sábado, 15 agosto , 2026
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MPC recomenda aprovação das contas de Pescaria Brava, mas aponta restrições

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FOTO PMPB Divulgação Notisul

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O Ministério Público de Contas de Santa Catarina (MPC-SC) recomendou a aprovação das contas da Prefeitura de Pescaria Brava referentes ao exercício de 2025. O parecer conclui que as irregularidades identificadas não possuem gravidade suficiente para comprometer as contas, mas também registra restrições e pede apuração específica de questões relacionadas à transparência e ao atraso na prestação de contas.

A manifestação consta do Parecer MPC/CF/453/2026, no processo PCP 26/00058006. O documento é assinado pela procuradora Cibelly Farias.

A administração do prefeito Henrique Castro de Souza considera a manifestação um marco para o município e afirma ser a primeira recomendação favorável do MPC-SC às contas de um prefeito de Pescaria Brava desde a emancipação.

Município cumpriu limites de Saúde, Educação e pessoal

Entre os pontos favoráveis, o parecer registra que Pescaria Brava encerrou 2025 com superávit de execução orçamentária e superávit financeiro. Também houve variação financeira positiva em relação ao exercício anterior.

O município cumpriu os limites constitucionais e legais avaliados nas áreas de Saúde e Educação.

Na Saúde, a aplicação ficou acima do mínimo de 15% das receitas de impostos e transferências.

Na Educação, o investimento em manutenção e desenvolvimento do ensino superou o mínimo constitucional de 25%.

O parecer também registra cumprimento das exigências relacionadas ao Fundeb, incluindo aplicação mínima de 70% para pagamento dos profissionais da educação básica.

As despesas com pessoal permaneceram abaixo dos limites legais tanto no conjunto do município quanto individualmente nos poderes Executivo e Legislativo. A tabela apresentada pelo próprio MPC nas páginas 4 e 5 registra como “cumpridos” esses indicadores.

Parecer também identifica quatro restrições

Apesar da recomendação pela aprovação, a análise técnica não foi livre de apontamentos.

O relatório registra quatro restrições de ordem legal.

Uma delas envolve R$ 176,7 mil em despesas inscritas em restos a pagar e/ou registradas como despesas de exercícios anteriores com recursos do Fundeb, sem disponibilidade financeira.

Também foram apontados registros indevidos de ativo financeiro em duas fontes de recursos.

As outras duas restrições envolvem transparência fiscal e atraso no envio da prestação de contas.

Na avaliação da transparência, Pescaria Brava deixou de cumprir dois dos 11 critérios essenciais considerados: a divulgação do Relatório de Gestão Fiscal (RGF) e do Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO).

O parecer chama atenção ainda para a reincidência do gestor nessa questão e considera necessária a abertura de autos apartados para analisar a impropriedade.

O atraso no encaminhamento da prestação de contas também deverá ser examinado separadamente.

Problemas não foram considerados suficientes para rejeição

Mesmo diante das restrições, o MPC concluiu que não foi identificada impropriedade com gravidade suficiente para comprometer a análise das contas.

Na conclusão, a procuradora manifesta-se expressamente pela emissão de parecer recomendando à Câmara Municipal a aprovação das contas da Prefeitura de Pescaria Brava relativas a 2025.

O órgão também recomenda adequações nas políticas públicas municipais e determina a formação de autos apartados para examinar as questões relacionadas à transparência e ao atraso na prestação de contas.

Portanto, a manifestação favorável não elimina os apontamentos encontrados durante a fiscalização.

Saneamento e Educação também recebem observações

O documento apresenta ainda avaliações sobre políticas públicas.

No saneamento, o MPC registra que Pescaria Brava ainda está abaixo das metas de universalização previstas no marco legal para abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto.

Na Educação, foram identificadas metas ainda não atingidas relacionadas ao atendimento em creches, pré-escola e universalização do ensino fundamental.

Já o Plano Municipal de Saúde aparece como aprovado na avaliação considerada pelo órgão.

Diante desses indicadores, o MPC recomenda que a Prefeitura faça as adequações necessárias para atender aos aspectos avaliados nas políticas públicas municipais.

Prefeito destaca resultado da análise

Para o prefeito Henrique Castro, a recomendação representa o reconhecimento do trabalho realizado pela equipe municipal.

“Não poderia ter recebido um presente melhor. A gente trabalha todos os dias com muita responsabilidade, transparência e respeito pelo dinheiro público”,

declarou.

A manifestação foi disponibilizada no dia 5 de agosto, data do aniversário do prefeito.

“É um momento histórico para Pescaria Brava. Desde que o município existe, é a primeira vez que temos uma recomendação dessa natureza do Ministério Público de Contas”,

afirmou Henrique.

O prefeito atribuiu o resultado à administração municipal e aos servidores.

“Esse não é um resultado apenas do prefeito. É da gestão Henrique e Janaína e de toda uma equipe que trabalha diariamente para fazer uma gestão séria, responsável e comprometida com a população”,

completou.

Processo ainda não está encerrado

A recomendação do Ministério Público de Contas não representa o julgamento definitivo das contas.

O parecer integra o processo de controle externo e recomenda à Câmara Municipal a aprovação das contas referentes a 2025.

Ao mesmo tempo, permanecem as recomendações para correção dos problemas encontrados e a determinação para abertura de procedimentos específicos sobre as impropriedades relacionadas à transparência e ao atraso na prestação de contas.

