domingo, 31 maio , 2026
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Rodovia Serramar: Projeto do trecho de Tubarão é elaborado

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Tubarão

O fim de semana, apesar da chuva de ontem, registrou temperaturas mais altas. Este foi um dos motivos que levaram muitas pessoas a procurar as praias da região. Com a pavimentação asfáltica da estrada do Camacho, entre o centro de Jaguaruna e o balneário Camacho, facilitou e muito o trânsito.

E outras possibilidades de acesso devem tornar-se realidade. E não é apenas a pavimentação da SC-100, a Interpraias, entre a balsa, em Laguna, e o Camacho, com ramal para o Farol de Santa Marta, que será licitada nesta sexta-feira. A rodovia Serramar, como o próprio nome diz, ligará o litoral à serra, e precisa ser pavimentada em dois pontos: de Pedras Grandes a Orleans (a SC-440, que já conta com projeto) e de Tubarão a Laguna (a rodovia Ageu Medeiros).

O projeto de pavimentação da Ageu Medeiros está em elaboração. “Serão de 12 a 14 quilômetros. A intenção é que a rodovia comece na avenida Marcolino Martins Cabral (próximo à Apae) e vá até a divisa com Laguna. O trecho da Marcolino até a frente da sede campestre da Associação dos Funcionários da Prefeitura está pavimentada, mas terá modificações. A ideia é que, além da pista para os veículos, também tenha uma ciclovia”, revela o secretário de planejamento da prefeitura, Edvan Nunes.

O levantamento topográfico está concluído e agora será feita a parte geográfica, para então montar as maquetes. “Sem isso, não temos como estimar os gastos. Mas já sabemos que o investimento será alto e teremos que buscar parcerias. Esta obra é importante, porque é mais uma opção para chegar às praias e incrementará o turismo”, observa Edvan.

Há a possibilidade da prefeitura incluir esta obra, assim como as das pontes (do centro, Guarda e Capivari de Baixo), além da pavimentação de outras ruas e da dragagem da margem direita no chamado Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2. “Estamos na expectativa. As informações que temos é que esta nova linha de financiamento será mais ampla e poderemos buscar mais recursos”, afirma Edvan.

Livro: Histórias de família

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Amanda Menger
Tubarão

Mais de dois anos de pesquisa, muitas entrevistas e quilômetros percorridos. Assim pode ser descrita a trajetória da fotógrafa Juliana Falchetti para escrever o livro Da pedra bruta ao trabalho precioso: historietas e causos de Delirio Falchetti. A publicação será lançada na quinta-feira da próxima semana, em Tubarão, às 20 horas, no Clube 29 de Junho. Ao relembrar a história do empresário Delírio Falchetti, conta-se também a história de Tubarão.

“A ideia surgiu após uma conversa com meu pai, Olavio. Segundo muitos, meu avô e sua vida não podiam perder-se no tempo. Comecei as pesquisas sobre sua vida, trabalho, família e amigos em fevereiro de 2007”, conta Juliana.

Juliana contou com o apoio do pai para encontrar fotos e outros documentos, já que muita coisa perdeu-se na enchente de 1974. O livro não tem fins lucrativos e será doado aos familiares, amigos, escolas públicas, universidades e outras instituições educativas da região.

Incêndio: Homem morre dentro de casa

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Gravatal

Um homem de 51 anos morreu no início da manhã de ontem, na localidade da Várzea das Canoas, em Gravatal. José Rodrigues Plácido chegou de uma festa por volta das 3 horas e foi dormir. Às 5 horas, a irmã da vítima, Elisete Plácido, observou que a residência estava em chamas. Os primeiros focos de fumaça logo se espalharam para o restante da residência de madeira.

“O fogo consumiu toda a casa em pouco tempo. Não deu tempo de salvar o homem, que provavelmente estava dormindo”, detalha um bombeiro que atendeu a ocorrência.
Segundo informações extraoficiais, José Rodrigues morava sozinho. A perícia técnica ainda não determinou as causas do incêndio, que, segundo os bombeiros, pode ter sido ocasionado por um curto-circuito.

Os bombeiros de Tubarão levaram cerca de 30 minutos para conter o fogo. O Instituto Geral de Perícias (IGP) foi acionado e recolheu o corpo.

Projeto: Unisul lança oficialmente vinho

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Braço do Norte

Com o projeto Formação do Turismo Enogastronômico, promovido pela Unisul, o Vale do Braço do Norte poderá ser lembrado no futuro como produtor de vinho. Na última semana, o reitor Ailton Nazareno Soares apresentou o vinho resultado de oito anos de pesquisa, em uma parceria com a vinícola experimental da Epagri de Urussanga.

