O domingo, 5 de julho de 2026, mantém um clima de sensibilidade e introspecção com a Lua em Peixes, favorecendo a intuição, os sonhos e as conexões emocionais.
O destaque do dia é o aspecto entre Marte em Gêmeos e Plutão em Aquário, que intensifica a força de vontade, mas também pode favorecer disputas de poder, impulsividade e conflitos na comunicação. Com Mercúrio retrógrado em Câncer, o momento pede cautela nas conversas e atenção para que emoções não se transformem em mal-entendidos.
Confira as previsões para cada signo.
♈ Áries (21/03 a 19/04)
A Lua em Peixes convida você a desacelerar e cuidar da saúde emocional. O domingo favorece momentos de descanso e espiritualidade. Evite alimentar pensamentos sobre o passado e procure renovar suas energias.
♉ Touro (20/04 a 20/05)
O dia favorece encontros com amigos, projetos coletivos e causas que tenham significado para você. Apenas tenha cautela com questões financeiras e evite disputas motivadas pelo orgulho.
♊ Gêmeos (21/05 a 20/06)
Marte em seu signo amplia sua disposição e capacidade de iniciativa. Aproveite essa energia para organizar seus objetivos, mas evite agir com pressa ou impor seu ritmo às pessoas ao redor.
♋ Câncer (21/06 a 22/07)
A Lua em Peixes fortalece sua espiritualidade e amplia a vontade de buscar novos conhecimentos ou momentos de reflexão. Meditação, leitura ou contato com a natureza podem trazer equilíbrio.
♌ Leão (23/07 a 22/08)
O domingo favorece processos de transformação e desapego. Procure evitar disputas por controle nos relacionamentos e escolha o diálogo sempre que possível.
♍ Virgem (23/08 a 22/09)
Relacionamentos e parcerias continuam em destaque. A empatia será essencial para fortalecer vínculos. Evite absorver problemas ou críticas que não dizem respeito a você.
♎ Libra (23/09 a 22/10)
O momento favorece cuidados com o corpo, a saúde e a rotina. Busque atividades que proporcionem bem-estar e procure evitar discussões que possam desgastar o clima do dia.
♏ Escorpião (23/10 a 21/11)
Criatividade, romantismo e inspiração marcam este domingo. É um excelente momento para atividades culturais, lazer ou encontros afetivos. Apenas controle atitudes possessivas ou impulsivas.
♐ Sagitário (22/11 a 21/12)
A família e o ambiente doméstico pedem atenção. Conversas importantes podem acontecer, mas será fundamental agir com serenidade para evitar mal-entendidos.
♑ Capricórnio (22/12 a 19/01)
A sensibilidade favorece conversas sinceras e aproximação com pessoas importantes. Evite sobrecarga de tarefas e reserve tempo para descansar.
♒ Aquário (20/01 a 18/02)
O domingo convida à organização financeira e ao fortalecimento da segurança material. Direcione sua energia para seus próprios objetivos e evite conflitos desnecessários.
♓ Peixes (19/02 a 20/03)
Com a Lua em seu signo, sua intuição e sensibilidade estarão ainda mais evidentes. Procure preservar seu equilíbrio emocional e utilize sua capacidade de acolhimento para lidar com eventuais tensões familiares.
Enquanto visitantes buscam o frio e a paisagem gelada, moradores mantêm uma rotina de trabalho, tradição e resistência que poucos conhecem.
O inverno na Serra Catarinense tem dois lados. Um é amplamente fotografado, compartilhado e admirado: a geada cobrindo os campos ao amanhecer, o vinho servido à beira da lareira e a fumaça saindo das chaminés de madeira. O outro raramente aparece nas redes sociais, mas é justamente ele que torna possível toda essa experiência oferecida aos visitantes.
Em cidades como São Joaquim, Urubici e Bom Jardim da Serra, o inverno não começa com a chegada dos turistas. Ele se inicia muito antes, nas madrugadas geladas em que agricultores verificam estufas, planejam a poda dos pomares de maçã e organizam a próxima safra. A paisagem que encanta quem visita a região é resultado de um trabalho diário que acontece longe das câmeras.
A rotina de quem faz a serra acontecer
Para os produtores rurais, o inverno é uma estação de planejamento e adaptação. Embora os pomares de maçã entrem em dormência, o trabalho continua com a poda, o preparo do solo e os cuidados necessários para garantir a próxima colheita.
Pequenos agricultores que cultivam hortaliças, flores e outras culturas enfrentam desafios diários para manter a produção diante das baixas temperaturas. Muitos recorrem a estufas ou adaptam o calendário agrícola para reduzir os impactos do frio intenso.
É uma realidade marcada por planejamento, conhecimento acumulado ao longo de gerações e capacidade de adaptação às condições climáticas da região.