Assim, o resultado representa uma manifestação favorável à aprovação, mas acompanhada de ressalvas que deverão continuar sob acompanhamento dos órgãos de controle.

Capivari de Baixo prepara moradores para agir em emergências climáticas

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IMAGEM PMCB Divulgação Notisul

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Moradores dos bairros Ilhotinha e Centro, em Capivari de Baixo, terão dois encontros na próxima semana para aprender como agir diante de enchentes, vendavais, deslizamentos e outras situações de emergência. As reuniões integram o projeto Social + Perto de Você – Guardiões da Comunidade e ocorrem na segunda (17) e terça-feira (18), às 19h30.

A iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Social e da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil percorre as comunidades para ampliar a prevenção e preparar moradores para situações que possam colocar famílias em risco.

Os encontros também vão explicar como funciona a rede municipal de proteção e qual é o papel dos órgãos públicos durante eventos adversos.

Ilhotinha recebe primeira reunião na segunda-feira

A primeira atividade da próxima semana será no bairro Ilhotinha, na segunda-feira (17).

A reunião começa às 19h30, na Associação de Moradores do bairro.

Na terça-feira (18), também às 19h30, será a vez dos moradores do Centro. O encontro ocorrerá na Igreja Evangélica Assembleia de Deus, na Rua Gonçalves Dias, 251.

A proposta é aproximar a população das equipes responsáveis pela resposta municipal e criar uma rede de moradores preparados para colaborar quando houver necessidade.

Bairros terão núcleos de voluntários

Além das orientações sobre prevenção, o projeto pretende identificar moradores interessados em atuar voluntariamente durante situações de emergência.

Os participantes poderão receber capacitações sobre primeiros socorros e atendimento inicial à população.

O programa também aborda a organização de abrigos temporários e a logística necessária para receber, separar e distribuir donativos.

Outro objetivo é esclarecer as responsabilidades de cada órgão público durante a resposta a um desastre.

Segundo o coordenador da Defesa Civil de Capivari de Baixo, Adam Dutra, a intenção é formar uma estrutura de voluntários nos bairros.

“Todo o bairro terá um núcleo de voluntários e, através de parceria com a Defesa Civil do Estado, haverá oportunidade de capacitação destas pessoas para atuarem quando necessário”,

explica.

Assistência Social orienta sobre abrigos e donativos

A Secretaria de Desenvolvimento Social participa do projeto principalmente nas questões relacionadas ao acolhimento das famílias.

Em situações mais graves, moradores podem precisar deixar temporariamente suas casas. Dependendo das consequências da ocorrência, o afastamento também pode se prolongar.

A secretária de Desenvolvimento Social, Thayse Izidro, destaca que a Assistência Social também atua na organização dos abrigos e dos donativos.

“O setor de Assistência Social do município participa desta iniciativa com o intuito de atuar, caso necessário, no acolhimento destas pessoas, que muitas vezes precisam deixar seus lares temporária ou definitivamente”,

afirma.

Segundo ela, a área também desempenha papel importante na gestão dos donativos destinados às famílias atingidas.

Projeto busca preparar população antes das emergências

A proposta do Guardiões da Comunidade é desenvolver a preparação antes que uma ocorrência grave aconteça.

O prefeito Claudir Bitencourt afirma que a participação dos moradores é importante para melhorar a resposta diante de eventos climáticos.

“Precisamos envolver a comunidade para que todos possam saber como proceder em situações de emergências climáticas”,

declara.

Além de enchentes, a iniciativa trabalha a preparação para vendavais, deslizamentos e outras ocorrências capazes de provocar danos e deixar famílias em situação de vulnerabilidade.

Serviço

Ilhotinha
Data: segunda-feira, 17 de agosto
Horário: 19h30
Local: Associação de Moradores do bairro Ilhotinha

Centro
Data: terça-feira, 18 de agosto
Horário: 19h30
Local: Igreja Evangélica Assembleia de Deus
Endereço: Rua Gonçalves Dias, 251, Centro
Horário: 19h30

Operação prende dois suspeitos de exigir mais de R$ 100 mil de vítima em Meleiro

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FOTO PCSC Divulgação Notisul

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Dois investigados por suspeita de extorsão foram presos preventivamente na manhã deste sábado (15), em Meleiro, no Sul de Santa Catarina. Segundo a Polícia Civil, eles teriam ameaçado uma vítima e exigido o pagamento de mais de R$ 100 mil.

As prisões ocorreram durante uma operação conjunta das polícias Civil e Militar de Santa Catarina. Além dos dois mandados de prisão preventiva, as equipes cumpriram mandados de busca e apreensão.

Investigados teriam ameaçado vítima

A investigação é conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Meleiro.

Conforme as informações divulgadas pela polícia, os dois investigados são suspeitos da prática do crime de extorsão.

A apuração aponta que a vítima teria sido ameaçada pelos suspeitos. Eles teriam exigido mais de R$ 100 mil como parte da ação investigada.

Outros detalhes sobre as circunstâncias das ameaças, a identidade da vítima e a origem da cobrança não foram divulgados.

Polícia também cumpriu mandados de busca

Durante a operação deste sábado, as forças de segurança também deram cumprimento a mandados de busca e apreensão relacionados à investigação.

Não foram informados quais materiais foram eventualmente recolhidos durante as buscas.