O projeto, iniciado em 2001, ganhou força com a cooperação de técnicos de Vêneto, interior da Itália. Eles doaram duas mil mudas de 20 espécies de uvas. A cortese, de colheita precoce, demonstrou melhor adaptação.

O reitor defendeu a continuidade do projeto. “Fui taxado de louco. Vinho em Braço do Norte era considerado um absurdo. Com investimentos em pesquisa científica, é possível alcançar resultados e contribuir com o desenvolvimento regional”, enfatiza Ailton.

“As uvas cortese são provenientes do vinhedo da unidade da Unisul em Braço do Norte. Já a produção do vinho, foi feita na vinícola experimental da Epagri de Urussanga”, relata o responsável técnico pelo projeto, o engenheiro agrônomo Juliano Cesconeto.
Outros tipos de uvas são avaliadas e o objetivo da pesquisa é testar a capacidade de produção e a possibilidade de uma atividade rentável aos produtores da região.

“Trabalho tem. Falta quem queira trabalhar”

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Amanda Menger
Tubarão

Notisul – A construção civil é um setor em expansão na região?
Sylvio
– O cenário da construção civil não só em Tubarão, mas no estado, e no país afora, é bom, principalmente com o programa Minha Casa, Minha Vida. Inclusive, devido a este programa, está faltando mão-de-obra. A região atravessa uma fase muito boa com a obra de duplicação da BR-101, do Aeroporto Regional Sul, dos portos. Estas obras fazem parte da construção civil e do crescimento da região. A dificuldade das empresas ligadas ao Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) é a mão-de-obra qualificada, está em falta. Trabalho tem, falta gente que queira trabalhar.

Notisul – Quantas empresas estão filiadas ao Sinduscon?
Sylvio
– São 18 construtoras de Tubarão. Nós estamos mudando o estatuto com apoio da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) para expandir para a Amurel. Com isso, pode até triplicar o número de empresas. Braço do Norte tem sete, oito construtoras, Gravatal tem mais duas, Jaguaruna mais três. Estas são empresas que nós conhecemos porque participam das concorrências públicas nas licitações do estado e dos municípios, fora construtoras de outros municípios.

Notisul – A construção civil tem crescido de forma geral, ou a parte residencial cresce mais do que as obras públicas?
Sylvio
– As obras públicas do estado sempre ocorreram. Em Tubarão, eu vejo que o governo do estado deixou um pouco a desejar, outros governos investiram mais. Na parte de obras públicas, está um pouco parado. Na construção de empreendimentos de incorporação, Tubarão cresceu 100%. Antes, tinham poucas construtoras que faziam incorporação. Hoje, tem mais de 20 empreendimentos em andamento. Antes, eram cinco, seis. Você pode andar pela Vila Moema, Centro, Dehon, por todos os lados tem construção civil e empreendimentos grandes, com mais de dez pavimentos.

Notisul – Tem se falado que este ano é atípico, com problemas financeiros decorrentes da crise mundial, das enchentes, da gripe A. Os prefeitos têm reclamado muito. As medidas tomadas pelo governo federal, com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de materiais de construção e o lançamento do programa Minha Casa, Minha Vida evitaram que a crise chegasse aos canteiros de obras?
Sylvio
– A redução do IPI foi importante e o programa Minha Casa, Minha Vida também. Porque a classe C tem hoje a possibilidade de adquirir o seu próprio imóvel neste programa. Para as prefeituras, ficou difícil para administrar, porque tinham um custo e a redução do IPI refletiu nos repasses federais para os municípios. O prefeito Manoel Bertoncini (PSDB) está em início de governo, mas acredito que Tubarão poderia estar um pouco mais à frente. A prefeitura deveria investir mais em infraestrutura, para abrir mais a construção civil na cidade. Por que construir só na Vila Moema, no Centro e perto da Unisul? Por que não em Oficinas, no São João margem esquerda, no São Martinho, em Humaitá de Cima? São bairros mais afastados, mas ainda perto do centro, por que não investir lá? Para isso, precisa uma rua com esgoto, água, luz, calçada, tem que ter esse atrativo para o empreendedor ir lá comprar esse imóvel.

