sexta-feira, 10 abril , 2026
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Operação policial Lastro Falso apreende 500 kg de cocaína em SC

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FOTOS PCSC Divulgação Notisul

Tempo de leitura: 3 minutos

A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou, na manhã desta sexta-feira (10), a operação Lastro Falso SC, com foco no combate ao tráfico de drogas no litoral. A ação resultou na apreensão de cerca de 500 kg de cocaína em Araquari, além da prisão de cinco pessoas em diferentes cidades do estado.

A ofensiva foi coordenada pela Delegacia de Combate às Drogas (DECOD) de Itajaí e cumpriu seis mandados de busca e apreensão nos municípios de Gaspar, Brusque, Itajaí, Balneário Camboriú, Araquari e Camboriú.

Apreensões e prisões durante a operação

operação Lastro Falso SC

Em Balneário Camboriú, um homem foi preso em flagrante com uma pistola calibre .380 e aproximadamente 30 kg de maconha.

O principal resultado ocorreu em Araquari, onde investigações da DECOD identificaram três veículos que seriam utilizados no transporte de entorpecentes. Durante a abordagem, os policiais apreenderam cerca de 500 kg de cocaína.

No local, uma mulher e três homens foram presos em flagrante. Segundo a Polícia Civil, o município funcionava como ponto estratégico para o transbordo de drogas destinadas ao abastecimento do tráfico em todo o litoral catarinense.

Operação integrada e combate ao crime organizado

operação Lastro Falso SC

A operação Lastro Falso SC contou com apoio de diversas unidades de segurança pública. Participaram equipes da Delegacia de Homicídios de Joinville, da DPCO de Araquari e dos Setores de Investigação Criminal.

Também atuaram policiais das Divisões de Investigação Criminal (DICs) de Camboriú, Balneário Camboriú e Brusque, além da Delegacia de Repressão a Roubos de Itajaí e do Canil da Polícia Militar de Joinville.

Todos os detidos foram encaminhados à Central de Plantão Policial e autuados pela autoridade policial da DECOD.

A Polícia Civil destacou que a ação reforça o compromisso com a repressão qualificada ao crime organizado e o enfrentamento ao tráfico de drogas em Santa Catarina.

Prefeitura de Tubarão propõe checklist semanal para eliminar focos do mosquito da dengue

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Diante do aumento nos focos do mosquito Aedes aegypti, a Prefeitura de Tubarão lançou um checklist semanal para incentivar a população a eliminar água parada. O município já registra 358 focos nesta semana, segundo a Secretaria de Saúde.

A proposta é que os moradores reservem alguns minutos por semana para vistoriar suas casas e evitar criadouros do mosquito, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Checklist orienta ações simples dentro de casa

O checklist reúne medidas práticas que podem ser adotadas no dia a dia para impedir a proliferação do mosquito. Entre as principais recomendações estão:

  • Manter caixas d’água e cisternas bem vedadas;
  • Colocar areia ou eliminar a água de pratinhos de plantas;
  • Manter lixeiras sempre fechadas;
  • Evitar acúmulo de água em lonas e coberturas;
  • Deixar garrafas, baldes e vasilhas virados para baixo;
  • Aplicar água sanitária em ralos pouco usados duas vezes por semana;
  • Esfregar bebedouros de animais com frequência;
  • Manter piscinas tratadas e calhas limpas.

Além disso, a orientação inclui medidas de proteção individual, como o uso de repelentes aprovados pela Anvisa, roupas que cubram o corpo em áreas com surto, instalação de telas em portas e janelas e uso de mosquiteiros.

Combate depende da participação da população

De acordo com o coordenador do Programa de Endemias, Hélio de Oliveira Júnior, o envolvimento da comunidade é essencial para reduzir os focos do mosquito na cidade.

“Pedimos o apoio de toda a população para que inclua esse cuidado na sua rotina semanal. O combate ao mosquito é uma responsabilidade coletiva, e somente com a participação de todos conseguiremos reduzir os focos e proteger a saúde da nossa comunidade”, afirmou.

