terça-feira, 21 abril , 2026
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Sabe o que os astros reservam para você hoje?

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Áries (21/03 a 20/04)
A posição do planeta Vênus indica o desafio de agir com maturidade e responsabilidade nos relacionamentos. Conscientização dos limites, dos conflitos, das estruturas rígidas e das situações estagnadas.

Touro (21/04 a 20/05)
Vênus está em contato com Saturno, indicando que você se dá conta das limitações emocionais e dos relacionamentos. Em questões financeiras e negócios, aja com maturidade, ou poderá ter prejuízos.

Gêmeos (21/05 a 20/06)
Em seu signo, o planeta Vênus faz aspecto com Saturno, indicando que você tende a estar receoso e se sentindo inadequado. Momento importante em seus relacionamentos, valores pessoais e em família.

Câncer (21/06 a 21/07)
Tendem a estar enfatizadas hoje as imperfeições e dificuldades afetivas e dos relacionamentos. A percepção dos problemas pode estimular a agir de forma diferente do habitual, mas pode acentuar a defensividade.

Leão (22/07 a 22/08)
Ser realista não é o mesmo que ser pessimista, leonino. Cuidado com a tendência a enfatizar as dificuldades. Momento que pede de você muita maturidade, mas também flexibilidade. Cautela.

Virgem (23/08 a 22/09)
Saturno está em contato com Vênus, indicando dificuldades e limitações que pedem atitude madura, virginiano. Não foque a energia nos problemas, mas nas soluções que vem da flexibilidade. Não se aferre ao passado.

Libra (23/09 a 22/10)
Seu regente Vênus está em contato com Saturno, simbolizando o teor de seriedade e responsabilidade do céu de hoje. Você tende a estar focado nas dificuldades, o que pode restringir a possibilidade de soluções concilatórias.

Escorpião (23/10 a 21/11)
Dificuldades envolvendo entrega emocional, compreensão psicológica e emocional e rigidez de atitude, escorpiano. Relacionamentos e negócios estão hoje sob uma energia tensa, dificultando compartilhar e confiar. Momento importante para reconhecer o que precisa ser conscientizado.

Sagitário (22/11 a 21/12)
Hoje tende a ser mais dificíl a harmonia dos relacionamentos, já que há a tendência a agir com excessiva cautela. Desafios envolvendo vida pessoal e profissional, bem como os relacionamentos e a carreira.

Capricórnio (22/12 a 20/01)
O regente capricorniano, Saturno, está em contato desafiador com Vênus, indicando desafios amorosos e nas relações. Possibilidade de atrito com colegas, devido à discordância de opiniões e a teimosia de velhos pensamentos.

Aquário (20/01 a 19/02)
Você tende a refrear e reprimir sentimentos e isso pode causa dificuldade de compartilhar a intimidade, aquariano. Não deixe que a sensação de inadequação oprima a sua capacidade de amar e de se relacionar. Prazer e dever devem ser complementares.

Peixes (20/02 a 20/03)
Questões desafiadoras envolvendo a vida em família e os relacionamentos. Não seja severo ou crítico com as pessoas. Dificuldade de partilhar o que está sentindo, o que pode ampliar a sensação de solidão e de medo.

Mais um excelente aviso da natureza

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Como felizmente não houveram vítimas, tão pouco prejuízo de grande monta (ficou no transtorno de casas e ruas alagadas e trânsito caótico), pode-se dizer que a cheia do rio Tubarão, na última quarta-feira, teve efeito de susto pedagógico.

Foi uma belíssima lição da natureza, para que: a) os céticos acreditem, de uma vez por todas, que outra tragédia como a de 74 é possível, devido ao fenônemo da recorrência e das fortes chuvas que vêm caindo ultimamente, e que são as medidas preventivas e de reação eficiente que farão a diferença – objetivo dos seminários que fazemos (câmara municipal, Area- TB e Defesa Civil), desde 24 de março do ano passado, 35º aniversário da última grande cheia; b) a municipalidade priorize a busca dos recursos para a macrodrenagem da margem esquerda e de outros pontos da margem direita, claramente identificados, que alagam muito antes do rio transbordar e para as próximas etapas da redragagem do rio Tubarão, cujo projeto resultante da batimetria, que apontou 42% de assoreamento, seja viabilizada.