Notisul – O que pode ser feito para evitar esses loteamentos irregulares?
Sylvio
– O prefeito tomou uma decisão importante há alguns meses. O pessoal da Celesc e do Águas de Tubarão e mais o Conselho Municipal de Segurança propôs que para qualquer aprovação de projeto a pessoa tem que apresentar na prefeitura toda a documentação. Hoje, os loteadores têm que entregar aos compradores fossa, meio-fio, esgoto, energia elétrica e água.

Notisul – Qual é a tendência hoje da construção civil em Tubarão? Na Vila Moema e no Centro, os prédios são de alto padrão, realmente há mercado para isso?
Sylvio
– Mercado sempre existiu. Tu constróis e queres vender. Eu tiro pela minha empresa. Estou construindo hoje um prédio popular. O cliente que comprar e gostar do produto, quando eu lançar um outro empreendimento de padrão médio e ele tiver condições de comprar, dará o anterior de entrada e vai comprar um médio, daqui a pouco ele melhora o padrão de vida novamente e parte para um outro apartamento, com mais quartos, em outra localização. Com a concorrência, é preciso inovar. Há alguns anos, entregávamos o hall de entrada seco, hoje já é mobiliado. O público cobra isso e as construtoras observam. E o programa Minha Casa, Minha Vida, dará a possibilidade de mais pessoas terem a sua casa, seu apartamento.

Notisul – O fato de termos em Tubarão, na Unisul cursos de arquitetura e engenharia civil ajudou a melhorar o padrão das construções?
Sylvio
– Bota ajudar nisso! Há uns dez anos, nós tínhamos em Tubarão uns quatro engenheiros e dois arquitetos e você ficava preso a estes profissionais. Se eles investiam em suas carreiras, você tinha prédios cada vez mais bonitos, com novidades. Se eles ficassem quietos, a construção seria sempre quadrada, só ia mudar a pintura (risos), um era azul, outro amarelo (risos). Hoje, cada lançamento tem uma novidade. É um prédio redondo, com uma fachada cheia de detalhes, com cerâmicas diferenciadas, pintura com texturas.

Notisul – A maior parte dos materiais usados nas obras é daqui da região?
Sylvio
– Nós temos grandes grupos como a Cecrisa, a Itagres, a Eliane, a Portobello que atendem a construção de Tubarão. Não vou dizer que atendem 100%, tem empresas de São Paulo, tem porcelanato importado também. Hoje, a China tomou conta do mundo inteiro, não é só o vestuário. Eles têm grandes empresas de revestimento cerâmico, de tintas e produtos de qualidade. É uma briga boa. As empresas brasileiras terão que investir em maquinário, investimento para reduzir custos. Hoje, tem empresas de cerâmica que compram o produto da China e embalam no Brasil, com a marca brasileira, para ver que o produto tem qualidade e o custo é mais baixo. A lei trabalhista deles é um pouco complicada. Acho que no Brasil é preciso repensar isso também, porque a concorrência é grande.

Notisul – Como estão as negociações para a abertura da escola da construção civil?
Sylvio
– Essa é uma conquista muito bacana. Nós envolvemos muita gente. Não só do Sinduscon, mas de outros sindicatos, como os madeireiros, da cerâmica. Recebemos o apoio da Fiesc e, após uma reunião com eles, decidimos pela escola. Alguns me chamaram de louco. Mas todos vestiram a camisa. Conseguimos um terreno de 20 mil metros quadrados que já foi doado à Fiesc. Esta foi uma conquista que teve o apoio também do vereador Dionísio Bressan Lemos (PP) e do secretário de indústria e comércio de Tubarão, Estener Soratto Júnior. Aliás, Estener é uma grande revelação. Quando falaram que ele ia ser o secretário, não imaginava que ele ia fazer o que está fazendo hoje. Achei que seria mais um que pegaria um cargo político e não faria nada. Mas ele me surpreendeu, com boas ideias, pensa para frente. Aí apresentamos a ideia da escola para o prefeito e ele comprometeu-se em dar a infraestrutura para o terreno, já no ano que vem. E a Fiesc fará o projeto e a construção. Será uma escola com diversos cursos do Senai, de carpintaria, mecânica, cerâmica, hidráulica. A escola será próximo ao Estádio Domingos Silveira Gonzales. Esta será uma obra de uns 18 a 24 meses e irá desenvolver muito o bairro.