Situação exige atenção constante

O avanço no número de focos acende o alerta para possíveis casos das doenças transmitidas pelo mosquito. A adoção de medidas simples pode evitar a proliferação e reduzir riscos à saúde pública.

A recomendação é manter a vigilância contínua, especialmente em períodos de maior calor e chuva, quando a reprodução do mosquito tende a aumentar.

Gilmar Mendes vota pela inconstitucionalidade de lei de SC que proíbe cotas raciais

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O ministro Gilmar Mendes votou nesta sexta-feira (10) para que o Supremo Tribunal Federal (STF) declare inconstitucional a lei de Santa Catarina que proíbe cotas raciais e outras ações afirmativas em universidades que recebem recursos públicos. O julgamento ocorre no plenário virtual e segue até 17 de abril.

Relator da ação, Mendes argumentou que a norma estadual contraria entendimentos já consolidados pelo STF, que reconhecem a constitucionalidade de políticas de ação afirmativa baseadas em critérios étnico-raciais.

Lei estadual restringe ações afirmativas

A Lei Estadual 19.722/2026 foi aprovada pela Assembleia Legislativa em dezembro e sancionada em janeiro pelo governador Jorginho Mello (PL). O texto proíbe a adoção de cotas para ingresso de estudantes e contratação de profissionais em instituições de ensino superior públicas ou que recebam verbas estaduais.

A proibição inclui critérios de raça, gênero e outras ações afirmativas, como políticas voltadas a indígenas e pessoas trans. No entanto, a lei prevê exceções para:

  • Pessoas com deficiência (PCDs);
  • Estudantes oriundos de escolas públicas;
  • Critérios exclusivamente econômicos.

Também estão previstas penalidades para descumprimento, como anulação de editais, multa de R$ 100 mil e corte de repasses públicos.

Voto destaca jurisprudência do STF

No voto, Gilmar Mendes afirmou que a lei catarinense ignora decisões anteriores do STF que validaram o uso de cotas raciais no ensino superior como instrumento de promoção da igualdade.

Segundo o ministro, a justificativa da lei — baseada na ideia de que cotas raciais violariam o princípio da isonomia — não se sustenta juridicamente.

“As políticas dessa natureza, quando bem utilizadas, concretizam o princípio da igualdade, entendida como respeito às diferenças e combate às desigualdades materiais”, destacou no voto.

Mendes também apontou que normas internacionais incorporadas ao ordenamento jurídico brasileiro reforçam a validade de ações afirmativas.

Lei já estava suspensa

A norma de Santa Catarina já está suspensa enquanto aguarda decisão definitiva. A discussão ocorre em uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) apresentada pelo PSOL, em conjunto com entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Educafro.

Antes do julgamento, o relator solicitou explicações ao governo estadual, à Assembleia Legislativa e à Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), uma das instituições diretamente afetadas.

Além disso, há outro processo semelhante em tramitação no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).

Impacto nas universidades

Caso a lei fosse aplicada, afetaria diretamente:

  • A Udesc, que oferece 59 cursos de graduação em 13 centros;
  • Instituições ligadas à Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe);
  • Faculdades privadas com acesso a programas como Universidade Gratuita e Fumdesc.

Na prática, o texto impediria apenas políticas baseadas em critérios raciais, mantendo outras formas de reserva de vagas.

Próximos passos

O voto de Gilmar Mendes será analisado pelos demais ministros do STF até o dia 17 de abril. A decisão final dependerá da maioria do plenário.

Até lá, a suspensão da lei permanece em vigor.

Entrevista – Dagnor Schneider, presidente da Fetrancesc 

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“Santa Catarina enfrenta gargalos logísticos apesar da força econômica, avalia presidente da Fetrancesc”  

 

O crescimento da frota e a falta de investimentos em infraestrutura rodoviária têm ampliado os desafios logísticos de Santa Catarina. Em entrevista, o presidente da Fetrancesc, Dagnor Schneider, analisa os dados levantados pelo Observatório da entidade e comenta os impactos na economia, na segurança viária e na competitividade do Estado. 