Após o cumprimento das ordens judiciais, os dois investigados foram encaminhados ao sistema prisional.

Eles permanecem à disposição da Justiça enquanto a Polícia Civil de Meleiro dá continuidade à investigação.

Solidariedade à mesa: evento reúne 14 cozinhas e celebra 60 anos da Apae de Tubarão

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FOTO Notisul

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Solidariedade, gastronomia e integração marcaram a 19ª edição do “Lugar de Homem é na Cozinha”, realizada na noite de quinta-feira (13), no Parque Diamante +Energia, em Capivari de Baixo. O tradicional jantar beneficente reuniu 14 cozinhas voluntárias para arrecadar recursos destinados à Apae de Tubarão, que celebra 60 anos em 2026.

Empresas, entidades e lideranças da região formaram as equipes responsáveis pelos pratos. As receitas foram mantidas em segredo até o jantar, uma das características tradicionais do evento.

A jornalista Aline Araújo comandou o cerimonial da noite.

Evento ajuda a financiar necessidades da Apae de Tubarão

O “Lugar de Homem é na Cozinha” é considerado a principal ação de arrecadação promovida pela Apae de Tubarão.

Os ingressos foram comercializados por R$ 170. Os recursos obtidos são destinados a despesas e investimentos da instituição que não possuem cobertura de verbas públicas.

Entre as necessidades estão melhorias na frota de ônibus, manutenção da estrutura física e aquisição de equipamentos especializados para os serviços prestados pela entidade.

A expectativa para a 19ª edição era superar o resultado obtido em 2025, quando aproximadamente R$ 92 mil foram arrecadados.

O valor final obtido na edição de 2026 ainda não foi informado.

Lugar de Homem é na Cozinha
FOTO Notisul

Jantar também celebra os 60 anos da Apae

A edição deste ano teve um significado especial para a instituição. O evento integra as comemorações pelos 60 anos de atuação da Apae de Tubarão.

Para o presidente da entidade, Marciano Michels, a mobilização demonstra a solidariedade da comunidade de Tubarão e dos municípios da região.

Segundo Michels, o apoio é necessário para garantir recursos que permitam à Apae aprimorar projetos, ampliar a qualidade dos serviços e manter o atendimento às pessoas que necessitam do trabalho da instituição.

A participação das 14 cozinhas também reforçou o caráter comunitário do jantar. Os grupos doaram os pratos preparados para a noite, contribuindo diretamente com a ação beneficente.

Notisul retorna ao evento que ajudou a criar

Lugar de Homem é na Cozinha 2026
FOTO Notisul traz Dura, Daniel, Fernando Henrique e Bruno

A 19ª edição também marcou o retorno do Notisul às cozinhas do evento.

O portal participou da criação do “Lugar de Homem é na Cozinha” e posteriormente doou a iniciativa para que a Apae de Tubarão assumisse sua condução e gestão.

Neste ano, a equipe do Notisul preparou filé em tiras acompanhado de arroz com pimentões e lascas de bacon.

O prato foi elaborado pelos chefs Dura, Daniel Beltrame e Bruno Possidonio, com a participação do empresário Fernando Henrique Teixeira da Silva.

A receita do Scatola Restaurante esteve entre as atrações gastronômicas da noite e marcou a retomada da participação do portal no evento.

Gastronomia mobiliza comunidade em favor da instituição

Ao longo de 19 edições, o jantar transformou a gastronomia em instrumento de mobilização em benefício da Apae.

Além da arrecadação financeira, a proposta aproxima empresas, profissionais, entidades e moradores do trabalho realizado pela instituição.

Em 2026, essa mobilização ganhou simbolismo adicional pelos 60 anos da Apae de Tubarão.

O encontro reforçou uma trajetória que une voluntariado e participação da comunidade para ajudar a manter e aprimorar serviços oferecidos pela entidade.

Horóscopo deste sábado 15: equilíbrio e boas conexões marcam o dia

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IMAGEM IA Notisul

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O horóscopo deste sábado (15) aponta um dia favorável às conexões, às conversas e à busca por equilíbrio nas relações. O momento pede sabedoria nas trocas sociais e atenção para conciliar ambição, responsabilidades e leveza.

Para alguns signos, o sábado favorece projetos e novas ideias. Para outros, o conselho é controlar gastos, evitar conflitos desnecessários e dedicar mais atenção aos relacionamentos.

Confira a previsão para cada signo:

♈ Áries (21/03 a 20/04)

O dia traz maior sintonia nas relações e favorece momentos leves. Use sua presença para estimular boas experiências com quem está ao redor. Apenas tenha cuidado para não colocar somente os próprios desejos no centro das decisões ou demonstrar insensibilidade diante das necessidades alheias.

♉ Touro (21/04 a 20/05)

O sábado favorece a convivência com amigos e estimula a criatividade. Nas decisões coletivas, procure soluções capazes de beneficiar todos os envolvidos. Assuntos financeiros exigem atenção para evitar que diferenças de opinião acabem provocando atritos.

♊ Gêmeos (21/05 a 20/06)

Boas oportunidades podem surgir ao seu redor. Evite gastar energia com preocupações repetitivas ou conversas que não avançam. No trabalho e nos projetos pessoais, organização e clareza nas informações serão importantes para aproveitar melhor o momento.

