quinta-feira, 30 abril , 2026
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Congresso impõe nova derrota ao presidente Lula ao derrubar veto à lei que alivia penas de condenados do 8 de janeiro

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FOTO Geraldo Magela Agência Senado Divulgação Notisul

TEMPO DE LEITURA: 4 minutos

O Congresso Nacional derrubou nesta quinta-feira (30) o veto presidencial ao PL da Dosimetria, alterando regras de penas para crimes contra o Estado democrático. A decisão pode beneficiar condenados pelos atos de 8 de janeiro, com redução de penas e progressão mais rápida de regime.Esta foi a segunda derrota imposta ao governo do presidente Lula em 24 horas. Na quarta-feira, o Senado derrubou a indicação de Jorge Messias para o STF.

A medida foi aprovada por 318 deputados e 49 senadores e agora segue para promulgação. O próprio presidente do Congresso assina a validade da nova legislação. O projeto, de autoria do deputado Marcelo Crivella (Republicanos), redefine critérios de punição e execução penal.

O que muda com o PL da Dosimetria

Com a derrubada do veto, o texto passa a prever redução de pena para crimes como golpe de Estado e abolição violenta do Estado democrático quando cometidos em contexto de multidão.

Nesses casos, a pena pode ser reduzida entre um terço e dois terços, desde que o condenado não tenha financiado ou liderado as ações.

Outro ponto importante é a progressão de regime. O condenado poderá avançar do regime fechado para o aberto após cumprir um sexto da pena, desde que apresente bom comportamento.

Além disso, a nova lei proíbe a soma de penas para crimes cometidos no mesmo contexto. Assim, o réu receberá apenas a pena mais grave, com aumento proporcional.

As mudanças valem inclusive para pessoas já condenadas definitivamente.

Impacto direto nos condenados do 8 de janeiro

Segundo dados do Supremo Tribunal Federal, há atualmente 413 pessoas em prisão preventiva e 111 em regime fechado relacionadas aos atos de 8 de janeiro.

Parlamentares favoráveis ao projeto afirmam que a nova regra pode permitir que parte desses condenados já esteja apta a progredir de regime ou até deixar a prisão.

Durante o debate, o senador Sergio Moro (PL) criticou as penas aplicadas pelo STF, classificando-as como elevadas em alguns casos.

Já o senador Izalci Lucas (PL) afirmou que a medida pode permitir que famílias sejam reunidas novamente.

Divergência política sobre a medida

A votação evidenciou divisão entre parlamentares.

De um lado, senadores como Flávio Bolsonaro (PL) e Esperidião Amin (PP) defenderam o projeto como um primeiro passo para uma possível anistia.

Por outro lado, o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT), criticou a proposta e afirmou que ela pode enfraquecer a responsabilização por atos contra a democracia.

Segundo ele, os eventos de 8 de janeiro foram resultado de um processo que não pode ser minimizado.

Mudanças também na execução da pena

O texto também altera regras de remição de pena. Presos em regime domiciliar poderão reduzir o tempo de condenação por meio do trabalho, além do estudo — o que antes não era permitido.

Trechos retirados para evitar conflito com lei recente

Parte do projeto foi retirada da votação pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (UB), para evitar conflito com a Lei Antifacção, sancionada em março.

Esses trechos tratavam da flexibilização de penas para crimes graves, como feminicídio e organização criminosa, e poderiam reduzir o tempo mínimo de cumprimento em regime fechado.

A decisão, segundo Alcolumbre, buscou evitar retrocessos no combate ao crime organizado.

Rejeição de Messias expõe crise entre poderes e cobra responsabilidade institucional

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FOTO Agência Brasil Reprodução Notisul

TEMPO DE LEITURA: 5 minutos

A rejeição do nome de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal pelo Senado, nesta semana de abril de 2026, não é apenas um episódio político isolado. Trata-se de um marco institucional que escancara o nível de desgaste entre os Poderes da República — e levanta questionamentos inevitáveis sobre responsabilidade, transparência e limites de atuação.