 

Pelo Estado – Como Santa Catarina se posiciona hoje no cenário nacional do transporte de cargas? 
Dagnor Schneider – Santa Catarina hoje tem a sexta maior frota de veículos do país, com cerca de 6,7 milhões de unidades, segundo dados do Detran compilados pelo Observatório da Fetrancesc. Quando olhamos especificamente para o transporte de carga, o Estado ocupa posição ainda mais relevante: temos a quinta maior frota de veículos pesados do Brasil (caminhão + caminhão-trator), com mais de 259 mil unidades. Além disso, temos um país rodoviarista, ou seja, 65% de tudo o que é transportado é feito por um caminhão.  

Esses números refletem o dinamismo da economia catarinense, que é muito baseada na indústria, no agronegócio e nas exportações.  

 

Pelo Estado – Esse crescimento foi acompanhado por investimentos em infraestrutura rodoviária? 

Dagnor Schneider – Infelizmente não na mesma proporção. O crescimento da frota e da produção não foi acompanhado pela ampliação da malha viária. Santa Catarina tem, aproximadamente, sete mil quilômetros de rodovias pavimentadas. O que aponta uma alta densidade de frota. Para cada quilômetro pavimentado, são 934 veículos. Enquanto isso, o Paraná, que é um estado um pouco maior que o nosso, tem mais de 19 mil quilômetros de malha pavimentada, com uma densidade de 492 veículos por quilômetro. Ou seja, para Santa Catarina atingir a mesma densidade rodoviária do Paraná, seria necessário construir mais 2.300 quilômetros de rodovias. Isso evidencia uma diferença estrutural importante entre os estados do Sul e ajuda a explicar parte das dificuldades logísticas que enfrentamos. 

 

Pelo Estado – Quais são os impactos diretos desse déficit de infraestrutura para o transporte de cargas?  

Dagnor Schneider – O déficit impacta diretamente a logística e os custos operacionais. Com poucas alternativas viárias, o fluxo acaba concentrado em alguns corredores estratégicos. Isso acelera o desgaste do pavimento, aumenta congestionamentos, e amplia os riscos de acidentes e mortes nas rodovias. Além disso, afeta a previsibilidade das operações logísticas, algo fundamental para a competitividade das empresas. 

 

Pelo Estado – Os dados de segurança viária também apontam um cenário preocupante. O que eles revelam?  

Dagnor Schneider – Quando analisamos os números da Polícia Rodoviária Federal de janeiro a dezembro de 2025, Santa Catarina apresenta índices significativamente superiores à média nacional em número de acidentes quando considerados os dados por 100 quilômetros de rodovia federal. A taxa de acidentes no Estado é 215% maior do que a média do país. O número de feridos é 212% maior, e o de óbitos é 100% superior. 

 

Pelo Estado – O que explica índices tão elevados?  

Dagnor Schneider – Esses números indicam que o problema não está apenas no volume de tráfego. Existe uma combinação de fatores: alta densidade de veículos, infraestrutura limitada e trechos críticos com histórico de risco. Quando esses elementos se somam, o resultado é um aumento significativo nos registros de acidentes e no número de vidas que se perdem. 

 

Pelo Estado – Além do impacto social, quais são os custos econômicos dessa situação?  

Dagnor Schneider – Os acidentes geram custos muito elevados. Um levantamento baseado na Pesquisa CNT de Rodovias 2025, cruzado com dados da PRF e sistematizado pelo Observatório Fetrancesc, mostra que os acidentes rodoviários em Santa Catarina geraram um custo superior a 3 bilhões de reais em 2025. Estamos falando de danos materiais, perda de carga, despesas hospitalares, afastamento de trabalhadores, aumento no valor dos seguros e elevação do custo do frete. Tudo isso impacta diretamente a cadeia produtiva e, no fim das contas, chega ao consumidor. 

 

Pelo Estado – Alguns dos trechos mais perigosos do país estão em Santa Catarina. Onde se concentram esses pontos críticos? 