♋ Câncer (21/06 a 22/07)

Flexibilidade será importante nos relacionamentos neste sábado. Escute antes de tirar conclusões e procure reconhecer também o valor do próprio esforço. Uma postura madura pode ajudar a alinhar expectativas e evitar desentendimentos com pessoas próximas.

♌ Leão (23/07 a 22/08)

Conversas estimulantes, novas ideias e aprendizados ganham espaço. É um bom momento para compartilhar conhecimentos e ouvir perspectivas diferentes. Apenas evite transformar divergências de opinião em disputas desnecessárias.

♍ Virgem (23/08 a 22/09)

O sábado favorece uma revisão dos gastos e daqueles pequenos hábitos da rotina que podem estar consumindo recursos sem necessidade. Nas relações pessoais, demonstre afeto, mas evite assumir compromissos financeiros ou tomar decisões importantes por impulso.

♎ Libra (23/09 a 22/10)

A confiança pessoal ganha força e pode ajudar você a defender objetivos e colocar planos em movimento. No amor, equilíbrio será fundamental. Evite disputas por controle ou espaço e valorize relações nas quais exista respeito pela individualidade.

♏ Escorpião (23/10 a 21/11)

A proximidade emocional tende a aumentar, mas será importante respeitar seus próprios limites físicos e mentais. Liderança e capacidade de decisão estarão em evidência. Use essas características com equilíbrio e avalie as consequências antes de fazer escolhas.

♐ Sagitário (22/11 a 21/12)

Planos para o futuro e ideias mais ousadas ganham força. Confie na percepção sobre os próximos passos, mas transforme entusiasmo em planejamento. Organizar datas, prioridades e prazos pode evitar dispersão e ajudar os projetos a avançarem.

♑ Capricórnio (22/12 a 20/01)

Não permita que o receio do julgamento alheio impeça você de colocar boas ideias em prática. Concentre energia no que realmente importa. O sábado também favorece a revisão das despesas e a divisão de responsabilidades que não precisam ficar somente sob seu controle.

♒ Aquário (21/01 a 19/02)

Parcerias sinceras e produtivas ganham destaque. Aproveite o sábado para perceber quais conversas e relações realmente acrescentam algo à sua vida. Encerrar discussões improdutivas pode abrir espaço para novas trocas e projetos mais interessantes.

♓ Peixes (20/02 a 20/03)

O momento favorece a resolução tranquila de tarefas e pendências. Evite deixar para depois aquilo que pode ser concluído agora. No amor e nas amizades, valorize o acolhimento e a proximidade sem abrir mão da sua independência.

Arrecadar mais não resolve o descontrole dos gastos públicos

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FOTO Notisul

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O Brasil vive uma contradição que deveria ocupar o centro do debate econômico. A arrecadação federal alcança valores elevados, mas o governo continua enfrentando dificuldades para financiar despesas e cumprir as próprias regras fiscais. Se entra mais dinheiro e ainda assim falta espaço no Orçamento, é necessário discutir não apenas quanto o Estado arrecada, mas principalmente quanto, onde e como gasta.

Uma nota técnica da Consultoria de Orçamento do Senado Federal ajuda a dimensionar o problema em 2026. A análise aponta uma insuficiência de R$ 105,5 bilhões para cobrir o conjunto de despesas não obrigatórias considerado no estudo.

São R$ 330,9 bilhões em compromissos diante de um limite de desembolso de R$ 225,4 bilhões. A diferença corresponde a 31,9% do montante analisado.

O número é expressivo por si só. Torna-se ainda mais relevante quando observado ao lado de uma arrecadação federal elevada.

O contribuinte não pode ser sempre a solução

Quando as contas públicas ficam pressionadas, aumentar receitas costuma aparecer como uma das primeiras alternativas.

Na prática, porém, receita pública não surge espontaneamente. Ela vem da sociedade.

Impostos sobre consumo chegam às famílias por meio dos preços. Tributos sobre empresas afetam custos, investimentos e competitividade. Impostos sobre renda reduzem a parcela dos recursos que permanece com trabalhadores e empreendedores.

Mesmo quando determinado tributo é formalmente pago por uma empresa, parte do custo pode ser incorporada aos preços, reduzir margens ou limitar investimentos.

Por isso, comemorar recordes de arrecadação sem discutir a qualidade do gasto público apresenta apenas metade da equação.

Para o Estado, arrecadação é receita. Para quem produz, trabalha e consome, é dinheiro retirado da economia privada para financiar as funções públicas.

A questão fundamental é saber se esses recursos estão sendo utilizados com eficiência.

Mais receita não substitui controle das despesas

Nenhum país administra suas contas públicas apenas aumentando receitas indefinidamente.

Existe um limite econômico para a capacidade de transferir recursos de famílias e empresas para o Estado sem produzir consequências.

Quanto maior a carga sobre a atividade econômica, maior pode ser o impacto sobre consumo, investimento, contratação e competitividade.

O equilíbrio fiscal sustentável exige atuação também sobre o outro lado da conta: a despesa.

Isso significa avaliar programas, eliminar desperdícios, estabelecer prioridades, revisar estruturas ineficientes e medir resultados.

Controle de gastos não significa simplesmente cortar serviços essenciais.

Ao contrário. Uma administração eficiente deveria justamente proteger Saúde, Educação, Segurança e investimentos relevantes, reduzindo despesas de menor retorno social e melhorando a produtividade do dinheiro público.

R$ 105,5 bilhões revelam um problema estrutural

A insuficiência apontada pela Consultoria do Senado não pode ser interpretada como simples falta de arrecadação.