Em qualquer democracia consolidada, sinais como esse costumam desencadear revisões internas profundas. No Brasil, no entanto, a reação ainda oscila entre a defesa corporativa e a politização do debate.

Um recado claro do Senado

Ao barrar Jorge Messias — o primeiro nome rejeitado para o STF em 132 anos — o Senado rompeu uma tradição de aprovação quase automática. O placar de 42 votos contrários a 34 favoráveis não deixa margem para dúvida: houve uma decisão política consciente.

A articulação liderada por Davi Alcolumbre (União Brasil), com apoio de diferentes blocos, reflete uma insatisfação crescente dentro do Legislativo. Não apenas com o nome indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas com o que muitos parlamentares classificam como avanço do Judiciário sobre prerrogativas do Congresso.

A mensagem foi direta: o Senado pretende exercer seu papel de filtro — algo previsto na Constituição, mas raramente aplicado com rigor.

STF sob pressão: decisões e controvérsias

O contexto da rejeição não pode ser dissociado do momento vivido pelo Supremo Tribunal Federal. A Corte enfrenta críticas consistentes sobre sua atuação em diferentes frentes.

O inquérito das fake news, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes desde 2019, tornou-se símbolo desse debate. A ausência de prazo para conclusão e o acúmulo de funções — investigar, acusar e julgar — são apontados por críticos como pontos sensíveis do devido processo legal.

O decano Gilmar Mendes tem sido um dos principais defensores dessas ações, classificando as críticas como tentativas de enfraquecer a democracia. Ainda assim, o embate revela uma fissura institucional que vai além de divergências jurídicas.

Banco Master e o debate sobre imparcialidade

Outro episódio que intensificou o desgaste envolve o caso do Banco Master, inicialmente sob relatoria do ministro Dias Toffoli, acusado de favorecimento pelo banqueiro Daniel Vorcaro. A investigação apura irregularidades financeiras com impacto bilionário e atingindo milhares de pessoas, incluindo altas autoridades dos três poderes.

A posterior saída de Toffoli da relatoria, mesmo com o respaldo dos colegas, não encerrou os questionamentos. Pelo contrário, ampliou o debate sobre proximidade entre instituições financeiras e membros do Judiciário.

A situação ganhou contornos ainda mais delicados com a divulgação de contratos de honorários envolvendo o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes. Apesar dos fatos, o ministro nega qualquer conflito, mas a discussão sobre “aparência de imparcialidade” ganhou força.

Em sistemas maduros, a credibilidade institucional não depende apenas da legalidade formal, mas também da percepção pública de integridade.

Julgamentos e proporcionalidade

Outro ponto de tensão está nos julgamentos de civis diretamente pelo STF, especialmente após os atos de 8 de janeiro de 2023. A Corte fundamenta sua competência na conexão com crimes contra as instituições e na necessidade de proteger o Estado Democrático de Direito.

No entanto, críticas surgem quanto à falta de individualização de condutas e à ausência de instância recursal. As penas elevadas — muitas superiores a 12 anos — também são alvo de questionamento por parte de juristas e entidades.

A Procuradoria-Geral da República sustenta que se trata de crimes coletivos, em que a participação no grupo contribui para o resultado final. Ainda assim, o debate jurídico permanece longe de consenso.

O papel das autoridades

Diante desse cenário, nomes como Luiz Inácio Lula da Silva, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e o próprio Jorge Messias tornam-se centrais não apenas pelas decisões que tomam, mas pelo impacto institucional que produzem.

Em democracias consolidadas, episódios envolvendo suspeitas, controvérsias ou desgaste institucional frequentemente resultam em afastamentos ou renúncias — não necessariamente por culpa comprovada, mas como forma de preservar a confiança pública.

No Brasil, esse padrão está longe de ser uma prática. A tendência predominante é a resistência e o apego aos cargos, mesmo diante de questionamentos legítimos.

Um momento de inflexão

A rejeição de Jorge Messias ao STF simboliza mais do que uma derrota política. Representa um ponto de inflexão na relação entre os Poderes.