Uma vez que as áreas de bota-fora já estão resolvidas, faltando as licenças ambientais (para as quais o estado é parceiro do município), indispensáveis para alavancar os R$ 80 milhões (já se fala em R$ 50 milhões) para conclusão da obra, ou R$ 20 milhões para as áreas críticas. Priorize também a instalação de sensores ao longo do rio, de Tubarão a Lauro Müller, com o objetivo de monitorar o avanço das águas e transmitir via internet, o que ganharia tempo para as providências; b) as escolas intensifiquem o trabalho com os alunos, os sinos das igrejas soem novamente e que mais lojistas baixem as portas em todos os 24 de março, para que não esqueçamos, ou conhecemos melhor o que aconteceu em 74, e evidemos esforços para que não mais aconteça, como prevê a Lei Municipal nº3289/09; d) os tubaronenses atendam os chamados da Defesa Civil para os necessários treinamentos, e que esta prepare de fato a articulação para o socorro às vítimas e de alojamentos, no caso do rio transbordar; e) as marcas da tragédia de 74 sejam preservadas e divulgadas para roteiros de visitas e estudos; f) o Núcleo de Pesquisas Sobre Desastres Naturais da Unisul possa aprimorar o mapa de risco geotécnico de Tubarão; g) o Ministério Público apresse o termo de ajuste de conduta, já proposto, com a finalidade de conter invasões, que se tornam, inevitavelmente, áreas de risco; h) os tubaronenses, onde quer que estejam, coloquem os seus lixos nas lixeiras para que a prefeitura os recolha adequadamente e não entupam bueiros e valas que facilitam os alagamentos.

Se o susto não serviu, se a lição não foi aprendida, vidas e patrimônios públicos e privados poderão se perder. E não foi por falta de mais um aviso, ou melhor, um excelente aviso da natureza.

Defesa Civil: “Qualquer anúncio levaria a cidade ao pânico”

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Zahyra Mattar
Tubarão

Notisul – Como foi organizada a ação para o episódio desta semana?
Zé Luiz
– Começamos a monitorar, já no começo da semana, as previsões meteorológicas e o volume de chuvas nas cidades da encosta da serra e do Vale do Braço do Norte. Na quarta-feira, às 8 horas, fizemos um histórico das dez últimas horas para saber quanto de água chegaria aqui. Esta cadeia de informação é importante para organizar as ações. Pela manhã, já sabíamos que ao meio-dia teríamos problemas, áreas inevitavelmente ficariam alagadas. A chuva da serra e no Vale leva de oito a dez horas, dependendo da intensidade, para chegar em Tubarão. Às 15 horas, o nível do Rio Tubarão começou a encher e continuou a subir até as 9h30min. A nossa previsão era que o rio chegaria a 5,20 metros acima do normal. Chegou a 5,30 metros.

Notisul – Como você chegou a este valor?
Zé Luiz
– Em 1996, fui presidente do Conselho da Defesa Civil. Naquela época, fiz um mapeamento das cheias em toda a cidade. Com 4 metros, o rio transborda na Madre, chega na estrada. Com 4,50, já atinge a casa das pessoas. Tanto que a Madre foi o primeiro lugar onde agimos. Depois é o Bom Pastor, onde o rio transborda com 4,80 metros. No centro, estabelecemos como nível de alerta total o nível de 5,20 metros. Com 5,50 metros, já temos alagados o São João, Andrino, KM 60 e 63, Guarda-MD, Passagem, Dehon. Na quarta-feira, quando chegou em 5,10 metros, fizemos a primeira reunião para definirmos as ações. Imediatamente, abrimos dois pontos de abrigo temporário – o ginásio Jacob May, na margem esquerda, e o Warmuth Teixeira (do ferroviário), na direita. Temos 16 locais cadastrados. Graças a Deus, não foi preciso utilizá-los.