Dagnor Schneider – Considerando o número de acidentes, dos dez trechos mais perigosos do Brasil em rodovias federais, quatro estão em Santa Catarina, todos na BR-101 Norte. Os dados da PRF mostram que o trecho entre os quilômetros 200 e 210, em São José, na Grande Florianópolis, foi o mais perigoso do país em 2025, com 575 acidentes e dez mortes. Na terceira posição aparece o trecho entre os quilômetros 210 e 220, com 341 acidentes. Outros dois pontos críticos ficam entre os quilômetros 130 e 140, em Balneário Camboriú, com 279 ocorrências, e entre os quilômetros 190 e 200, com 261 acidentes. 

 

Pelo Estado – O que esses dados revelam sobre a situação da BR-101?  

Dagnor Schneider – Nos anos de 2023 e 2024, a pesquisa Viagem Segura, da Confederação Nacional do Transporte (CNT), já havia apontado o trecho entre os quilômetros 200 e 210 da BR-101 como o mais perigoso do Brasil em número de acidentes, reforçando que o problema é recorrente e estrutural. A rodovia colapsou, chegou ao seu limite há muito tempo. Precisamos de investimentos recorrentes e robustos para ampliar e melhorar a nossa malha rodoviária ou, infelizmente, vamos continuar pagando essa conta e perdendo vidas. 

Esse problema também reflete um desafio nacional? Sem dúvida. Apenas nas rodovias federais brasileiras, mais de seis mil pessoas perderam a vida em acidentes em 2025, segundo dados da PRF. Isso mostra que a segurança viária precisa ser tratada como uma prioridade nacional. 

 

Pelo Estado – Outro ponto levantado pelo estudo envolve a relação entre arrecadação e repasses federais. Qual é o cenário? 

Dagnor Schneider – Santa Catarina é um dos estados que mais arrecadam para a União. No histórico de 2021 a 2025, o estado contribuiu com cerca de R$ 590 bilhões para a União, mas recebeu apenas R$ 83.4 bilhões em repasses, o equivalente a 14% do total arrecadado. O contraste é ainda maior quando comparado a Estados do nordeste, como, por exemplo, o Maranhão, que arrecadou R$ 66.8 bilhões e recebeu R$ 171.3 bilhões, ou seja, 256.4% do que contribuiu. 

 

Pelo Estado – Como essa diferença impacta o desenvolvimento da infraestrutura?  

Dagnor Schneider – Santa Catarina tem frota crescente, malha rodoviária limitada e índices de acidentes muito acima da média nacional. O desafio catarinense vai além do gargalo logístico. Trata-se de uma questão de perda de vidas e competitividade. Sem um repasse proporcional, o déficit em obras estruturantes tende a se ampliar.  

 

Pelo Estado – Qual é o principal alerta que a Fetrancesc faz a partir desses dados?  

Dagnor Schneider – O investimento em infraestrutura rodoviária não pode ser tratado apenas como uma demanda do setor de transporte, mas como uma prioridade estratégica para a competitividade econômica do Estado e do país.  

Sem aportes robustos e contínuos, seguimos enfrentando consequências graves, como a perda de vidas, queda de produtividade, congestionamentos recorrentes e aumento dos custos para o setor, que já lida com uma série de desafios, como o roubo de cargas, a precariedade da malha rodoviária, a alta do diesel e a necessidade constante de reequilíbrio do frete. Negligenciar a infraestrutura é comprometer o futuro econômico e logístico do Estado. 

 

 

 

Artemis II retorna hoje à Terra com calor extremo e alta velocidade

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A missão Artemis II, primeira viagem tripulada à Lua em cerca de 50 anos, está na fase final e deve retornar à Terra na noite desta sexta-feira. O pouso está previsto para ocorrer no Oceano Pacífico, próximo à costa de San Diego, nos Estados Unidos, às 21h07 (horário de Brasília).

O retorno da Artemis II Terra envolve uma das etapas mais críticas da missão: a reentrada na atmosfera, marcada por calor intenso, velocidade extrema e forças elevadas sobre a tripulação.

Reentrada em alta velocidade e calor extremo

Cerca de 20 minutos antes de atingir a atmosfera terrestre, o módulo de serviço da cápsula Orion será descartado. A partir desse momento, apenas a cápsula com os astronautas seguirá rumo à Terra.