O Legislativo demonstrou disposição para reagir. O Judiciário enfrenta pressão crescente por transparência e limites. O Executivo, por sua vez, precisa recalibrar sua articulação política.

O risco, diante desse cenário, não é o conflito em si — que é natural em uma democracia — mas a erosão da confiança institucional que já se encontra em processo acelerado.

Sem equilíbrio, responsabilidade e disposição para autocrítica, o sistema perde legitimidade. E quando isso acontece, o impacto não se restringe a Brasília — alcança diretamente a sociedade.

Homem é preso por abuso sexual infantil no Sul de SC

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FOTO PCSC Divulgação Notisul

TEMPO DE LEITURA: 3 minutos

Um homem de 58 anos foi preso preventivamente na tarde desta quinta-feira (30), em Balneário Arroio do Silva, suspeito de armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil. A ação foi realizada pela Polícia Civil de Santa Catarina, com apoio de delegacias da região, após decisão da Vara Regional de Garantias de Criciúma.

A prisão ocorreu após o avanço de investigações que identificaram o crime durante a análise de dispositivos eletrônicos apreendidos em outro inquérito. O suspeito foi encaminhado ao Presídio Regional e permanece à disposição da Justiça.

Investigação começou com caso de estelionato

O caso teve origem em uma investigação anterior que apurava um suposto crime de estelionato. Segundo a Polícia Civil, o homem era investigado por causar um prejuízo estimado em cerca de R$ 4 milhões a uma empresa localizada em Araranguá.

Durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão realizados no ano passado, aparelhos eletrônicos foram recolhidos para análise pericial. Foi nesse material que os peritos encontraram arquivos contendo conteúdo de abuso sexual infantojuvenil.

A descoberta levou à abertura de um novo inquérito policial específico para apurar os crimes relacionados ao material ilícito.

Novas provas levaram à prisão preventiva

Com o aprofundamento das investigações e a coleta de provas técnicas, a Polícia Civil solicitou novas medidas cautelares à Justiça. Os pedidos foram aceitos, resultando na expedição de mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão.

Na operação realizada nesta quinta-feira, na residência do suspeito em Balneário Arroio do Silva, os agentes apreenderam novos dispositivos eletrônicos, que serão submetidos a perícia complementar.

Após a formalização dos procedimentos legais, o homem foi conduzido ao sistema prisional, onde permanece detido.

Serviço

  • Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo telefone 181
  • Informações também podem ser repassadas diretamente à Polícia Civil

Uso de telas para crianças: qualidade supera tempo, dizem especialistas

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Proibir completamente o uso de telas não desenvolve autonomia nem senso crítico em crianças, segundo especialistas e diretrizes internacionais. O consenso aponta que o fator mais relevante não é o tempo total de exposição, mas a qualidade do conteúdo e a forma como ele é utilizado, com orientação de pais e educadores.

Dados da American Academy of Pediatrics (AAP) indicam que crianças passam, em média, até sete horas por dia em mídias de entretenimento. A entidade recomenda que famílias adotem planos equilibrados, priorizando conteúdos educativos e interações supervisionadas.

No Brasil, estudos da Fiocruz reforçam que apenas limitar o tempo não é suficiente. A orientação adequada é considerada essencial para evitar uso passivo e estimular o desenvolvimento cognitivo.

Qualidade do conteúdo é fator decisivo

Especialistas destacam que restringir sem orientar pode dificultar o desenvolvimento da autorregulação. Já o uso consciente tende a contribuir para habilidades como linguagem, atenção e pensamento crítico.

Pesquisas também indicam que conteúdos inadequados ou consumo excessivo sem mediação podem causar impactos negativos, como atrasos no desenvolvimento social. Por outro lado, quando bem direcionadas, as telas podem ser ferramentas de aprendizado.

A recomendação geral inclui:

  • Priorizar conteúdos educativos e adequados à idade
  • Acompanhar e interagir com a criança durante o uso
  • Estabelecer limites equilibrados
  • Incentivar atividades offline complementares

Educação digital ganha espaço nas escolas

A educação digital orientada tem sido apontada como caminho para desenvolver autonomia. Recursos como jogos educativos e plataformas interativas permitem que crianças aprendam no próprio ritmo e desenvolvam habilidades de resolução de problemas.