Notisul – Todas as áreas da construção civil têm dificuldade de encontrar profissional qualificado?
Sylvio
– A Unisul forma, todos os anos, engenheiros e arquitetos. Uma parte fica em Tubarão e outros saem. Essa parte técnica tem bons profissionais. Mas pedreiro, servente, carpinteiro, colocador de piso, encanador, eletricista é difícil. Hoje o meu colocador de piso trabalha para outras duas empresas também. Se as três empresas estão colocando piso, a coisa complica. Eu tenho que trazer mão-de-obra de Araranguá, de Arroio do Silva, de Florianópolis, para tocar obra em Tubarão.

Notisul – Em termos financeiros, é bom trabalhar na construção civil? Por que se tem aquela ideia de que a construção civil é a opção para aquele que não quis estudar…
Sylvio
– Nossa, eu tenho até vergonha de falar isso (pausa). A família da minha esposa é de professores, e eu comento muito lá em casa, que hoje, um bom pedreiro, um colocador de piso, ganha três vezes mais do que um professor. É uma pena a gente falar isso. Uma pessoa que não estudou ganha mais do que um professor. E o professor tem que estar sempre fazendo cursos de atualização, leva trabalho para casa, além de se incomodar com os pais de alunos, e o compromisso que ele tem perante a comunidade: de formar as crianças e ganhar o salário que ganha. Já falei para muitos colegas que trabalham em educação: vai fazer um cursinho técnico de colocador de piso. Tu vai ganhar mais, não vai ter que corrigir prova. Deu o fim do expediente e vai para casa descansar. Sabemos que a maioria dos trabalhadores da construção civil não tem uma escolaridade alta, por isso, queremos levá-los para a escola. Para que possam melhorar o seu trabalho e até ganhar mais. Tive uma reunião esta semana na Unisul, com a participação do secretário de indústria e comércio da prefeitura, e vamos ver como a universidade pode ajudar a qualificar a mão-de-obra da construção civil.

Notisul – Isso é importante, até porque a tecnologia também chega ao canteiro de obra…
Sylvio
– Com certeza, porque quando chega a novidade, ele não sabe usar. Às vezes, é só apertar um botão, mas tem que ler o manual de instruções. Muitos não sabem ler, e os que sabem leem e não entendem. É difícil ter que explicar tudo e isso toma tempo. Em obra, isso é fundamental. Esse é outro motivo para levá-los para a escola.

Sabe o que os astros guardam para você hoje?

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Áries (21/03 a 19/04)
O Sol passa a atuar no setor astrológico relacionado às transformações, aos negócios, às taxas, impostos e a tudo o que é compartilhado profundamente entre as pessoas e que leva a mudanças.

Touro ( 20/04 a 20/05)
No signo oposto à Touro, passa a transitar o Sol, reafirmando a importância dos relacionamentos. Questões emocionais, sexuais, financeiras e espirituais tornam-se mais importantes nos relacionamentos.

Gêmeos (21/05 a 21/06)
Percepção do que não está bem e precisa ser modificado. Mudanças ocorrerão ao longo das próximas semanas no trabalho e em relação à saúde. É preciso mudar hábitos e perceber como as emoções influenciam no corpo e na saúde.

Câncer (22/06 a 22/07)
O Sol passa a brilhar no setor amoroso dos cancerianos, indicando intensidade emocional e experiências afetivas transformadoras. Energia criativa, paixão, vitalidade. O poder está na conscientização dos sentimentos, na expressão da criatividade e na cura da criança interior.

Leão (23/07 a 22/08)
O regente leonino, o Sol, passa a se movimentar no signo de Escorpião, indicando um período de interiorização e de conscientização de comportamentos herdados da infância e das primeiras vivências emocionais.

Virgem (23/08 a 22/09)
Intuição. Percepção psicológica e emocional aguçada. Tendência à dificuldade de compartilhar o que pensa, a menos que sinta total confiança em alguém. Poder mental, que deve ser utilizado com sabedoria e ética.

Libra (23/09 a 22/10)
Percepção dos talentos que ainda não foram expressos adequadamente. Questões importantes envolvendo negócios, emoções e valores pessoais. Transformações estimuladas pelo contato intimo com pessoas que tenham valores distintos dos seus.

Escorpião (23/10 a 21/11)
O Sol inicia o movimento anual em seu signo, caracterizando um período em que você fica mais ciente de suas emoções e das questões essenciais que fazem parte da vida. Você está em um limiar entre um velho e um novo ciclo.

Sagitário (22/11 a 21/12)
Começa fase anual de fazer balanço dos últimos meses – você tem quatro semanas em media para reavaliar sua vida e seus propósitos essenciais. Forte intuição. Espiritualidade.