Notisul – Mas o rio passou do previsto. Não se cogitou fechar as pontes e tirar as pessoas da casa como prevenção?
Zé Luiz
– Este tipo de ação, claro, integra o plano de contingência provisório. Mas qualquer anúncio neste sentido levaria a cidade ao pânico. Além disso, não chovia mais na serra e no Vale. Não havia motivo para tomar qualquer atitude neste sentido. Seria, no mínimo, irresponsável. Se tivéssemos qualquer indício de aumento, aí sim faríamos o alerta emergencial para toda a cidade e fecharíamos o comércio, interditaríamos ruas e pontes.

Notisul – Quais os locais com maiores problemas?
Zé Luiz
– Não vejo o local com maior problema, vejo os problemas que atrapalharam como um todo. Um deles foi o refluxo da água do rio para as áreas mais baixas. Isso ocorreu no Pantanal, Humaitá, Morrotes e no Dehon, por exemplo. A drenagem feita em virtude das obras da BR-101 não foi concluída, o rio subiu e a água começou a voltar pela tubulação e alagar as comunidades. Outra preocupação era com o talude que cerca o Rio Capivari com a fazenda do Revoredo. Em 1996, este talude rompeu e toda a água do Capivari desceu e encheu o Revoredo inteiro. Desta vez, não tivemos problemas.

Notisul – Por que a água demorou tanto para baixar?
Zé Luiz
– O mar estava cheio, o rio estava cheio e não tinha por onde a água escoar. Mas o maior complicador é que na segunda calha do rio existe uma fileira de árvores plantadas. Isto dificulta ainda mais o escoamento da água porque engalha tudo ali. Agora vamos trabalhar para eliminar todas estas árvores. Documentamos tudo para argumentar junto ao Ministério Público.

Notisul – Sua casa alagou?
Zé Luiz
– Alagou. Perdi um monte de coisa. Sofá, geladeira, móveis. Minha família lá alagada e eu aqui, trabalhando. Minha mulher ligava e dizia: “Eu também sou flagelada, socorro!” (risos). Mas faz parte. Não tinha como atendê-los porque não posso preterir uns em detrimentos de outros. A responsabilidade é enorme. É com uma cidade inteira. É uma situação complicada e difícil de lidar. Afinal, é minha família né!?

Notisul – Qual o momento mais difícil?
Zé Luiz
– Foi na tarde de quarta-feira. Às 14 horas, os carros do Bombeiros, da Defesa Civil, PM, Exército e outros órgãos que prestavam socorro não conseguiam ajudar ninguém porque as pontes ficaram interditadas devido ao excesso de veículos. Por isso que batemos na tecla de que as pessoas devem escutar a orientação da Defesa Civil. Não devem sair de casa para ver o rio, nem passar informação não oficial para frente. Os boatos de que uma barreira rompeu em Lauro Müller e a hidrelétrica de Santa Rosa de Lima tinha rompido só deixaram todos desesperados. Um ato completamente irresponsável.

Notisul – Se o rio transbordar no centro, você tem uma noção do prejuízo?
Zé Luiz
– Se o rio transbordar no centro, 80% das áreas baixas alagam. A área central concentra a maior parte do comércio. O prejuízo seria alto. Esta semana houve bastante estragos. Neste momento (manhã de sexta-feira), seis equipes estão na rua para levantar todos os estragos para entregarmos à Defesa Civil Estadual. Na segunda-feira, teremos uma estimativa. Mas já sei que o estrago é grande, mesmo porque Tubarão já estava em situação de emergência desde o dia 5 de abril. Em 38 dias, o que estava ruim ficou pior.