O frio faz parte da vida
Para quem mora na Serra Catarinense, temperaturas negativas fazem parte da rotina.
Casas são preparadas para enfrentar o inverno com fogões a lenha, isolamento térmico, janelas reforçadas e muitos cobertores. As escolas adaptam horários quando necessário, os serviços de saúde reforçam o atendimento às pessoas mais vulneráveis e a própria comunidade desenvolve uma rede de apoio baseada na convivência e na solidariedade.
O frio, para os moradores, não representa apenas um atrativo turístico. É um elemento que influencia o cotidiano, o trabalho e a forma de viver.
Tradições preservadas longe dos roteiros turísticos
Durante os finais de semana da temporada, hotéis, pousadas e restaurantes recebem visitantes de diferentes regiões do país.
Nos dias de menor movimento, porém, a vida segue em outro ritmo.
Mercados de bairro, cafeterias, feiras comunitárias e pequenos estabelecimentos continuam sendo os espaços onde moradores se encontram e mantêm vivas tradições passadas de geração em geração.
A produção artesanal de queijos, vinhos, embutidos, doces e ervas medicinais permanece como parte da identidade serrana, assim como o modo de receber quem chega com hospitalidade e simplicidade.
Muito além das paisagens de inverno
Quem visita a Serra Catarinense costuma levar na memória a imagem da geada, das montanhas e das cabanas aquecidas.
Mas existe uma história que continua sendo escrita todos os dias, mesmo quando não há turistas.
É o trabalho silencioso de agricultores, comerciantes, empreendedores, professores, profissionais da saúde e tantas outras pessoas que mantêm as cidades em funcionamento durante todo o ano.
São eles que garantem que o visitante encontre o pinhão colhido, o vinho pronto para a degustação, as trilhas preservadas e o café servido com o cuidado característico da hospitalidade serrana.
Mais do que um cenário de inverno, a Serra Catarinense é um território de pessoas que transformaram o frio em parte de sua identidade e construíram, ao longo do tempo, uma cultura marcada pela resiliência, pelo trabalho e pelo acolhimento
Esta reportagem faz parte do Estúdio de Inverno 2026, projeto dos veículos UNITVSC, portais Notisul e UNITV de Tubarão, Litoral Sul, NotíciasSC e Destaque Santa Catarina de Criciúma, e rádios Jovem Pan News de Criciúma, Araranguá e Tubarão.
Com a chegada do inverno, cidades como São Joaquim, Urubici e Urupema voltam a figurar entre os destinos mais desejados do Brasil. Plataformas de hospedagem e turismo registram aumento expressivo na procura pela Serra Catarinense.
À medida que o inverno se aproxima, as temperaturas caem e cresce o interesse por destinos que proporcionam experiências autênticas de frio. Em Santa Catarina, a Serra Catarinense reafirma seu protagonismo no turismo de inverno, figurando entre os roteiros mais buscados nas principais plataformas de hospedagem e viagens, como Booking, Airbnb, Decolar e TripAdvisor.
São Joaquim, Urubici, Urupema, Bom Jardim da Serra e Lages lideram os rankings de interesse, evidenciando o fortalecimento do turismo regional e a valorização de experiências ligadas ao clima, à natureza e à cultura serrana.
Situada em altitudes superiores a mil metros, a Serra Catarinense é uma das poucas regiões brasileiras onde há registros frequentes de temperaturas negativas, geadas intensas e, em alguns anos, neve. Esse diferencial atrai visitantes de diversas regiões do país, especialmente do Sul e do Sudeste, em busca de um inverno típico, difícil de encontrar em outras partes do Brasil.
Além do frio, a região oferece paisagens naturais, vinhos de altitude, cabanas com lareira, gastronomia típica, festas tradicionais e uma cultura acolhedora, fatores que contribuem para o crescimento da procura a cada temporada.
Urubici: natureza exuberante e romantismo nas alturas
Entre os destinos da serra, Urubici é um dos municípios que mais cresceram em número de buscas nas plataformas digitais. Com campos de altitude, florestas e formações rochosas, tornou-se referência para quem procura contato com a natureza.
Entre os atrativos estão o Morro da Igreja, a Pedra Furada, a Cascata do Avencal e o Cânion do Espraiado, locais que recebem tanto turistas aventureiros quanto casais em busca de tranquilidade.
Nos últimos anos, a cidade também ampliou a oferta de cabanas e chalés de alto padrão, muitos deles inspirados na arquitetura escandinava, equipados com hidromassagem, calefação e vista para os vales.
São Joaquim: tradição no frio e nos vinhos de altitude
São Joaquim permanece como um dos principais símbolos do inverno catarinense. Conhecida pelos registros de neve e pelas geadas que transformam a paisagem durante as manhãs frias, a cidade consolidou-se também como referência nacional na produção de vinhos de altitude.