Grande parte do Orçamento brasileiro está comprometida com despesas obrigatórias.

Previdência, pessoal, benefícios e outras obrigações determinadas pela Constituição ou pela legislação reduzem a capacidade de administração dos recursos.

Quando essas despesas crescem, sobra menos espaço para investimentos e custeio.

O resultado é paradoxal: o Estado pode arrecadar mais e continuar com dificuldade para financiar aquilo que não está protegido por regras de execução obrigatória.

É nesse ponto que o debate sobre responsabilidade fiscal precisa superar a discussão simplificada entre “arrecadar mais” ou “gastar menos”.

O Brasil precisa gastar melhor.

Empresas também pagam a conta da incerteza fiscal

O impacto das contas públicas não termina no pagamento dos impostos.

Empresas precisam decidir se ampliam fábricas, contratam trabalhadores, compram equipamentos ou desenvolvem novos projetos olhando também para as condições econômicas futuras.

Quando cresce a percepção de risco fiscal, aumenta a incerteza.

E uma economia com incerteza elevada tende a exigir juros maiores para compensar riscos.

Juros altos encarecem crédito imobiliário, financiamento de veículos, capital de giro e investimentos empresariais.

Assim, o desequilíbrio das contas públicas pode chegar à população por diferentes caminhos: tributação, inflação, juros, menor investimento e crescimento econômico mais fraco.

Para Santa Catarina, onde pequenas e médias empresas têm presença relevante na economia, esse ambiente também importa.

Indústria, comércio, serviços e agronegócio dependem de crédito, previsibilidade e capacidade de investimento.

Emendas e fundos também precisam fazer parte do debate

O Orçamento de 2026 prevê aproximadamente R$ 61 bilhões relacionados a emendas parlamentares.

Há ainda quase R$ 5 bilhões destinados ao Fundo Eleitoral, além dos recursos do Fundo Partidário.

Essas despesas seguem regras próprias. Parte das emendas possui execução obrigatória e financia serviços e investimentos importantes nos municípios.

Seria tecnicamente incorreto afirmar que bastaria cancelar essas rubricas para resolver automaticamente a insuficiência apontada pelo Senado.

Isso não significa, contudo, que devam ficar fora do debate sobre prioridades.

Em um cenário de restrição fiscal, todo gasto público precisa ser submetido a critérios de transparência, necessidade, eficiência e resultado.

Essa cobrança deve valer para ministérios, Congresso, Judiciário, fundos públicos, empresas estatais e qualquer estrutura financiada pelo contribuinte.

Responsabilidade fiscal não deveria depender de quem controla determinada parcela do Orçamento.

A saída não pode ser simplesmente criar outra receita

Há uma tentação recorrente no poder público: diante de uma despesa crescente, buscar uma nova fonte de arrecadação.

O problema dessa lógica é que ela posterga reformas.

Se cada aumento permanente de gasto for acompanhado por uma tentativa de arrecadar mais, o Estado não recebe incentivo suficiente para revisar suas próprias despesas.

A sociedade, por outro lado, enfrenta uma transferência crescente de recursos para sustentar uma estrutura que também precisa demonstrar eficiência.

Uma política fiscal equilibrada exige escolhas.

Nem todo programa precisa continuar indefinidamente. Nem toda estrutura precisa crescer. Nem toda despesa aprovada no passado precisa permanecer intocável no futuro.

Governar também significa estabelecer prioridades.

O debate precisa começar pelo resultado entregue à sociedade

A discussão sobre contas públicas frequentemente se transforma em uma disputa de números bilionários que parecem distantes da vida cotidiana.

Mas a pergunta pode ser muito mais simples.

Quanto o cidadão entrega ao Estado e o que recebe em troca?

Uma sociedade pode aceitar financiar serviços públicos robustos quando percebe qualidade, eficiência e resultados.

O problema aparece quando a arrecadação cresce, a carga permanece elevada e, mesmo assim, faltam recursos para investimentos e serviços considerados prioritários.

Os R$ 105,5 bilhões apontados pela Consultoria de Orçamento do Senado deveriam servir como alerta.

O Brasil não pode depender permanentemente de arrecadar mais para acomodar despesas crescentes.

Antes de buscar novamente o bolso do contribuinte, o poder público precisa demonstrar que fez dentro de casa aquilo que exige de qualquer família ou empresa: estabelecer prioridades, eliminar desperdícios, controlar despesas e gastar dentro de limites sustentáveis.

Responsabilidade fiscal não é uma defesa de menos Estado ou de mais Estado.

É a exigência de que o Estado consiga financiar suas responsabilidades sem transformar trabalhadores, consumidores e empresas em uma fonte aparentemente inesgotável de recursos.

Por que faltam R$ 105,5 bilhões para despesas no Orçamento de 2026?

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FOTO Mídias Sociais Reprodução Notisul

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Uma diferença de R$ 105,5 bilhões entre despesas não obrigatórias e o limite disponível para desembolsos pressiona a execução do Orçamento federal em 2026. O cálculo consta de nota técnica da Consultoria de Orçamento do Senado Federal e ajuda a explicar por que ministérios enfrentam restrições mesmo em um período de arrecadação elevada.

A conta considera R$ 330,9 bilhões em compromissos. São R$ 226,3 bilhões referentes ao orçamento anual e cerca de R$ 104 bilhões em restos a pagar, nome dado a despesas assumidas em exercícios anteriores e transferidas para pagamento nos anos seguintes.