vNotisul – Como você avalia a atuação da sua equipe neste episódio?
Zé Luiz – Boa. Todos aqui têm família, e ninguém arredou o pé um minuto sequer. Mas houve falhas e não posso fechar os olhos. Pelo contrário. Acho bom ver onde erramos para nos organizarmos melhor. Uma destas falhas foi quanto a comunicação. Demoramos para disseminar a informação para a imprensa. O resultado foi aqueles boatos irresponsáveis que deixaram a cidade um caos. Outra coisa que faria diferente é quanto a convocação do grupo de emergência. Chamamos o pessoal em etapas e aprendemos que isso deve ser feito de uma vez só. Também falhamos quanto ao sistema de alerta à população. Com o plano de contingência oficial, que fica pronto em julho, teremos seis sirenes espalhadas em pontos estratégicos da cidade. Mas agora você sabe como é feito este aviso? Pois é, ninguém sabe. Enquanto o plano oficial não fica pronto, o aviso de alerta máximo é feito pelas rádios, pelos sinos das igrejas e sirenes das polícia, da Guarda Municipal e da Defesa Civil.

Pedofilia: 4 casos em investigação

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Priscila Alano
Tubarão

Hoje lembra-se o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Em Tubarão, os números preocupam. Somente neste ano foram registrados sete casos suspeitos de abuso sexual na Delegacia da Criança, do Adolescente e de Proteção à Mulher e ao Idoso. Ano passado foram 16 ocorrências.

A delegada Vivian Garcia Selig explica que dois dos sete casos foram comprovados e os acusados presos. Um foi descartado por falta de provas e os outros quatro seguem em investigação. “Em alguns casos são difíceis comprovar se houve abuso sexual, os inquéritos são mais complexos. Em outros há necessidade de parecer psicológico, por exemplo”, detalha a delegada.

Vivian orienta os pais para que tenham um diálogo aberto com os filhos, percebam mudanças de comportamento e acompanhem os locais que frequentam. “É necessário prestar atenção aos sinais da criança, pois na maioria dos casos o agressor é uma pessoa próxima e ameaça a vítima e seus parentes”, orienta.

Casal é preso
acusado de pedofilia

Um casal foi preso ontem, em Capivari de Baixo, acusado de pedofilia. O caso foi registrado na Delegacia da Criança, do Adolescente e de Proteção à Mulher e ao Idoso de Tubarão em novembro de 2009, e era prioridade nas investigações. O homem tinha uma relação extraconjugal com a irmã das vítimas, uma menina de 11 anos e um garoto de 15 anos.

O casal mantinha relações sexuais na frente dos menores. Eles foram indiciados pelos crimes de estupro, satisfação da lascívia (pensamentos ou atos imorais que induzem a sexualidade), e mediação à lascívia de outrem. A pena pode variar de 12 a 21 anos.

Conselho Tutelar já registrou
dez casos de abuso este ano

Carolina Carradore
Tubarão

Casos de violência e abuso sexual são atendimentos comuns no Conselho Tutelar de Tubarão. Em 2009, foram 14 casos de violência sexual com crianças e adolescentes.
Neste ano, dez crianças – a maioria meninas – foram atendidas pelo órgão. Toda denúncia é verificada pelos conselheiros. Os pais são incentivados a registrarem Boletim de Ocorrência (BO) e à criança é garantida primeiramente toda assistência médica necessária. Em seguida, um exame de corpo delito comprovará, ou não, o crime.

A conselheira Camile Felix orienta os pais a prestarem mais atenção nas atitudes dos filhos. “Toda mudança de comportamento é preocupante. Os responsáveis precisam estar atentos. Isso sem falar que, na maioria das vezes, o agressor é uma pessoa conhecida da família”, enfatiza. Casos de suspeitas de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes podem ser denunciados por meio do telefone 3626-4998 ou pelo Disque 100.

Exames de endoscopia: “Não há o que temer”, diz especialista

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Carolina Carradore
Tubarão

O falecimento de duas mulheres após a realização de um exame de endoscopia, em Joaçaba, no oeste do estado, deixou a população catarinense preocupada e insegura quanto a realização do procedimento. Mas o gastroenterologista Jaime Cesar Souza, um dos diretores da Clínica Pró-Vida, de Tubarão, garante: “não há o que temer’.