As vinícolas oferecem degustações, visitas guiadas e harmonizações que se tornaram parte importante da experiência turística da região, atraindo visitantes durante toda a temporada.
Urupema: temperaturas extremas e paisagens congeladas
Com pouco mais de 2,5 mil habitantes, Urupema ganhou destaque nacional por registrar algumas das menores temperaturas do Brasil.
Durante o inverno, o município costuma registrar marcas negativas nos termômetros e chama atenção pelo fenômeno do sincelo, quando a neblina congelada cobre árvores, cercas e construções com uma fina camada de gelo, criando cenários que se tornaram conhecidos nas redes sociais.
A tranquilidade da cidade e o contato direto com a natureza completam a experiência procurada pelos visitantes.
Bom Jardim da Serra: porta de entrada da Serra do Rio do Rastro
Bom Jardim da Serra atrai turistas interessados em conhecer um dos cartões-postais mais famosos de Santa Catarina: a Serra do Rio do Rastro.
A rodovia, com centenas de curvas em meio à mata preservada, oferece mirantes e paisagens que se transformam durante o inverno, especialmente nas manhãs com geada e neblina.
A cidade também ampliou sua estrutura turística nos últimos anos, com pousadas panorâmicas e hospedagens voltadas para quem busca conforto e exclusividade.
Lages: infraestrutura e tradição serrana
Maior município da Serra Catarinense, Lages alia infraestrutura urbana às tradições da região.
A cidade é conhecida pela Festa Nacional do Pinhão, um dos maiores eventos culturais do Estado, além de concentrar hotéis, restaurantes, comércio e serviços que dão suporte aos visitantes que percorrem a serra.
Sua localização estratégica faz de Lages um importante ponto de partida para roteiros turísticos por diferentes municípios serranos.
Turismo acompanha novas tendências de viagem
O crescimento da procura pela Serra Catarinense também acompanha mudanças no perfil dos viajantes.
Experiências ligadas ao ecoturismo, ao turismo de bem-estar, às viagens de curta duração e às hospedagens diferenciadas estão entre as tendências observadas nas plataformas digitais.
Ao mesmo tempo, os municípios serranos vêm investindo em infraestrutura, conectividade, acessibilidade e qualificação dos serviços turísticos, fortalecendo a região como um dos principais destinos de inverno do Brasil.
Essa reportagem faz parte do Estúdio de Inverno 2026, projeto dos veículos UNITVSC, portais Notisul e UNITV de Tubarão, Litoral Sul, NotíciasSC e Destaque Santa Catarina de Criciúma, e rádios Jovem Pan News de Criciúma, Araranguá e Tubarão.
O sábado, 4 de julho de 2026, apresenta um cenário astrológico marcado por intensidade emocional e mudanças inesperadas. A Lua transita pelo signo de Peixes, em fase Cheia/Gibosa Minguante, favorecendo a sensibilidade, a intuição e a reflexão.
Ao mesmo tempo, uma conjunção entre Marte e Urano em Gêmeos sugere um dia de impulsos, novidades e possíveis mudanças de planos, principalmente na comunicação e na forma de lidar com imprevistos.
Confira as previsões para cada signo.
♈ Áries (21/03 a 19/04)
A Lua em Peixes ativa sua área de recolhimento e espiritualidade. O sábado pede menos correria e mais momentos de silêncio. Como Marte se une a Urano, procure evitar impulsividade nas palavras e aproveite o dia para descansar a mente.
♉ Touro (20/04 a 20/05)
O momento favorece amizades e projetos de longo prazo. A energia da Lua fortalece a empatia nas relações, mas o céu recomenda cautela com gastos por impulso. Antes de comprar, avalie se a necessidade é real.
♊ Gêmeos (21/05 a 20/06)
Com Marte e Urano no seu signo, a criatividade e a disposição estão em alta. O desafio será controlar a ansiedade e a impaciência. Aproveite o momento para inovar, sem agir precipitadamente.
♋ Câncer (21/06 a 22/07)
A Lua amplia sua conexão com a espiritualidade e favorece novos aprendizados. Caso surja ansiedade, confie na intuição para encontrar equilíbrio e serenidade.
♌ Leão (23/07 a 22/08)
O dia favorece transformações internas e desapegos. Evite discussões em grupos ou entre amigos, pois pequenos desentendimentos podem ganhar proporções maiores do que o necessário.
♍ Virgem (23/08 a 22/09)
Relacionamentos e parcerias ganham destaque. A sensibilidade será essencial para fortalecer vínculos. Em assuntos profissionais, deixe decisões importantes para outro momento.