Iniciativas impulsionam inovação

No Sul de Santa Catarina, projetos como o Unimate Labs mostram como a tecnologia pode ser aplicada à educação e à indústria. O espaço, instalado em Tubarão, oferece treinamentos e experiências práticas em robótica e automação.

Segundo o sócio Antonio Beluco, a proposta vai além da tecnologia.
“A robótica é uma ferramenta poderosa para estimular raciocínio lógico, criatividade e trabalho em equipe”, afirma.

O laboratório integra o ecossistema do Sigma Park, centro de inovação da cidade, que reúne empresas, pesquisadores e estudantes em projetos voltados à Indústria 4.0.

Formação para o futuro

A expansão de iniciativas educacionais digitais reflete uma mudança no entendimento sobre o papel das telas na infância. Em vez de proibição total, especialistas defendem o uso orientado como ferramenta para preparar crianças para os desafios do futuro.

A tendência é que escolas, famílias e instituições trabalhem de forma conjunta para garantir que a tecnologia contribua para o desenvolvimento integral das novas gerações.

Lula prepara nova indicação ao STF após rejeição de Messias no Senado

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sinalizou a aliados que pretende fazer uma nova indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF) nas próximas semanas, após a rejeição do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, pelo Senado Federal.

A decisão foi discutida em reunião no Palácio da Alvorada na noite de quarta-feira (29), com a presença de ministros e aliados políticos. Segundo relatos, o presidente afirmou que não pretende abrir mão da prerrogativa de indicar um novo ministro para a Corte ainda durante o atual mandato.

Governo avalia cenário após votação

A rejeição de Jorge Messias foi considerada um episódio relevante para o governo, especialmente pelo placar registrado no Senado, com 34 votos favoráveis ao indicado.

Durante o encontro, integrantes do governo avaliaram que houve falhas na articulação política no Congresso. De acordo com participantes, lideranças não conseguiram antecipar o resultado desfavorável antes da votação em plenário.

Mesmo após sinais de dificuldade, houve tentativa de adiar a votação durante a sessão, mas a proposta não foi acatada pela presidência do Senado.

Base aliada sob análise

O resultado também gerou avaliações internas sobre o comportamento da base aliada. Integrantes do governo apontaram que o placar indicou falta de alinhamento entre parlamentares que, em tese, compõem a base de apoio.

A reunião abordou ainda o impacto político da rejeição na relação entre o Executivo e o Congresso Nacional.

Nova indicação deve ocorrer em breve

Apesar do revés, a avaliação no Palácio do Planalto é de que o presidente deve agir rapidamente para encaminhar um novo nome ao STF. A expectativa é que a escolha ocorra nas próximas semanas, embora ainda não haja definição oficial sobre o indicado.

A movimentação busca garantir que a vaga na Corte seja preenchida ainda durante o atual governo.

Contexto institucional

A indicação de ministros ao STF é uma atribuição do presidente da República, com necessidade de aprovação pelo Senado Federal após sabatina dos candidatos.

O episódio recente reforça a importância da articulação política entre os poderes no processo de escolha.

Geada cobre Serra de SC com mínima de 2,7°C em Urubici

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A Serra de Santa Catarina registrou mais uma manhã de frio intenso nesta quinta-feira (30), com formação de geada em diferentes pontos da região. A menor temperatura foi registrada em Urubici, onde os termômetros marcaram 2,72°C, segundo dados da Epagri/Ciram.

Em São Joaquim, a geada cobriu a vegetação no Vale dos Caminhos da Neve, criando paisagens típicas do inverno catarinense, mesmo ainda no outono.