Especialista em endoscopia há 30 anos, Jaime ficou surpreso ao saber das mortes causadas pelo procedimento. Em toda a carreira nunca presenciou nenhum problema relacionado a endoscopia. “Aqui na Pró-vida realizamos o exame há 19 anos e nunca tivemos o menor problema. Isso foi uma surpresa no Brasil inteiro”, ressalta. Na clínica são realizados diariamente 20 procedimentos deste tipo. No município, a média diária é de 70 exames.

O médico entrou em contato com a Sociedade de Endoscopia Digestiva e a Associação Catarinense de Medicina para ficar a par da situação. “É possível que tenha ocorrido alguma reação no medicamento. De fato foi um caso isolado”, considera.
O gastroenterologista tranquiliza a população e garante que o exame é 100% seguro. “Não há o que temer. Em Tubarão tudo é feito da maneira mais segura possível”, atesta Jaime.

Como funciona

A endoscopia é feita por meio de um aparelho flexível que contém na ponta uma microcâmera. O equipamento é introduzido via oral para examinar esôfago, estômago e duodeno. Antes do procedimento, o paciente ingere gostas de dimeticona (princípio ativo do medicamento Luftal) e spray de lindocaína (anestésico local). Um sedativo é aplicado para ajudar a pessoa relaxar. Após a realização do exame, o paciente fica em observação de 20 a 40 minutos.

Sistema prisional: Ressocialização para 40 detentos

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Rafael Andrade
Tubarão

Seis detentos conquistaram vagas para trabalhar dentro do próprio Presídio Regional de Tubarão. O grupo foi contratado pela Botega ThermoSystem, que fechou uma parceria com a direção da unidade carcerária. Os trabalhos iniciaram ontem. Outras quatro empresas proporcionarão trabalho de ressocialização.

“Já fechamos com uma fábrica de bolas, de grampos, de acabamento de móveis e de rejuntes. São empresários que perceberam a boa mão-de-obra dos 310 presos que estão aqui (no presídio, até ontem à tarde) e pode ser bem aproveitada. Ao mesmo tempo, a reeducação é garantida”, informa o diretor, Décio Paquelin.

Quarenta presidiários serão beneficiados enquanto não fica pronto o novo prédio da unidade prisional tubaronense, no bairro Bom Pastor. “Agora, não temos muito espaço para a realização de trabalhos internos, mas pretendemos ampliar a mão-de-obra e as parcerias com outras indústrias depois de concluído o novo prédio”, revela Paquelin.
Um detento que produz redes de pescas também trabalha em uma sala especial do presídio. “Eu já fazia isto lá fora e me deram esta oportunidade aqui. Agradeço”, comemora um presidiário.

As indústrias remuneram os reclusos de acordo com a produtividade. O salário é pago ao familiar mais próximo. E o que os deixa mais felizes é saber que, a cada três dias trabalhados, um é descontado da pena. Eles produzem em dois períodos: das 8h30min às 11 horas e das 13 às 17h30min – de segunda à sexta-feira. “Ocupamos a mente durante este tempo e o melhor: reduzo a minha pena a cada três dias”, frisa um outro presidiário.

Homicídios: Seis seguem sob investigação

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Tubarão

Como se fosse um quebra-cabeça. Dos nove homicídios registrados este ano, em Tubarão, cinco seguem sob investigação. Quatro foram elucidados. O único homicídio registrado em Pedras Grandes no ano passado também segue sem respostas. Os fatos são analisados pela jurisdição da Central de Operações Policiais (COP) de Tubarão. O delegado Marcos Ghizoni coordena os inquéritos, auxiliado pelo delegado Bruno Ricardo Vaz Marinho.

A última morte em Tubarão levantou muitas dúvidas e fez aumentar a hipótese da Polícia Civil de que há uma ligação envolvendo três assassinatos: o de Bento de Souza, 56 anos, Euclides Cardoso Júnior, 37, e Cláudio Virgínio Silveira, o Coquinho, 31.

