rio Corrêa e dos córregos que cortam a região.

O combate é feito com a aplicação do BTI, um produto natural, fornecido pela prefeitura, que elimina a larva do mosquito. “Com apenas uma aplicação, já é possível constatar a diminuição dos borrachudos”, atesta Matorino Bittencourt, morador do bairro e coordenador das equipes de extermínio do inseto. Mais três aplicações do BTI serão feitas nas próximas semanas para erradicar o borrachudo da comunidade.

Segundo o secretário adjunto de planejamento da prefeitura, Carlos Ghislandi, a infestação de borrachudos é resultado do desequilíbrio ambiental. “A presença de dejetos na água, o uso indevido dos defensivos agrícolas e o desmatamento são as principais causas da proliferação. Como os rios e córregos ficam destruídos, não há predadores, como peixes e outros insetos, para fazer o controle do borrachudo”, detalha Ghislandi.
A aplicação de BTI para combater o inseto é realizada também na comunidade de Rio do Pouso. Os efeitos também são positivos.

Programa municipal de combate será criado
O problema gerado pela proliferação descontrolada do borrachudo em Tubarão culminará na formulação de um programa municipal de combate ao inseto. O projeto prevê a criação de leis e a instituição de ações educativas, para conscientizar a população quanto à construção de fossas com filtro e sumidouros para os resíduos humanos nas propriedades; a recuperação da mata ciliar; a limpeza e a conservação de córregos, entre outras medidas importantes.

Voto regional: Campanha continuará a ser feita nas próximas eleições

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Tubarão

A campanha Voto regional: a força do sul nas urnas será um movimento contínuo pelo desenvolvimento regional. A decisão e o enfoque ao trabalho, daqui para frente, é resultado de um encontro realizado ontem, na Associação Empresarial de Tubarão (Acit), cujo intuito foi avaliar os resultados das urnas no último mês.

O encontro serviu ainda para reforçar a importância da parceria entre as classes empresarial e política, sempre de modo suprapartidário, pela celeridade dos pleitos ligados ao desenvolvimento do sul catarinense.

Um próximo encontro entre as entidades empresariais, ainda sem data definida, deverá atualizar a lista de pleitos a serem defendidos pelo movimento Voto Regional. O governador eleito, Raimundo Colombo (DEM), deverá participar.

A reunião contou com a presença dos deputados eleitos Edinho Bez (PMDB), José Nei Ascari (DEM) e Valmir Comin (PP), do secretário de desenvolvimento regional em Tubarão, Haroldo de Oliveira Silva (PSDB), o Dura, além dos presidentes e representantes das associações de Tubarão, Criciúma, Jaguaruna e da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Tubarão.

Natação: Mais 11 medalhas na coleção

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Bombinhas

Tubarão teve o seu nome representado em mais um pódio em provas de natação de Santa Catarina. Dezesseis atletas conquistaram 11 medalhas para a cidade na disputa da prova de travessias da segunda etapa do Circuito Mercosul 2010/2011, na tarde de domingo, na praia do Canto Grande, em Bombinhas.

Quase 800 nadadores dos três estados do sul participaram da prova. A Cidade Azul foi representada por atletas da Associação Tubaronense de Natação (ATN), que figurou em praticamente todos os pódios das provas disputadas este ano em dezenas de cidades catarinenses, do Rio Grande do Sul e Paraná.

Medalhas de primeiro a décimo colocado foram conquistadas pelos tubaronenses. O nadador Vitor Dionísio Müller, campeão na categoria sardinha (11-12 anos), foi destaque.