Temperaturas baixas em várias cidades

Além de Urubici, outras cidades da Serra também registraram temperaturas reduzidas nas primeiras horas do dia. Confira as mínimas atualizadas:

  • Bom Jardim da Serra: 7,26°C
  • São Joaquim: 4,94°C
  • Urubici: 2,72°C
  • Urupema: 9,05°C

As condições favoreceram a formação de gelo sobre plantas e superfícies expostas, principalmente em áreas mais altas.

Fenômeno é comum na região

De acordo com a Epagri/Ciram, a geada ocorre quando há queda acentuada de temperatura combinada com alta umidade do ar, formando uma camada de gelo sobre superfícies.

O fenômeno é frequente na Serra Catarinense e pode acontecer inclusive fora do inverno, dependendo das condições climáticas.

Registro e paisagem

As imagens da geada em São Joaquim foram registradas no Vale dos Caminhos da Neve, a cerca de três quilômetros do centro da cidade. O local é conhecido por atrair turistas durante períodos de frio intenso.

O registro foi feito pelo fotógrafo Mycchel Legnaghi, conhecido por documentar fenômenos climáticos na região.

Impactos e atenção

Apesar do apelo visual, a geada pode trazer impactos para a agricultura, especialmente em lavouras sensíveis ao frio.

Produtores rurais costumam adotar medidas preventivas em períodos de queda acentuada de temperatura para minimizar prejuízos.

Carlos Vinícius perde três pênaltis pelo Grêmio; ASSISTA

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Um lance raro marcou a partida entre Grêmio e Palestino, na noite de terça-feira (29), no Chile, pela terceira rodada da Copa Sul-Americana. O atacante Carlos Vinícius desperdiçou três cobranças de pênalti na mesma jogada, após intervenções do VAR que mandaram repetir as batidas.

O episódio aconteceu aos oito minutos do primeiro tempo, quando Tetê sofreu falta dentro da área. O árbitro marcou pênalti para o Grêmio, dando início a uma sequência incomum de cobranças.

Três cobranças e três defesas

Na primeira tentativa, Carlos Vinícius bateu e o goleiro Pérez defendeu parcialmente, com a bola ainda tocando na trave antes de sair. O VAR, no entanto, identificou que o goleiro se adiantou, e o árbitro determinou nova cobrança.

Na segunda batida, o atacante mudou o canto, mas novamente parou em Pérez. A bola voltou a tocar na trave e saiu pela linha de fundo. Mais uma vez, o VAR indicou irregularidade na posição do goleiro, gerando nova repetição.

A terceira cobrança foi no meio do gol, com força, mas o goleiro do Palestino conseguiu defender com a perna, garantindo o feito inusitado e levantando a torcida chilena.

Reclamação e reação em campo

A sequência gerou forte reclamação por parte dos jogadores e da comissão técnica do Palestino, que contestaram as decisões da arbitragem e o uso do VAR nas repetições.

O lance rapidamente repercutiu nas redes sociais pela raridade da situação.

Próximos jogos do Grêmio

Após a partida pela competição continental, o Grêmio volta a campo em duas competições:

  • Athletico-PR (fora) – 02/05, às 20h30, pelo Campeonato Brasileiro
  • Deportivo Riestra (fora) – 05/05, às 19h, pela Copa Sul-Americana

Linha Dura: o “racha” no MDB, a ofensiva de Jorginho e o salto tecnológico na saúde de Tubarão

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Coragem!

Ao sabatinar Jorge Messias para o STF, o senador Esperidião Amin (PP) orgulhou milhares de catarinenses. Com um voto claro e uma fala consciente, Amim personificou o momento em que o Senado, finalmente, deu um recado direto ao Governo Lula (PT). Vale a pena conferir o registro do senador.

Governador Jorginho “na dele”

Pré-candidato à reeleição, o governador Jorginho Mello (PL) pode até não garantir o “CNPJ” oficial do MDB e do PP, mas já carrega consigo o apoio de cerca de 70% dos prefeitos de cada sigla, além de diversos deputados. No jargão político, o cenário é de “rachou ao meio”. Como dizem por aí: passou a foice, já era!