♎ Libra (23/09 a 22/10)
O sábado convida a cuidar da saúde e reorganizar a rotina. Aproveite para adotar hábitos mais equilibrados e evite debates que possam gerar desgaste desnecessário.
♏ Escorpião (23/10 a 21/11)
Criatividade, romantismo e inspiração marcam o dia. É um bom momento para atividades artísticas ou para aproveitar momentos agradáveis ao lado de quem você gosta. Evite atitudes controladoras nos relacionamentos.
♐ Sagitário (22/11 a 21/12)
A família e o ambiente doméstico pedem atenção. Conversas importantes podem surgir, mas será fundamental agir com calma e ouvir o outro antes de responder.
♑ Capricórnio (22/12 a 19/01)
A comunicação ganha sensibilidade e favorece diálogos sinceros. Apenas redobre os cuidados com o excesso de tarefas, distrações e situações provocadas pela pressa.
♒ Aquário (20/01 a 18/02)
O momento favorece a organização financeira e a valorização dos recursos disponíveis. No campo afetivo, procure agir com equilíbrio antes de tomar decisões impulsivas.
♓ Peixes (19/02 a 20/03)
Com a Lua em seu signo, emoções e intuição estarão ainda mais intensas. Sua sensibilidade poderá contribuir para harmonizar o ambiente familiar e fortalecer os relacionamentos ao longo do dia.
Um veículo foi completamente destruído por um incêndio no fim da tarde desta sexta-feira (3), na BR-101, em Tubarão. A ocorrência mobilizou equipes do 8º Batalhão de Bombeiro Militar e provocou congestionamento na rodovia, dificultando o acesso das equipes de emergência ao local.
O incêndio foi registrado por volta das 18h17, no sentido Norte da rodovia, na região do bairro Cruzeiro, nas proximidades do Morro do Formigão.
FOTO CBMSC Divulgação Notisul
Trânsito impediu chegada rápida das equipes
De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar, a solicitação informava um incêndio em veículo na BR-101. No entanto, o intenso congestionamento impediu a chegada imediata da viatura ABTR-109, além das equipes da concessionária CCR ViaCosteira e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Quando os bombeiros conseguiram acessar o local, encontraram um Fiat Elba totalmente tomado pelas chamas.
Para evitar que o fogo se propagasse, o veículo foi isolado e a equipe solicitou apoio do caminhão-tanque AT-75, que conseguiu chegar pela pista no sentido contrário da rodovia.
Bombeiros utilizaram cerca de 4 mil litros de água
As equipes realizaram o combate ao incêndio, o rescaldo e a limpeza da pista, utilizando aproximadamente 4 mil litros de água.
Após a extinção das chamas, o veículo foi removido por um guincho da CCR ViaCosteira.
O local ficou sob responsabilidade da Polícia Rodoviária Federal e da concessionária da rodovia, que permaneceram realizando os procedimentos necessários.
Até o momento, não foram informadas as causas do incêndio nem a existência de vítimas.
Começou nesta sexta-feira (3) a edição 2026 do Arraiá Solidário, tradicional festa promovida pelo Colégio Dehon, em parceria com o Farol Shopping, em Tubarão. O evento, que segue até domingo (5), reúne apresentações culturais, música, gastronomia típica e ações beneficentes em favor de entidades assistenciais da região.
A abertura oficial foi conduzida pela diretora-adjunta do Colégio Dehon, Gerusa Umbelino, e pelo diretor da instituição, José Antonio Matiolla, que deram as boas-vindas ao público e destacaram a importância da integração entre escola, famílias e comunidade.
Show infantil abriu a programação
Logo após a cerimônia de abertura e o show de Talentos, o público acompanhou gratuitamente o espetáculo “Brinquedos Além das Telas”, voltado às crianças e às famílias.
O espetáculo “Brinquedos Além das Telas”, apresentado na primeira noite do Arraial Solidário do Dehon no Farol Shopping, trouxe Woody, Buzz Lightyear, Jessie e toda a turma de Toy Storypara o palco.
A proposta da peça é super bonita e atual: os brinquedos mais famosos do cinema ganham vida para mostrar às crianças (e lembrar aos adultos) como é divertido brincar no “mundo real”, deixando os celulares, tablets e telas de lado por um momento.
É um show musical cheio de nostalgia, coreografias e focado na importância da imaginação e da amizade. A apresentação levou ao palco personagens, música e mensagens sobre brincadeiras tradicionais, incentivando a interação entre pais e filhos longe das telas e reforçando valores como convivência, criatividade e imaginação.
Gastronomia une tradição e solidariedade
Além da programação artística, um dos principais atrativos do Arraiá Solidário é a praça gastronômica, que reúne comidas típicas das festas juninas.