O limite de desembolso considerado é de R$ 225,4 bilhões. Isso deixa R$ 105,5 bilhões sem cobertura dentro do montante analisado, o equivalente a 31,9%.

A restrição recai sobre uma parcela importante para o funcionamento do governo: as chamadas despesas discricionárias.

O que são despesas discricionárias?

Diferentemente dos gastos obrigatórios, as despesas discricionárias são aquelas nas quais existe maior margem de decisão sobre a execução.

É com esses recursos que o governo financia parte dos investimentos, manutenção de órgãos, funcionamento de serviços, obras e diferentes programas dos ministérios.

Do outro lado estão as despesas obrigatórias.

Benefícios previdenciários, salários e outras obrigações determinadas pela Constituição ou pela legislação não podem ser reduzidos livremente quando o governo precisa adequar as contas às regras fiscais.

Na prática, quanto maior o peso das despesas obrigatórias, menor fica a parcela disponível para ajustes.

É sobre essa fatia mais flexível que bloqueios, contingenciamentos e limites de pagamento tendem a exercer maior pressão.

Como pode faltar dinheiro com arrecadação em alta?

A aparente contradição entre arrecadação elevada e falta de espaço no Orçamento está relacionada à forma como as despesas públicas estão estruturadas.

A União pode arrecadar mais e, ao mesmo tempo, continuar com pouca margem para ampliar investimentos e custeio.

Isso ocorre porque uma parcela expressiva da receita já está comprometida com obrigações existentes.

Algumas despesas também crescem automaticamente por estarem relacionadas à inflação, ao salário mínimo ou a regras constitucionais e legais.

Há ainda os compromissos acumulados de exercícios anteriores.

No cálculo apresentado pela Consultoria do Senado, aproximadamente R$ 104 bilhões correspondem justamente a restos a pagar.

Assim, o crescimento da arrecadação não significa que toda receita adicional esteja disponível para novas despesas.

Saúde, Educação e Cidades sentem pressão sobre orçamento

A limitação ganha impacto direto sobre a administração pública porque ministérios com grandes estruturas e programas nacionais dependem de despesas discricionárias para executar parte das políticas.

Saúde, Educação e Cidades estão entre as pastas apontadas como mais afetadas pelas restrições.

Isso não significa que os recursos dessas áreas tenham sido integralmente bloqueados.

Também não significa que despesas obrigatórias, pisos constitucionais ou transferências protegidas por regras específicas deixem automaticamente de ser pagas.

A pressão ocorre sobre a parcela do orçamento sujeita à programação financeira do governo.

O Ministério do Planejamento e Orçamento informou que os limites e bloqueios não são necessariamente definitivos. Os valores podem ser alterados conforme as revisões das receitas e despesas realizadas durante o ano.

O que Santa Catarina tem a ver com a restrição?

Embora o problema esteja nas contas da União, a execução do Orçamento federal alcança todas as regiões brasileiras.

Santa Catarina recebe recursos da União por meio de programas, transferências, convênios, obras e investimentos executados pelos ministérios.

Municípios catarinenses também dependem de diferentes repasses federais para complementar políticas públicas.

Por isso, restrições nas despesas discricionárias podem afetar o ritmo de determinadas ações nos estados.

Não é possível, porém, concluir que Santa Catarina perderá uma parcela específica dos R$ 105,5 bilhões.

O efeito precisa ser identificado conforme cada programa, ministério e modalidade de transferência.

Emendas parlamentares somam cerca de R$ 61 bilhões

Outro componente que chama atenção no Orçamento de 2026 é o volume destinado às emendas parlamentares.

O montante relacionado a essas programações chega a aproximadamente R$ 61 bilhões.

As emendas impositivas representam cerca de R$ 37,8 bilhões. Dentro desse grupo, aproximadamente R$ 26,6 bilhões correspondem às emendas individuais de deputados e senadores e R$ 11,2 bilhões às bancadas estaduais.

As emendas de comissão somam outros R$ 12,1 bilhões.

Há ainda cerca de R$ 11,1 bilhões relacionados a outras programações e projetos incorporados às despesas.

Emendas parlamentares podem financiar investimentos, equipamentos, obras e serviços nos estados e municípios.

Parte delas possui execução obrigatória por determinação constitucional. Portanto, não se trata simplesmente de retirar R$ 61 bilhões das emendas para cobrir a insuficiência de R$ 105,5 bilhões.

A comparação ajuda, entretanto, a mostrar como diferentes parcelas do Orçamento possuem graus distintos de proteção e flexibilidade.

Fundo Eleitoral chega a quase R$ 5 bilhões

O Fundo Especial de Financiamento de Campanha também integra as despesas previstas para 2026, ano de eleições gerais no Brasil.

O montante reservado é de aproximadamente R$ 4,96 bilhões.

O dinheiro é destinado ao financiamento das campanhas eleitorais e distribuído aos partidos conforme critérios estabelecidos pela legislação.

Existe ainda o Fundo Partidário, utilizado para financiar as atividades regulares das legendas.

Somados, os dois mecanismos representam mais de R$ 6 bilhões em financiamento público destinado ao sistema político-partidário no ano eleitoral.