A articulação, classificada por lideranças das cúpulas partidárias como “antirrepublicana”, gerou forte reação. O deputado Carlos Chiodini, presidente estadual do MDB, foi o primeiro a denunciar a interferência do governador e disparou uma carta pesada aos filiados, deixando um recado amargo aos “rebeldes”.

Presidente Chiodini encurralado

O clima é de tensão. Medidas drásticas estão no radar, como a antecipação de uma pré-convenção para maio para marcar posição em apoio a João Rodrigues (PSD). Mas, em época de eleição, o MDB que não briga internamente não é o MDB. Mais encrenca vem por aí. Enquanto isso, Jorginho segue o ritmo de entregas em municípios de todos os portes, independentemente da bandeira partidária do prefeito.

O racha no MDB
FOTO Agência Câmara Divulgação Notisul

Mais desacordo

Um exemplo nítido dessa fratura interna foi a declaração de apoio do deputado estadual Antídio Lunelli (MDB) a Jorginho Mello na última terça-feira. Ao desobedecer a diretriz partidária e o próprio amigo pessoal, Chiodini, Lunelli escancarou a “sinuca de bico” em que se encontra a presidência da sigla.

A indignação de Chiodini resultou em um manifesto duro contra os chamados “pseudos rebeldes”, que, ao que parece, sequer se abalaram. Diante do cenário, fica a dúvida: seria tudo um grande teatro e, no fundo, o MDB deseja mesmo caminhar com Jorginho?

Apenas imaginação?

Se a aliança com Jorginho se concretizar, restará um sentimento de traição a João Rodrigues. O prefeito, que renunciou ao mandato três anos antes do término visando o projeto estadual, contava com as garantias do MDB e do PP. Agora, vê os parceiros “correrem da raia”.

É essa a percepção que ganha corpo nas ruas a cada dia.

João Rodrigues (PSD)
FOTO Instagram Reprodução Notisul

Que orgulho!

Nesta quinta-feira (30), celebramos uma conquista que vai além de uma formatura: a realização de um propósito moldado por disciplina e coragem. Luiz Fernando Cardoso da Silva — nosso querido Luizinho — concluiu o Curso de Formação de Oficiais da nossa briosa Polícia Militar de Santa Catarina.

Cada desafio superado e cada renúncia feita ao longo da caminhada demonstram a grandeza da missão escolhida. Que seus valores sejam sempre guiados pela justiça e pelo compromisso com o bem comum. Parabéns, sobrinho!

Linha Dura
FOTO PMSC Divulgação Notisul

Destaque da Coluna

O Desembargador Julio Knoll e sua esposa, Rosi, celebram com alegria os 15 anos da neta, Letícia Cardoso Araújo.

“Quinze anos é a fase em que os sonhos ganham forma e a personalidade floresce. Que este portal para o futuro seja repleto de luz. Aproveite cada instante, Letícia!” Feliz aniversário!

Linha Dura
FOTO Álbum de Família Divulgação Notisul

O novo do Novo

Cesar e Pamelis estiveram comigo na Tubá no último sábado. Ele, pré-candidato a deputado estadual; ela, vereadora e pré-candidata a federal pelo Novo. Durante a entrevista, ficou claro que o partido está focado e com sede de conquistar, no mínimo, uma cadeira na Assembleia Legislativa. Um diálogo propositivo e de alto nível.

Jó e a Tribuna

O vereador Jó Kruger (PL) segue sendo… Jó. Com um pronunciamento contundente na última segunda-feira, ele assumiu com maestria o papel de líder, atuando ao lado do vereador Nilton de Campos (PL) na defesa dos interesses do governo.

A estratégia é clara: ter vozes corajosas na linha de frente. A oposição agora percebe que não falará mais sozinha; sempre haverá um contraponto à altura. É o novo cenário se desenhando.

Salto na Saúde

A saúde de Tubarão está prestes a dar um salto tecnológico. A nova administração do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC) adquiriu um robô cirúrgico de última geração para procedimentos de alta complexidade. A aquisição dará mais destaque à saúde da Cidade Azul.