As barracas são organizadas por entidades filantrópicas de Tubarão, responsáveis pela comercialização dos produtos. Toda a arrecadação é destinada à manutenção dos serviços prestados por essas instituições à comunidade.
O público encontra opções como pinhão, quentão, doces típicos, cachorro-quente, pastel e diversas outras delícias tradicionais da época.
Talentos do Dehon sobem ao palco
Cauã, estudante de 14 anos, deu um show na abertura do evento FOTO Notisul
A programação da noite também contou com apresentações dos estudantes do Colégio Dehon.
O Show de Talentos da UniTV/Dehon abriu a sequência musical, reunindo apresentações de alunos da instituição. Entre os destaques estiveram Cristiano Matheus, de Pedras Grandes; Suelen Stefani, de Treze de Maio; e o estudante Cauã, de 14 anos, aluno do Colégio Dehon, que emocionou o público com sua performance musical.
FOTO Notisul
O show de talentos foi comandado pelo apresentador da UniTVSC Adriano Marçal, que fez a abertura do evento deste ano.
Programação continua no fim de semana
Neste sábado (4), o Arraiá Solidário prossegue com apresentações culturais das turmas do Colégio Dehon, atrações artísticas, brincadeiras tradicionais e funcionamento da praça de alimentação.
Já no domingo (5), devido ao jogo da Seleção Brasileira pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, toda a programação artística foi transferida para o período da manhã.
A abertura das apresentações está marcada para 10h20, seguida por apresentações da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Grupo de Teatro Infantojuvenil do Colégio Dehon.
As atividades seguem até aproximadamente 14h30, conforme cronograma divulgado pela organização.
Arte Dehon Reprodução Notisul
Programação de domingo (5)
10h20 – Abertura
10h30 – Grupo de Teatro Infantojuvenil – Meu Arraiá, Meu Jeito de Festar
11h às 14h20 – Apresentações das turmas da Educação Infantil e Ensino Fundamental
Dentro do perfil fundiário e sócio econômico, nos deparamos sempre com a supremacia do economicamente mais forte, na elaboração do contrato de adesão.
E não é sem razão, salvo melhor juízo, que mesmo com todas as garantias asseguradas na Constituição Federal ao segmento do setor agropecuário, e falamos também da legislação infraconstitucional (Lei 4.819/1965 – Sistema Nacional do Crédito Rural, 8.171/1991 – Lei Agrícola, 13.986/2020 – Lei do Agro, Manual do Crédito Rural-MCR e Conselho Monetário Nacional-CMN), como cediço a cláusula de garantia presente na Cédula Rural ou Bancária, é redigida pelo financiador, em seu exclusivo interesse, violando aos princípios da probidade e da boa-fé (art. 422 do Código Civil Brasileiro).
Destaca-se aqui, por oportuno e pertinente, que em regra geral, como os contratos rurais, são renovados a cada safra, através das Cédulas Rural ou Bancárias, indagam se serão mantidas as mesmas garantias, o que nem poderia ser diferente, pois sempre recaem sobre a propriedade rural, maquinário ou penhor mercantil; e ao contrário do previsto legalmente, ou seja a garantia hipotecária, estabelecem a modalidade de garantia em Alienação Fiduciária, contrariando os princípios da boa fé objetiva e lealdade contratual.
E convenhamos que o homem comum desconhece os efeitos jurídicos do que seja uma Alienação Fiduciária, que em verdade transfere a propriedade ao fiduciante, ficando o produtor rural, apenas com a posse precária de sua propriedade rural.
Aliás, se fosse dado saber que implica na perda de sua propriedade, passando muitas vezes de geração em geração, com absoluta certeza não outorgava a garantia, diante da vulnerabilidade da atividade rural, que nada mais é, que uma empresa a céu aberto.
No dizer de NESTOR DUARTE ‘in’ Código Civil Comentado – Doutrina e Jurisprudência 2ª Edição São Paulo: Manole, pág. 114:
…em regra, os motivos que impelem o agente à realização de um negócio jurídico são irrelevantes, porém o processo psíquico para a formação da vontade é relevante, de modo que, se a declaração decorrer de noção inexata ou de falsa ideia a respeito do objeto principal ou acerca de pessoa, ou, ainda, sobre a norma jurídica (art. 139), poderá caracterizar-se erro, que é vício capaz de levar a anulação do negócio. Conquanto equiparada pelo legislador, difere a ignorância do erro, pois aquela significa a ausência completa de conhecimento, e este, o conhecimento inexato.
Assim não obstante entender, comungando leitura obrigatória do Mestre Lutero de Paiva Pereira ‘Ilegalidade da Alienação Fiduciária -Em Garantia de Crédito Rural 2ª Edição, tratasse de ato jurídico imperfeito, pois a consolidação da propriedade fiduciária, encontra-se assentada em cláusula não autorizada para operação de crédito rural. Se o título que embasa a contratação é uma CCR ou CCB, não faz diferença, posto que autorizadas pelo Conselho Monetário Nacional em seu MCR 3.1.1, dada a natureza específica do contrato, desafiando qualquer contrariedade dos termos da legislação.
