Priscila Loch
Tubarão
Uma espécie de PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) da educação está prestes a sair do papel na região. Nos próximos dias, serão assinadas as ordens de serviço para reforma de 11 escolas. O investimento total será de R$ 1,529 milhão.
A maioria receberá reparos de pequeno e médio porte, como conserto do telhado e forro, melhorias elétricas, muros, quadras esportivas e pintura. As unidades beneficiadas são de Tubarão, Capivari de Baixo, Pedras Grandes, Jaguaruna e Sangão.
A escola Alice Júlia, de Sangão, receberá a maior quantia, R$ 559.270,26. A obra será autorizada na tarde desta quinta-feira, às 15h30min. “A comunidade espera por esta reforma há mais de seis anos. São mais de mil metros quadrados”, comemora o secretário de desenvolvimento regional em Tubarão, Haroldo Silva, o Dura (PSDB).
Além das escolas, também está prevista no pacote a reforma da Sociedade Recreativa e Esportiva Cerâmica Futebol Clube, no bairro São João-ME. A obra foi determinada no contrato firmado pelo governo do estado, já que o prédio foi usado por aproximadamente três anos pelos estudantes da escola Célia Coelho Cruz, enquanto o novo prédio era construído.
“Economizamos durante o ano todo para ter os recursos para estas reformas. É resultado de um trabalho da equipe”, acrescenta o secretário regional.
Outras três obras importantes devem sair do papel
Outras obras de grande importância para a região também estão previstas. A reforma de duas novas escolas e adequação da parte elétrica de 11 unidades têm tudo para ser executadas a partir do primeiro semestre do próximo ano.
As adequações elétricas custarão R$ 300 mil, e o edital ainda não foi lançado. Na mesma situação estão as melhorias previstas para a escola São João Batista, em Capivari de Baixo, com investimento de R$ 148 mil, e Campos Verdes, do balneário Campo Bom, em Jaguaruna, onde serão dispensados R$ 92 mil.
No caso da Campos Verdes, onde um novo prédio será construído, com investimento estimado em R$ 3,2 milhões, está sub judice. A obra é aguardada pela comunidade há pelo menos dois anos, desde que o prédio antigo foi demolido e os alunos passaram a estudar em um imóvel alugado pelo estado. Mas a licitação foi cancelada porque a empresa vencedora apresentou uma proposta muito abaixo do preço orçado.
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