Assim como ocorre com as emendas, são despesas submetidas a regras próprias. A existência desses recursos não significa que eles possam ser automaticamente transferidos para Saúde, Educação ou outras áreas.

Problema revela rigidez do Orçamento brasileiro

Mais do que uma simples diferença entre receitas e despesas, os R$ 105,5 bilhões apontados pela Consultoria do Senado revelam a dificuldade do governo em administrar uma parcela cada vez mais restrita do Orçamento.

Quando despesas obrigatórias aumentam, o ajuste necessário para respeitar os limites fiscais fica concentrado nos gastos sobre os quais existe maior liberdade de decisão.

É justamente nessa parcela que estão muitos investimentos e despesas necessárias ao funcionamento cotidiano dos ministérios.

O cenário ainda pode mudar ao longo de 2026.

Revisões da arrecadação, comportamento das despesas e novas avaliações fiscais podem permitir liberação ou exigir novas restrições.

Para estados como Santa Catarina, o impacto concreto dependerá de quais programas e investimentos federais terão recursos efetivamente disponibilizados até o fim do exercício.

Os números do Orçamento de 2026

Despesas consideradas pela análise: R$ 330,9 bilhões

Orçamento do exercício: R$ 226,3 bilhões

Restos a pagar: cerca de R$ 104 bilhões

Limite disponível para desembolso: R$ 225,4 bilhões

Insuficiência apontada: R$ 105,5 bilhões

Percentual sem cobertura: 31,9%

Emendas parlamentares: aproximadamente R$ 61 bilhões

Emendas impositivas: R$ 37,8 bilhões

Emendas individuais: R$ 26,6 bilhões

Emendas de bancada: R$ 11,2 bilhões

Emendas de comissão: R$ 12,1 bilhões

Fundo Eleitoral: aproximadamente R$ 4,96 bilhões

Fetran SC leva seletiva regional a Capivari de Baixo em agosto

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O Sul de Santa Catarina será uma das regiões a receber as seletivas do Festival Estudantil Temático de Trânsito (Fetran-SC) 2026. A etapa regional está marcada para 27 de agosto, no Teatro Parque Diamante, em Capivari de Baixo, reunindo trabalhos que usam o teatro para abordar educação e segurança no trânsito.

A edição deste ano recebeu 69 peças inscritas em Santa Catarina. Promovido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pelo Departamento Estadual de Trânsito de Santa Catarina (Detran/SC), o projeto ampliou o alcance e passou a contemplar escolas de todo o Estado.

As primeiras seletivas começam na próxima semana. Os grupos classificados nas etapas regionais avançam para a final estadual, prevista para novembro, em Florianópolis.

Fetran SC em Capivari de Baixo
ARTE Divulgação Notisul

Capivari de Baixo recebe etapa do Sul catarinense

A presença de Capivari de Baixo no calendário coloca o Sul catarinense entre as regiões que receberão presencialmente as apresentações do Fetran SC 2026.

A seletiva regional será realizada no Teatro Parque Diamante, no dia 27 de agosto.

Participam do festival escolas públicas municipais e estaduais, instituições privadas e unidades de educação especial.

As peças são divididas em quatro categorias: Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Educação Especial.

Além do Sul, o cronograma contempla etapas na Grande Florianópolis, Vale do Itajaí, Norte, Extremo Oeste, Meio Oeste e Serra.

Teatro aproxima estudantes da educação para o trânsito

Criado pela PRF em Mato Grosso, em 2004, o Fetran utiliza apresentações teatrais para trabalhar temas relacionados à segurança no trânsito com crianças e adolescentes.

Em Santa Catarina, a iniciativa é realizada em parceria entre PRF e Detran/SC e conta com apoio de instituições ligadas à educação e à cultura.

Para o presidente do Detran/SC, Ricardo Miranda Aversa, as 69 inscrições demonstram o envolvimento das escolas com a proposta.

“Desde o início, acreditamos no potencial do Fetran para transformar a educação para o trânsito por meio do teatro”,

afirma.

Segundo Aversa, a expansão permite levar o projeto às diferentes regiões catarinenses e trabalhar a conscientização de crianças e jovens sobre comportamentos seguros no trânsito.

O superintendente da PRF em Santa Catarina, Manoel Fernandes Bittencourt, destaca que o teatro facilita a compreensão do tema pelo público mais jovem.

“Por meio da estética teatral, a complexidade das normas de trânsito se torna acessível ao público infantojuvenil”,

explica.

Final estadual será realizada em novembro

Depois das etapas regionais, os grupos classificados participarão da fase estadual do festival.

As seletivas da grande final estão previstas entre 9 e 12 de novembro, no Teatro Álvaro de Carvalho, em Florianópolis.

A cerimônia de premiação será realizada no dia 13 de novembro, no Teatro Governador Pedro Ivo, também na Capital.