Os dois primeiros eram sócios-proprietários da empresa JF Guinchos, de Tubarão. Cláudio, morto na última quinta-feira, era um ex-funcionário da empresa. Em todos os casos, o assassino utilizou uma pistola e fugiu sem deixar pistas.
“Há hipóteses nestes casos. Como eram sócios e um ex-funcionário da mesma empresa, desconfiamos que estes casos possam ter alguma ligação. É, no mínimo, estranho e uma grande coincidência”, informa o investigador Walker Mendes Cardoso.

Bento foi executado com 11 tiros, no dia 13 de novembro do ano passado, em Pedras Grandes. Antes, foi sequestrado em seu apartamento, em Laguna, e levado para o bairro Madre, em Tubarão, onde a polícia encontrou a sua caminhonete.
Euclides morreu no dia 19 de fevereiro, após ser alvejado por seis tiros, no bairro Revoredo, em Tubarão. Coquinho foi alvejado com oito disparos, no bairro Morrotes, também em Tubarão.

Outros casos sem respostas

Fabiano Cardoso, o Bica, 31 anos, ex-jogador do futebol amador tubaronense pelo time do Caeté, foi alvejado por três tiros. O crime ocorreu no dia 5 de março, na rua Pedro Souza Lima, no Morro do Caeté, bairro Oficinas. Dois homens chegaram a ficar detidos por 30 dias, acusados de matar Bica, mas foram soltos por falta de provas.

Diogene Pierre da Silva, o Dódi, 31 anos, foi executado no último dia 6, com três tiros na cabeça – na região da nuca -, em sua casa, no bairro Passo do Gado, enquanto dormia em um sofá. Ele havia levado dois tiros na noite anterior, no tornozelo e joelho, e não procurou socorro médico.

Cristiano da Silva Silvano, o Laguna, 35 anos, foi morto na noite de 16 de janeiro. Ele foi atingido por seis tiros na comunidade da Área Verde, bairro Passagem. Foi o primeiro assassinato deste ano registrado em Tubarão. Dois menores chegaram a prestar depoimento e confessaram ter matado Laguna, mas a polícia não acreditou na versão. “Os adolescentes acobertaram o verdadeiro autor”, informa um investigador.

Acesso ao Aeroporto Regional: Obra tem 3 concorrentes

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Carolina Carradore
Jaguaruna

Mais um passo foi dado rumo à concretização do Aeroporto Regional Sul, em Jaguaruna. O processo licitatório para a construção do acesso, através da BR-101, tem três concorrentes – uma empresa e dois consórcios -, esperam o resultado das propostas.

Os envelopes com informações técnicas das empresas foram abertos na última sexta-feira. Cabe agora à secretaria estadual de infraestrutura analisar a documentação e verificar se as empresas estão habilitadas para participar da concorrência. Depois disso, será marcada uma data para a abertura dos envelopes que contém as propostas.

Ainda não há previsão do início das obras.
A obra compreende uma estrada de cinco quilômetros que ligará o empreendimento à rodovia federal. No trajeto, serão feitos um viaduto sobre os trilhos da Ferrovia Tereza Cristina (FTC) e uma ponte sobre o Rio Jaguaruna.

A segunda fase dos trabalhos no Aeroporto Regional Sul segue como esperado: 65% do cronograma está concluído. No terminal de passageiros, falta a colocação dos vidros e do piso no andar superior. A escada rolante, o elevador e a esteira para as bagagens estão instalados. No térreo, os pisos de porcelanato também foram colocados.

Segunda fase

A segunda fase da obra do aeroporto (com investimento de R$ 6 milhões) compreende a construção do terminal de passageiros, redes elétrica e hidrossanitária, climatização, subestação de energia com capacidade para 300 KVA, estação de tratamento de esgoto e de água, unidade do Corpo de Bombeiros, telecomunicação de telefonia e cabeamento estruturado, proteção contra descargas atmosféricas, paisagismo e torre de controle de tráfego aéreo.

Doe sangue!

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Priscila Alano
Tubarão

A unidade coletora de sangue de Tubarão atenderá hoje o dia todo para quem desejar fazer a doação. O dia especial é uma campanha promovida pelas acadêmicas Maira Antunes Leandro e Alessandra Viana dos Santos Nunes, do 8º semestre do curso de enfermagem da Unisul, campus Tubarão. As doações contribuirão com o estoque de sangue do Hospital Nossa Senhora da Conceição.