De conseguinte, sem evoluir na linha do ato jurídico imperfeito, o SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, em recente decisão, asseverou: “A PEQUENA PROPRIEDADE RURAL, NÃO PODE SER PENHORADA PARA SALDAR DÍVIDAS, MESMO QUANDO DADA EM GARANTIA FIDUCIÁRIA. A TERRA QUE SUSTENTA A FAMÍLIA É PROTEGIDA PELA CONSTITUIÇÃO – E ESTE ESCUDO PREVALECE SOBRE CONTRATOS PRIVADOS” (RESP. 2233/RS)
Vale dizer a terra que serve de instrumento de trabalho e sustento para o produtor rural e sua família, goza de proteção especial não podendo ser retirada para saldar dívidas, nem mesmo aquelas contraídas com instituições financeiras mediante garantia real. Não é que a dívida vai deixar de existir, mas sim, o imóvel rural fica resguardado e eventual tentativa de alienação judicial ou extrajudicial.
Vale gizar que esta condição prevalece para o produtor que esteja inserido no art. 5º XXVI da CF/88, e legislação infraconstitucional, desde que enquadre-se dentro das metragens de 4 módulos fiscais, definidos pelo INCRA, o qual varia de município para município e região, destacando que o mesmo tamanho de terras pode ser ‘pequena propriedade’ em uma região e não em outra.
Assim o alcance desta decisão do STJ, dentro do contexto sócio econômico do país, preservando o campo, trará dignidade, produção de alimento e equilíbrio social, pois sem o pequeno produtor, não há segurança alimentar, sem falar no êxodo rural.
“O mais fundamental dos direitos fundamentais, isto é, o direito à vida (Art. 5º CF), é garantido pelo mais fundamental dos direitos sociais, ou seja, o direito à alimentação (Art.6º da CF)” (In Alongamento de Dívida Rural Teoria e Prática 3ª Edição -Prof. Lutero Paiva Pereira.
Portanto, sem a preservação da segurança do produtor rural em suas terras, não há como manter-se os direitos fundamentais consagrados nos artigos 5º e 6º da CF, que é o direito ao alimento e à vida, pois sem o alimento não existe vida.
O hábito de mascar chiclete voltou ao centro das atenções após o técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, aparecer constantemente nas transmissões dos jogos mascando goma de mascar. O costume despertou curiosidade nas redes sociais e levantou uma pergunta comum: afinal, mascar chiclete faz bem ou faz mal para a saúde?
Segundo a nutricionista do Complexo Médico Provida, Alice Cunha, a resposta depende principalmente do tipo de chiclete e da frequência de consumo.
Chiclete sem açúcar pode trazer benefícios
De acordo com a especialista, quando a goma de mascar é livre de açúcar, ela pode contribuir para a saúde bucal.
“O ato de mascar aumenta a produção de saliva, o que ajuda a proteger os dentes, neutralizar a acidez da boca e até melhorar o hálito. Além disso, algumas pesquisas mostram que mascar chiclete pode aumentar o estado de alerta e a concentração por um curto período, o que faz sentido para quem precisa tomar decisões rápidas, como um técnico durante uma partida”, explica.
O aumento da salivação também favorece a limpeza natural da boca após as refeições, reduzindo a ação dos ácidos produzidos pelas bactérias.
Chiclete não substitui uma boa alimentação
Apesar das vantagens, Alice Cunha alerta que o chiclete não deve ser utilizado como estratégia para controlar a fome.
Segundo ela, muitas pessoas recorrem à goma de mascar para “enganar” o apetite, mas isso pode mascarar um problema maior relacionado à qualidade da alimentação.
“Se você precisa mascar chiclete o dia inteiro para controlar a vontade de comer, talvez o problema não seja a fome em si, mas uma alimentação que não está oferecendo saciedade suficiente. Uma refeição equilibrada, rica em proteínas, fibras e gorduras boas, costuma manter a saciedade por muito mais tempo do que qualquer chiclete”, ressalta.
Uso excessivo pode causar desconfortos
Outro cuidado importante está relacionado ao tempo de uso.
Mascar chiclete por muitas horas pode provocar desconforto na articulação da mandíbula, favorecer dores de cabeça em pessoas predispostas e aumentar a ingestão de ar, o que pode causar gases e sensação de estufamento.
Por isso, a recomendação é utilizar a goma de mascar com moderação.
Orientação da especialista
Para quem gosta do hábito, a recomendação é simples.