Outros medalhistas de Tubarão/

• Categoria sardinha (11 – 12 anos)
Vinicius de Medeiros Moreira – 7º lugar
Luis Fernando Sebastião Silva – 9º lugar

• Categoria manjuva (13 – 14 anos)
Cassiano de Souza Benedetti – 3º lugar
Caroline Fernandes de Souza – 3º lugar
Isabel Borges Becker – 5º lugar
Gustavo Porto Paes Nunes – 10º lugar

• Categoria tainha (25 – 29 anos)
João Batista Coelho Jr. – 7º lugar
André Lemos – 9º lugar

• Categoria marimbau 35 a 39 anos
Ricardo Ramos Nobre – 7º lugar

• Categoria bonito 50 a 54 anos
Marcio Roberto Medeiros – 7º lugar

Casa de Semiliberdade: Faltam só 21 dias para terminar prazo

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Rafael Andrade
Tubarão

Casa de Semiliberdade… Em resumo e na prática, a reinauguração da instituição para atender menores não ocorrerá este ano. Esta será uma tarefa para ser resolvida pelo próximo governo.

“A Amurel necessita muito de uma casa desta, pois a incidência de adolescentes infratores na região é muito grande e a carência de um local adequado para recuperá-los é evidente. O estado peca em suas tarefas e vamos cobrar”, avisa o promotor da infância e juventude da comarca de Tubarão, Osvaldo Cioffi Júnior.

Há mais de um ano, o poder executivo tenta reimplantar a instituição na região. Tubarão foi a cidade escolhida por apresentar o maior índice de criminalidade envolvendo menores. O prazo do poder executivo para a reinstalação termina em 21 dias (1º de dezembro) e não há nenhum operário trabalhando no galpão escolhido para ser transformado em casa, no bairro São João margem esquerda.
Somente em 2011, talvez, no fim do ano, o local deverá ficar pronto. A casa terá capacidade para 16 adolescentes infratores.

O entrave ‘da vez’ é que a Organização Não-Governamental (ONG) Oficina da Arte Comunitária (Odac), que deve ser a responsável pela administração, não irá mais executar melhorias com dinheiro próprio. “Tentamos duas vezes. Investimos cerca de R$ 75 mil em duas casas – no bairro Oficinas e no Centro de Tubarão. Todas foram repudiadas por moradores e até por alguns políticos. Agora, somente aguardaremos a reforma e readequação deste galpão”, reforça a coordenadora administrativa da Odac, Adriana Silva.

Fora do processo
Com a não participação de pessoas fundamentais para a reinauguração da casa, como os representantes da Odac e do secretário de desenvolvimento regional em Tubarão, Haroldo Silva, o Dura – ele reforça que tentou ajudar, mas lhe informaram que isto era um assunto do Departamento de Justiça e Cidadania (Djuc) -, a obra deve demorar ainda mais. A inexistência de uma casa deste porte na região deixa o número de vagas restrito a 12 adolescentes infratores no Centro de Internação Provisória (CIP).

Multa
Caso o poder executivo não cumpra o prazo para reinstalar a Casa de Semiliberdade em Tubarão – até 1º de dezembro -, pagará uma multa salgada estipulada pelo poder judiciário. O valor deve girar em aproximadamente R$ 1 mil por dia e deverá ser descontado diretamente da folha de pagamento do secretário estadual de justiça e cidadania, Justiniano de Almeida Pedroso, segundo o promotor da infância e juventude de Tubarão, Osvaldo Cioffi Júnior. “Se estipulamos a multa para ser paga pelo estado, o povo acaba pagando por meio de impostos”, explica Cioffi.

Auxílio na capital: Seis PMs da região são convocados para operação

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Tubarão

Até sexta-feira, seis policiais militares da região de Tubarão, que atuam em moto-viaturas, ficarão em Florianópolis para auxiliar na Operação Rocan, deflagrada pelas policias militar e civil de Santa Catarina.

A operação é organizada pela secretaria estadual de segurança pública e iniciou na quarta-feira da semana passada. O objetivo é frear o aumento assustador do índice de violência na capital e cidades vizinhas.

O número de homicídios este ano, na Grande Florianópolis, teve um acréscimo próximo aos 35% comparando ao mesmo período de 2009. Um dos crimes que mais preocupam as autoridades é o assalto à mão armada, que ocorre todos os dias.

Quase 500 policiais atuam na operação. “Enviamos seis PMs da nossa região. Este tipo de operação mostra que há muita preocupação com o assunto violência urbana”, informa o coronel Fernando José Luiz, comandante da 8ª Região da PM, com sede em Tubarão.