A tecnologia permitirá cirurgias mais precisas e menos invasivas, com foco inicial em urologia (próstata), expandindo-se para oncologia, cirurgias bariátricas e neurologia. Um ganho imenso para a região.

Procon retira medicamentos com clobutinol após proibição da Anvisa em Tubarão

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FOTO PMT Divulgação Notisul

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O Procon de Tubarão realizou vistorias em farmácias da cidade nesta semana para fiscalizar o cumprimento da decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que proibiu o uso de medicamentos com clobutinol em todo o país. A medida foi publicada no Diário Oficial da União no dia 27 e tem efeito imediato.

Durante as fiscalizações, equipes encontraram produtos contendo a substância em diferentes estabelecimentos. Os medicamentos foram retirados de circulação com a colaboração dos farmacêuticos responsáveis.

Substância apresenta riscos à saúde

A decisão da Anvisa foi baseada em parecer técnico da área de farmacovigilância, que identificou riscos superiores aos benefícios no uso do clobutinol.

Entre os principais problemas apontados está a possibilidade de arritmias graves, associadas ao prolongamento do intervalo QT — uma condição cardíaca que pode levar a complicações potencialmente fatais.

Por esse motivo, estão suspensas em todo o território nacional a comercialização, fabricação, importação, manipulação, propaganda e uso de medicamentos que contenham a substância.

Substância comum em xaropes

O clobutinol é frequentemente encontrado em xaropes para tosse de diferentes marcas. Com a proibição, esses produtos não podem mais ser vendidos ou utilizados.

A orientação é que consumidores verifiquem a composição dos medicamentos e, em caso de dúvida, procurem orientação de um profissional de saúde.

Fiscalização segue nas farmácias

O Procon de Tubarão informou que continuará realizando fiscalizações para garantir o cumprimento da determinação. Estabelecimentos que descumprirem a medida podem ser penalizados conforme a legislação vigente.

  • Substância proibida: clobutinol
  • Motivo: risco de arritmia cardíaca grave
  • Abrangência: todo o território nacional
  • Denúncias: podem ser feitas ao Procon de Tubarão

Prazo para saque do FGTS por calamidade em SC termina em 7 de maio

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IMAGEM PML Divulgação Notisul

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O prazo para solicitar o saque do FGTS por calamidade pública em Santa Catarina está chegando ao fim. Trabalhadores afetados pelas fortes chuvas de 2025 têm até o dia 7 de maio de 2026 para pedir o benefício. Após essa data, o direito ao saque será perdido.

A modalidade permite a retirada de parte do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para moradores de cidades que decretaram situação de emergência ou calamidade pública. O valor pode chegar a R$ 6.220 por trabalhador.

Quem tem direito ao saque

Podem solicitar o benefício trabalhadores com vínculo formal que residam ou trabalhem em municípios atingidos pelas enchentes de 2025, desde que o decreto de emergência ou calamidade tenha sido reconhecido pelo governo federal.

No Sul de Santa Catarina, Laguna está entre as cidades contempladas. O saque é considerado uma ajuda financeira importante para quem sofreu perdas materiais ou dificuldades após os eventos climáticos.

Como solicitar o FGTS calamidade

O pedido pode ser feito de forma simples e totalmente digital, sem necessidade de ir até uma agência da Caixa Econômica Federal.

Confira o passo a passo:

  • Baixe ou abra o aplicativo FGTS (Android ou iOS)
  • Acesse a opção “Meus Saques”
  • Selecione “Calamidade Pública”
  • Envie os documentos solicitados e finalize o pedido

Também é possível acessar orientações detalhadas no site oficial do FGTS.

Prazo é definitivo

O prazo final para solicitação é 7 de maio de 2026. Quem não fizer o pedido até essa data perde o direito ao saque.

Por isso, a recomendação é que os trabalhadores verifiquem se têm direito ao benefício e realizem a solicitação o quanto antes, evitando imprevistos.

  • Prazo final: 7 de maio de 2026
  • Valor máximo: R$ 6.220
  • Solicitação: aplicativo FGTS
  • Mais informações: site oficial do FGTS