“Se você gosta de mascar chiclete, prefira sempre as versões sem açúcar e use com moderação. Ele pode ser um aliado em algumas situações, mas nunca deve substituir uma alimentação equilibrada nem ser usado como estratégia para pular refeições”, conclui Alice Cunha.
Dicas para consumir chiclete de forma saudável
Prefira chicletes sem açúcar.
Utilize apenas por períodos curtos.
Não substitua refeições pelo hábito de mascar.
Mantenha uma alimentação rica em proteínas, fibras e gorduras saudáveis.
Em caso de dores na mandíbula ou desconfortos frequentes, reduza o consumo e procure orientação profissional.
Laguna, que neste mês comemora 350 anos da fundação, lembra ainda o mês de julho de 1839. Naquele mês e ano, Laguna viveu um dos momentos mais extraordinários de sua história. Em plena Guerra dos Farrapos, a então vila catarinense foi conquistada pelas tropas republicanas e transformada na capital de um novo país: a República Juliana, oficialmente denominada Estado Catarinense livre e independente do Brasil Império.
A experiência durou apenas quatro meses, mas deixou marcas profundas na história de Santa Catarina e do Brasil. Foi nesse período que Giuseppe Garibaldi conheceu Ana Maria de Jesus Ribeiro, a Anita Garibaldi, e iniciou uma parceria que atravessaria continentes e faria dos dois personagens símbolos das lutas pela liberdade.
ARTE PML Divulgação Notisul
A Guerra dos Farrapos chegou ao litoral catarinense
A Revolução Farroupilha começou em 20 de setembro de 1835, no Rio Grande do Sul, como uma reação às políticas econômicas do Império. Os líderes farroupilhas defendiam maior autonomia para as províncias e um modelo republicano de governo.
Em 1836, proclamaram a República Rio-Grandense, com capital em Piratini. O novo Estado, porém, enfrentava um problema estratégico: havia perdido o acesso ao mar após a retomada de Porto Alegre pelas forças imperiais.
Sem um porto, ficava comprometido o abastecimento da república e o contato com embarcações estrangeiras.
A solução estava ao norte. Laguna possuía um porto ativo, movimentava o comércio de cabotagem e ocupava posição estratégica no litoral catarinense.
A ousada travessia que mudou a história
Conquistar Laguna parecia improvável.
A Marinha Imperial bloqueava a saída das embarcações farroupilhas pelos rios do Rio Grande do Sul.
Foi então que Giuseppe Garibaldi protagonizou uma das operações militares mais surpreendentes do período.
Ao lado do norte-americano John Griggs, conhecido como João Grandão, transportou os lanchões de guerra Seival e Rio Pardo sobre carretas improvisadas, puxadas por dezenas de bois durante aproximadamente 100 quilômetros até a barra do rio Tramandaí.
A partir dali, as embarcações seguiram pelo Oceano Atlântico rumo ao litoral catarinense.
Durante a viagem, um terceiro navio, o Farroupilha, naufragou próximo à atual região de Araranguá. Garibaldi sobreviveu e prosseguiu a missão.
A operação ficou conhecida como uma das maiores façanhas logísticas da Revolução Farroupilha.
O ataque que surpreendeu o Império
A ofensiva contra Laguna foi cuidadosamente planejada.
Por terra, as tropas comandadas por David Canabarro avançaram em direção à vila.
Pelo mar, Garibaldi evitou a entrada principal, fortemente vigiada pelas forças imperiais.
Em vez disso, conduziu suas embarcações por uma rota considerada improvável: entrou pela Lagoa de Garopaba do Sul, cruzou a Barra do Camacho e navegou pelo rio Tubarão, alcançando Laguna pelos fundos da cidade.
Enquanto os imperiais aguardavam um ataque frontal pela barra principal, foram surpreendidos pela retaguarda.
Em 22 de julho de 1839, Laguna caiu praticamente sem resistência organizada.
As tropas imperiais retiraram-se em direção ao norte e Garibaldi capturou 14 embarcações mercantes ancoradas no porto.
Pela primeira vez desde o início da revolução, os farroupilhas conquistavam um porto marítimo.
Nascia a República Juliana
Sete dias depois, em 29 de julho de 1839, a Câmara Municipal de Laguna, presidida por Vicente Francisco de Oliveira, proclamou oficialmente o Estado Catarinense Livre e Independente.
A nova república ficou conhecida como República Juliana, referência ao mês de julho, quando ocorreu sua criação.
Naquele momento, Laguna transformou-se na capital de um Estado republicano aliado da República Rio-Grandense.
David Canabarro assumiu o governo provisório.
Em agosto foram realizadas eleições que escolheram o tenente-coronel Joaquim Xavier Neves para a presidência e o padre Vicente Ferreira dos Santos Cordeiro como vice-presidente.