A reentrada ocorre a aproximadamente 38 mil km/h, o equivalente a cerca de 30 vezes a velocidade do som. Durante esse processo, a cápsula enfrenta temperaturas que podem ultrapassar 2.760°C.

Nesse período, os astronautas também ficam temporariamente sem comunicação com a Terra por cerca de seis minutos — fenômeno causado pelo aquecimento extremo ao redor da nave.

Além disso, a tripulação é submetida a forças de até 3,9 vezes a gravidade terrestre, exigindo preparo físico e rigorosos protocolos de segurança.

Descida com paraquedas e pouso no mar

Após atravessar a atmosfera, a cápsula Orion inicia a fase de desaceleração com a abertura gradual dos paraquedas.

O processo ocorre em etapas:

  • Paraquedas de estabilização são acionados a cerca de 6,7 km de altitude
  • Em seguida, três paraquedas principais são abertos
  • A velocidade é reduzida para garantir um pouso seguro no oceano

O pouso na água, conhecido como splashdown, ocorrerá no Pacífico e marca o fim da jornada da Artemis II.

Resgate dos astronautas

Após o pouso, equipes de resgate devem chegar rapidamente à cápsula. A previsão é que os astronautas sejam retirados em até duas horas.

Eles serão levados de helicóptero até o navio militar USS John P. Murtha, onde passarão pelas primeiras avaliações médicas.

Na sequência, a tripulação será transportada ao Centro Espacial Johnson, no Texas, para monitoramento pós-missão.

Missão marca nova era da exploração lunar

A Artemis II faz parte do programa Programa Artemis, que busca retomar missões tripuladas à Lua e preparar futuras viagens a Marte.

O retorno bem-sucedido da missão é considerado fundamental para os próximos passos da exploração espacial, incluindo o envio de astronautas para pousar novamente na superfície lunar nos próximos anos.

SC sanciona lei que permite veto de pais a aulas sobre gênero

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Uma nova lei sancionada em Santa Catarina permite que pais ou responsáveis proíbam a participação de estudantes em atividades pedagógicas sobre identidade de gênero e temas relacionados. A medida foi oficializada pelo governo estadual e publicada no Diário Oficial no início da semana.

A legislação vale para escolas públicas e privadas e determina que as instituições informem previamente os responsáveis sobre conteúdos que abordem identidade de gênero, orientação sexual, diversidade sexual e igualdade de gênero.

O que prevê a nova lei

A lei identidade de gênero SC estabelece que os pais têm o direito de autorizar ou vetar a participação dos filhos nessas atividades. A decisão deve ser formalizada por meio de documento escrito e assinado.

Entre os principais pontos da legislação:

  • Define como atividades pedagógicas de gênero aquelas que tratam de identidade de gênero, orientação sexual, diversidade e igualdade de gênero
  • Garante aos pais o direito de impedir a participação dos filhos nesses conteúdos
  • Obriga as escolas a comunicarem previamente sobre atividades com esses temas
  • Determina que as instituições respeitem a decisão dos responsáveis

Até o momento, o governo estadual não detalhou qual órgão será responsável pela fiscalização da medida nem como será feita a aplicação das penalidades.

Penalidades para escolas

A lei identidade de gênero SC também prevê punições para instituições que descumprirem as regras. As sanções podem variar conforme a gravidade e reincidência.

As penalidades incluem:

  • Advertência por escrito, com prazo para adequação
  • Multa entre R$ 1 mil e R$ 10 mil por aluno envolvido
  • Suspensão das atividades por até 90 dias
  • Cassação da autorização de funcionamento da escola

Falta de definição sobre fiscalização

A Secretaria de Estado ainda não informou como será feita a fiscalização da lei nem o destino dos valores arrecadados com eventuais multas.

Também não houve detalhamento oficial sobre a interpretação dos conceitos de identidade de gênero, diversidade sexual e igualdade de gênero no contexto da legislação.

Contexto e aplicação

A medida se aplica a toda a rede de ensino em Santa Catarina, incluindo instituições públicas e privadas. As escolas passam a ter a responsabilidade de garantir o cumprimento da decisão dos pais ou responsáveis.