Serviço — Seletiva Sul do Fetran SC 2026

O quê: Seletiva Sul do Festival Estudantil Temático de Trânsito
Quando: 27 de agosto de 2026
Onde: Teatro Parque Diamante
Cidade: Capivari de Baixo
Categorias: Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Educação Especial
Final estadual: de 9 a 13 de novembro, em Florianópolis

Cronograma estadual

17 a 21 de agosto: Grande Florianópolis — São José
27 de agosto: Sul — Capivari de Baixo
28 de agosto: premiação da Grande Florianópolis — Florianópolis
31 de agosto e 1º de setembro: Vale do Itajaí — Pomerode
17 e 18 de setembro: Norte — Mafra
28 de setembro: Extremo Oeste — São Miguel do Oeste
1º de outubro: Meio Oeste — Joaçaba
9 de outubro: Serra — Lages
9 a 12 de novembro: seletivas da grande final — Florianópolis
13 de novembro: premiação estadual — Florianópolis

PM atende 136 ocorrências em 24 horas na região de Tubarão

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FOTO PCSC Divulgação Notisul

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A Polícia Militar atendeu 136 ocorrências em um período de 24 horas na área do 8º Comando Regional, com sede em Tubarão. Entre os atendimentos, três foram destacados pela corporação e resultaram na prisão de quatro pessoas.

Os casos divulgados pela PM ocorreram em Tubarão e São Ludgero na sexta-feira (14). As ocorrências envolveram suspeita de furto qualificado, tráfico de drogas e cumprimento de mandado de prisão.

Furto termina com prisão no bairro Aeroporto

Em Tubarão, um homem de 39 anos foi preso por suspeita de furto qualificado mediante rompimento de obstáculo e escalada.

A ocorrência foi registrada no bairro Aeroporto. Conforme a Polícia Militar, a vítima informou aos policiais a direção seguida pelo suspeito durante a fuga.

O homem foi localizado com fios de energia elétrica, ferramentas e um par de tênis que, segundo a PM, foi reconhecido pela vítima como de sua propriedade. Objetos de alumínio também foram encontrados.

O suspeito foi levado à Delegacia de Polícia Civil. A vítima e os materiais apreendidos também foram encaminhados para os procedimentos relacionados à ocorrência.

Drogas são apreendidas em Tubarão

No bairro São João Margem Esquerda, um homem de 20 anos e uma mulher de 25 foram presos por suspeita de tráfico de drogas.

Durante a abordagem, os policiais apreenderam 117,9 gramas de maconha, além de 0,9 grama de cocaína e 0,9 grama de haxixe.

As buscas continuaram em uma residência. No imóvel, conforme a PM, foram encontrados outros 815 gramas de maconha, 14,7 gramas de cocaína e 1,8 grama de haxixe, além de uma balança.

Considerando as quantidades informadas no boletim, as apreensões somaram 932,9 gramas de maconha, 15,6 gramas de cocaína e 2,7 gramas de haxixe.

Os dois envolvidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil.

A Polícia Militar informou ainda que havia uma criança no local. Por esse motivo, o Conselho Tutelar foi acionado.

Mandado de prisão é cumprido em São Ludgero

A terceira ocorrência destacada pela Polícia Militar aconteceu no bairro Encosta do Sol, em São Ludgero.

Um homem de 36 anos foi abordado e preso em cumprimento a um mandado de prisão. Segundo a corporação, os policiais encontraram com ele uma porção de cocaína e outra de crack.

Durante o cumprimento de um mandado de busca na residência, a PM também encontrou maconha.

O homem e os materiais apreendidos foram levados à Delegacia de Polícia Civil.

Balanço das ocorrências

Total de ocorrências atendidas: 136
Ocorrências consideradas relevantes pela PM: 3
Pessoas presas nos três casos: 4
Cidades dos casos destacados: Tubarão e São Ludgero

Deslizamento ameaça residências e provoca evacuação em Braço do Norte

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FOTO CBMSC Divulgação Notisul

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Um deslizamento de terra levou à evacuação preventiva de três residências no bairro Floresta, em Braço do Norte. A ocorrência foi atendida pelo Corpo de Bombeiros Militar às 11h13 de quarta-feira (13), na Rua Teodoro Nazário Corrêa.

Segundo o 8º Batalhão de Bombeiros Militar, o deslizamento comprometeu um muro pertencente a um estabelecimento comercial. Havia risco potencial de o problema atingir três casas localizadas em um mesmo terreno nas proximidades.

Bombeiros identificaram risco potencial para imóveis

A guarnição do ABTR-216 foi acionada para avaliar a situação. No local, os bombeiros dimensionaram a ocorrência e fizeram uma análise inicial dos riscos.

Durante a avaliação, foi constatado risco potencial para as edificações e seus ocupantes. Como medida preventiva, os bombeiros orientaram a evacuação das três residências.

As famílias que estavam nos imóveis deixaram o local. O proprietário do estabelecimento comercial também foi orientado a sair da área afetada.

A medida buscou preservar a segurança das pessoas enquanto a situação do terreno e das estruturas era avaliada.

Área foi isolada e Defesa Civil acionada

Além da retirada preventiva dos moradores, os bombeiros isolaram a área considerada de risco. O acesso ao trecho afetado e às proximidades ficou restrito para impedir a entrada de moradores e outras pessoas.

A Defesa Civil de Braço do Norte foi acionada e enviou uma equipe ao endereço. Após a avaliação do órgão municipal, a ocorrência ficou sob acompanhamento da Defesa Civil para as providências necessárias.

Atuaram no atendimento o Corpo de Bombeiros Militar de Braço do Norte, com o ABTR-216, e a Defesa Civil Municipal.

Serviço

Local: Rua Teodoro Nazário Corrêa, bairro Floresta, Braço do Norte
Data: 13 de agosto de 2025
Horário do atendimento: 11h13
Ocorrência: deslizamento de terra com risco potencial
Órgãos envolvidos: Corpo de Bombeiros Militar e Defesa Civil de Braço do Norte