O material coletado será encaminhado aos pacientes que necessitarem de transfusões. As coletas podem ser realizadas das 7h30min às 16 horas, sem intervalo para o almoço. O principal tipo de sangue em falta é o O negativo, porém, os mais usados são o A positivo e o A negativo.

Podem ser doadoras pessoas saudáveis entre 18 e 65 anos, com mais de 50 quilos, e deve estar alimentado. São retirados em torno de 350 a 400 mililitros, e a coleta é realizada em dez minutos. “Apenas em torno de 10% do sangue é retirado do organismo, que recompõe naturalmente a perda”, explica Maira. A acadêmica orienta: quem for doar deve informar que a coleta é para o HNSC.

A agência transfusional do hospital realiza, em média, 528 atendimentos ao mês, e necessita manter o estoque. O setor tem como objetivo o recebimento, armazenamento, seleção, testagem e aplicação de hemocomponentes (concentrado de hemácia, plasma fresco, concentrado de plaqueta e criopreciptado) e conta com profissionais treinados pelo Hemosc de Florianópolis e Criciúma.

Doação
Ontem, um grupo de voluntárias do HNSC repassou R$ 2 mil ao hospital, para a compra de suplementos alimentares aos pacientes carentes da Unidade de Oncologia (Unionco). Foi a primeira parcela dos recursos obtidos com a venda dos produtos do bazar beneficente, promovido pelo grupo no início deste mês e que rendeu R$ 4.193,25.

Feincos: Feira abre os portões amanhã

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Tubarão

Mais de 50 profissionais trabalham na montagem da estrutura da sétima edição da Feira da Indústria, Comércio e Serviços (Feincos). A abertura do evento ocorre amanhã no Cecontu, em Tubarão. Ontem, o presidente da entidade, Eduardo Silvério Nunes, e o secretário de indústria e comércio da prefeitura de Tubarão, Estener Soratto Júnior, visitaram o local.

Empresas de diversos segmentos mostrarão seus diferenciais ao público, estimado em cerca de 100 mil pessoas até o dominogo, quando a Feincos encerra. Serão cerca de 2,5 mil metros quadrados destinados à feira e às atrações artísticas nacionais.
A arena de shows já está coberta e no momento é finalizada com os camarotes. No mesmo local ocorrerá também a feijoada da Unisul, no domingo, cuja renda será revertida à Comissão Municipal do Bem Estar do Menor de Tubarão (Combemtu).

O mesanino do Cecontu são transformados em dois auditórios climatizados com 130 lugares cada. O local servirá para receber o público que participará do seminário nacional Inovação no setor produtivo: um diferencial para o crescimento sustentável e a competitividade e o workshop Sul competitivo: ciência, tecnologia e inovação.

Programe-se

Shows
Quinta-feira (Sertanejo universitário)
Maria Cecília e Rodolfo

Sexta-feira (Perfil Anos 80)
Afonso Nigro, Leo Jaime, Nasi (IRA!), George Israel (Kid Abelha), Mauricio Gasperini (Rádio Ta xi), Claudio Zoli (foto), Banda Vega.

Sábado (Sertanejo)
Victor e Leo

Domingo (Pagode)
Pixote e Jeito Moleque (foto)

Outros eventos
(Entre amanhã e sexta-feira)
• 1º seminário nacional inovação no setor produtivo: um diferencial para o crescimento sustentável e a competitividade.
• Workshop sul competitivo: ciência, tecnologia e inovação.

Horário da Feincos
Amanhã: Abertura oficial às 20 horas e abertura dos estandes até as 22 horas.
Quinta e sexta-feira: das 14 às 22 horas.
Sábado: das 10 às 22 horas.
Domingo: das 10 às 20 horas.

Serviço
Mais informações sobre os eventos e onde adquirir os ingressos no site www.feincos2010.com.br.