A lei entra em vigor após a publicação oficial e já pode impactar a organização de atividades pedagógicas nas unidades de ensino do estado.

Parque Diamante lança projeto “Direitos em Cena” com espetáculos gratuitos para escolas da Amurel

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FOTO PDE Divulgação Notisul

TEMPO DE LEITURA: 3 minutos

O projeto Direitos em Cena no Parque Diamante vai levar espetáculos teatrais gratuitos para estudantes da rede pública da região da Amurel. A iniciativa busca promover reflexão e fortalecer vínculos entre crianças e adolescentes por meio da arte.

A primeira apresentação ocorre no dia 22 de abril, no teatro do Parque Diamante +Energia, em Capivari de Baixo.

Espetáculos abordam temas sociais e emocionais

A proposta traz à cena temas como diversidade, prevenção à violência, inclusão, meio ambiente e saúde emocional. O objetivo é estimular o pensamento crítico e o protagonismo infantojuvenil.

O espetáculo de estreia será “Modo Avião”, com duas sessões programadas:

  • 09h – Espetáculo teatral “Modo Avião”
  • 14h – Espetáculo teatral “Modo Avião”

Uma nova rodada de apresentações está marcada para o dia 29 de abril, nos mesmos horários.

Escolas podem se inscrever gratuitamente

Escolas da região da Amurel interessadas em participar podem se inscrever gratuitamente por meio da plataforma Sympla, no link: https://www.sympla.com.br/produtor/parquediamante.

O projeto prevê a realização de cerca de 30 apresentações ao longo de 10 meses, com quatro espetáculos voltados a diferentes faixas etárias. A expectativa é alcançar aproximadamente 4 mil estudantes.

A ação conta com parceria da Secretaria Municipal de Educação de Capivari de Baixo e está aberta à adesão de outros municípios da região.

Projeto também valoriza artistas locais

Além do impacto educacional, o projeto também incentiva a produção cultural regional. Oito artistas foram selecionados por meio de audições e serão remunerados pelas apresentações.

Segundo a coordenadora de Cultura do Parque, Dafna Rodrigues, a iniciativa reforça o papel do espaço como fomentador de talentos locais.

“O Parque tem sido reconhecido como berço de artistas e este projeto culmina com esse propósito de incentivar os talentos locais, além de levar informação e conscientização às escolas”, destacou.

Iniciativa conta com apoio institucional

A ação cultural é viabilizada por meio do Fundo da Infância e Adolescência (FIA) de Santa Catarina, com apoio da Secretaria de Assistência Social, Mulher e Família.

Também participam a Associação Jorge Lacerda, gestora do Parque Diamante +Energia, e a Diamante Geração de Energia, responsável pelo patrocínio.

Projeto: Direitos em Cena
Local: Teatro do Parque Diamante +Energia – Capivari de Baixo

Datas e horários:

 22/04/2026

  • 09h – Espetáculo “Modo Avião”
  • 14h – Espetáculo “Modo Avião”

 29/04/2026

  • 09h – Espetáculo “Modo Avião”
  • 14h – Espetáculo “Modo Avião”

Inscrições: https://www.sympla.com.br/produtor/parquediamante

Escolas da Amesc abrem para famílias neste sábado com atividades especiais

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IMAGEM Divulgação, Notisul

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As escolas abertas na Amesc para famílias marcam a programação deste sábado (11/04), com a participação de 39 unidades de ensino da região. A iniciativa convida pais, responsáveis e comunidade para um dia de integração com alunos e educadores.

As atividades ocorrem em diferentes horários — manhã, tarde e noite — conforme a organização de cada escola.

Programação inclui atividades culturais e recreativas

Durante o dia, as escolas vão oferecer uma série de atividades voltadas à convivência e ao lazer. Entre os destaques estão:

  • Gincanas e brincadeiras
  • Apresentações de dança e teatro
  • Corrida rústica e caminhadas
  • Torneios esportivos
  • Bingo e atividades interativas
  • Lanche compartilhado entre as famílias

A proposta é transformar o ambiente escolar em um espaço de encontro e participação coletiva.