Como Xavier Neves permaneceu impedido de chegar a Laguna devido ao cerco das tropas imperiais em São José, o padre Cordeiro acabou assumindo a chefia do governo.
O jornalista italiano Luigi Rossetti tornou-se secretário de Estado.
Quatro meses de dificuldades
Apesar do entusiasmo inicial, a nova república enfrentou enormes desafios.
O bloqueio naval imposto pelo Império dificultava o abastecimento e praticamente paralisava o comércio.
Produtos básicos, como sal e fumo, tornaram-se escassos.
A administração também enfrentava dificuldades para organizar o governo e manter a ordem pública.
Com o passar das semanas, parte da população passou a demonstrar insatisfação.
Houve registros de saques, conflitos internos e medidas repressivas adotadas pelas forças republicanas.
Em novembro de 1839, moradores da Freguesia de Imaruí rebelaram-se contra o governo farroupilha.
Garibaldi foi enviado para conter o movimento e reprimiu a revolta pela força.
A experiência republicana revelava os desafios de manter um governo surgido em meio à guerra.
A reconquista imperial
FOTO Notisul
O governo imperial reagiu rapidamente.
O marechal Francisco José de Sousa Soares de Andrea foi nomeado presidente da Província de Santa Catarina com a missão de recuperar Laguna.
Em 15 de novembro de 1839, tropas imperiais lançaram uma ofensiva combinada.
Mais de três mil soldados avançaram por terra, enquanto treze embarcações atacavam pelo mar.
A esquadra farroupilha foi destruída e Laguna voltou ao controle do Império.
A República Juliana chegava ao fim exatamente quatro meses após sua criação.
David Canabarro e Giuseppe Garibaldi conseguiram fugir.
Ao lado deles partiu também Ana Maria de Jesus Ribeiro.
A jovem lagunense, que havia conhecido Garibaldi durante a ocupação da cidade, passaria a acompanhá-lo nas campanhas militares no Uruguai e na Itália, tornando-se mundialmente conhecida como Anita Garibaldi, a Heroína dos Dois Mundos.
Um legado que permanece vivo
Embora tenha existido por apenas quatro meses, a República Juliana permanece como um dos episódios mais marcantes da história catarinense.
O movimento não conseguiu expandir a revolução para toda a província nem conquistar Desterro, atual Florianópolis, então sede administrativa de Santa Catarina.
Ainda assim, transformou Laguna em um dos principais cenários da história republicana brasileira.
Hoje, a Praça República Juliana, o Museu Histórico Anita Garibaldi, o Centro Histórico de Laguna e diversos monumentos preservam a memória daquele período.
Todos os anos, em 29 de julho, a cidade relembra o dia em que deixou de ser uma vila do Império para se tornar, ainda que por pouco tempo, a capital de uma república independente.
A Copa do Mundo 2026 encerra nesta sexta-feira (3) a fase de mata-mata que define os últimos classificados às oitavas de final. Três partidas movimentam a competição nos Estados Unidos, com vagas em disputa e possibilidade de prorrogação e pênaltis em caso de empate.
O primeiro confronto será entre Austrália e Egito, às 15h (horário de Brasília), em Dallas. Na sequência, às 19h, a Argentina enfrenta Cabo Verde, em Miami. Fechando a programação do dia, Colômbia e Gana duelam às 22h30, em Kansas City.
Os vencedores garantem presença nas oitavas de final. Se houver empate no tempo regulamentar, a decisão seguirá para prorrogação de 30 minutos e, persistindo a igualdade, será definida nas cobranças de pênaltis.
Jogos desta sexta-feira
15h: Austrália x Egito – Dallas
19h: Argentina x Cabo Verde – Miami
22h30: Colômbia x Gana – Kansas City
Como chegam as seleções
A Austrália avançou em segundo lugar no Grupo D, atrás dos Estados Unidos. O Egito terminou a fase de grupos na vice-liderança do Grupo G, ficando atrás da Bélgica pelo saldo de gols.
A Argentina liderou o Grupo J, superando Áustria, Argélia e Jordânia. Cabo Verde garantiu a classificação ao terminar em segundo lugar no Grupo H, atrás da Espanha.
Já a Colômbia encerrou a primeira fase na liderança do Grupo K, à frente de Portugal, República Democrática do Congo e Uzbequistão. Gana avançou ao mata-mata mesmo terminando em terceiro lugar no Grupo L.
O que vem pela frente
As oitavas de final começam neste sábado (4). Os primeiros confrontos serão Canadá x Marrocos, às 14h, e Paraguai x França, às 18h.
No domingo (5), a seleção brasileira entra em campo para enfrentar a Noruega, às 17h, em busca de uma vaga nas quartas de final.
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