Integração fortalece aprendizado e combate evasão

A ação busca aproximar as famílias da rotina escolar dos estudantes. Segundo os organizadores, a presença dos responsáveis contribui diretamente para o desempenho acadêmico e o desenvolvimento emocional dos alunos.

Além disso, o encontro valoriza a diversidade das estruturas familiares e incentiva a participação ativa na vida escolar, ajudando também no combate à evasão.

O evento reforça a construção de um ambiente mais acolhedor, colaborativo e inclusivo nas escolas da região.

Prefeito de Capivari de Baixo recebe prêmio por uso de drones no combate à dengue

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FOTO PMCB Divulgação Notisul

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O prefeito inovador de Capivari de Baixo foi destaque nesta semana após receber o prêmio “Prefeito Inovador 2026”. Claudir Bitencourt foi homenageado na manhã desta quarta-feira (9), durante o 9º Congresso Catarinense de Cidades Digitais e Inteligentes, realizado em Balneário Camboriú.

A premiação reconhece gestores que investem na digitalização dos serviços públicos e na modernização da administração municipal.

Projeto usa drones no combate à dengue

Capivari de Baixo foi contemplado pelo projeto “Uso de drones no combate à dengue”, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Saúde.

A iniciativa prevê o uso de drones para monitorar locais que possam servir de criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, chikungunya e zika.

A primeira etapa do projeto ocorreu em janeiro, com a capacitação de servidores para pilotagem dos equipamentos. O drone ainda está em fase de aquisição pelo Fundo Municipal de Saúde e será utilizado após homologação da Anatel e da Anac.

Prefeito destaca importância da inovação

Durante a cerimônia, o prefeito Claudir Bitencourt comemorou o reconhecimento e destacou a relevância da iniciativa para a saúde pública.

“Para nós é uma grande satisfação receber o prêmio da RCD, neste importante evento. Principalmente por saber que o projeto, assim que implementado, fortalecerá a prevenção e fiscalização de pontos de risco para a saúde de nossa população, que é uma área que estamos dando bastante atenção”, afirmou.

Evento reúne gestores e especialistas

O 9º Congresso Catarinense de Cidades Digitais e Inteligentes segue até (10/04), reunindo prefeitos, gestores, servidores públicos, vereadores e especialistas.

O encontro tem como objetivo promover a troca de experiências e apresentar soluções inovadoras nas áreas de saúde, educação, finanças e segurança pública.

Segundo os organizadores, o prêmio “Prefeito Inovador 2026” valoriza administrações que adotam práticas criativas, sustentáveis e inclusivas, com foco em resultados positivos para a população.

Polícia prende 6º envolvido em latrocínio em Laguna

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IMAGEM PCSC Divulgação Notisul

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A prisão por latrocínio em Laguna teve um novo desdobramento nesta sexta-feira (10/04/2026). A Polícia Civil prendeu o sexto suspeito de participação na morte de Jair de Bem Figueiredo. A detenção ocorreu na cidade de Içara, após avanço das investigações.

Prisão ocorreu após avanço das investigações

A ação foi realizada pela Delegacia de Investigação Criminal (DIC) de Laguna, com apoio da Polícia Militar, por meio do Pelotão de Patrulhamento Tático e das Agências de Inteligência de Laguna e Içara.

O suspeito, um homem de 19 anos, teve a prisão preventiva cumprida após novas diligências conduzidas pela unidade especializada.

De acordo com a DIC de Laguna, ele atuou como coautor tanto na execução da vítima quanto na ocultação do cadáver.

Todos os envolvidos estão presos

Com a nova prisão, a Polícia Civil informou que todos os autores e partícipes do crime foram identificados e estão detidos.

As investigações apontam que os envolvidos teriam cometido o crime com o objetivo de obter vantagem financeira. Após a morte da vítima, eles teriam se apropriado de valores pertencentes a Jair de Bem Figueiredo.

Diante dos indícios reunidos, os suspeitos passaram a ser investigados e enquadrados pelo crime de latrocínio, que consiste em roubo seguido de morte.