Capricórnio (22/12 a 19/01)
Energia que se volta para a transformação de questões emocionais e financeiras. Ênfase no que é obtido compartilhando recursos. Lidará com questões relativas a taxas, impostos, investimentos.

Aquário (20/01 a 18/02)
No alto da mandala aquariana passa a atuar o Sol, simbolo do poder de reestruturação dos seus objetivos, ambições e carreira profissional. Símbolo também das mudanças que serão importantes ao longo das próximas semanas.

Peixes (19/02 a 20/03)
Sonhos proféticos, conexão com instancias espirituais poderosas, clarividência e outros sentidos extras poderão emergir agora que o Sol trilha o magnético Escorpião, signo irmão do seu. Fé!

A pequena empresa

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No nosso singular regime de liberdade, somos capitalistas sob o ponto de vista econômico e liberais sob o ponto de vista político. Esta postura nos leva a sermos participantes inconscientes do confronto leonino com a ditadura global do modelo de produção da era tecnológica.

O artigo 170 da Constituição (Título VII – Da Ordem Econômica e Financeira) diz: “A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os seguintes princípios: (…) IX – tratamento favorecido para as empresas de pequeno porte constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no país”.

Na obra “Participação e Solidariedade: a Revolução do Terceiro Milênio II”, o professor Osvaldo Della Giustina aborda a questão da exclusão e da insegurança do modelo econômico da revolução tecnológica atual. Caminhamos para uma ruptura por falta de harmonia do homem com o universo, pois carecemos de conteúdo participativo.
E mais, restringe-se o acesso à atividade econômica e o cidadão não consegue ver a sua autorrealização através do trabalho, um processo nato dos indivíduos. Em busca de um novo sentido para o homem, através da massa de consciência que sobreviverá, o professor atenta para a necessidade da desconcentração econômica como estratégia e instrumento de ampliar o trabalho e a renda, permitindo o acesso de maior número à atividade econômica e a participação consequente em seus resultados.

Entre outras medidas sugeridas, no livro, para a correção do rumo, está “o apoio à criação e à viabilidade de pequenas e microempresas”. Partindo da Constituição e do pensamento do professor Della Giustina, deveríamos ter uma pequena empresa forte. Mas tal não acontece. O tratamento dado pelas autoridades a este segmento é de absoluta falta de sensibilidade. Além da carga tributária (5% a 8% do faturamento), não há a mínima consideração para particularidades.

Nos planos econômicos que resultam em restrição de vendas, ou mesmo parada completa, as coisas têm acontecido de forma absolutamente injusta. Cai o mercado, a escala despenca, faltam recursos, os juros e os custos aumentam, o crédito desaparece e a inadimplência assombra. Na sequência, as multas bancárias são debitadas, os impostos não podem ser pagos e as autuações (multas e juros) duplicam a dívida fiscal.

O capital do pequeno empresário é o seu trabalho poupado que acaba se esvaindo. Em seguida, vêm Cadin, Serasa, SPC, protestos de títulos com o consequente crédito arruinado, impedimento de operar com bancos estatais (Banco do Brasil e Caixa Econômica) e bancos de desenvolvimento. Está claro que não há como trabalhar. O pequeno empreendedor conduz seu trabalho para a clandestinidade, que é, de fato, o primeiro estágio do ilícito e o portal escancarado do crime.
Os que prezam pelos seus bons princípios encerram suas carreiras como empresários.

Arena Multiuso: 40% da obra será paga pelo município

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Amanda Menger
Tubarão

Com a finalização dos projetos de engenharia da Arena Multiuso de Tubarão, a expectativa é que o convênio entre a prefeitura e o governo do estado seja firmado em breve. As modificações feitas na estrutura reduziram os custos. O orçamento inicial era de R$ 16 milhões e foi reduzido para R$ 10 milhões. Em maio, o governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB) garantiu que o estado contribuirá com R$ 6 milhões. Já os outros R$ 4 milhões, deverão mesmo sair dos cofres do município.

“É possível que venham recursos do governo federal. Contudo, o mais provável é que façamos com recursos próprios. Tanto que o prefeito Manoel Bertoncini (PSDB) deu indicações para que os valores constem no orçamento do município para 2010. O estado vai dar a sua parte e o município correrá atrás para cobrir o restante. Esta obra é muito importante para o desenvolvimento do esporte e da cultura, sem contar no turismo de eventos”, revela o vice-prefeito Felippe Luiz Collaço, o Pepê (PP).
O projeto final da Arena deve ser protocolado em breve junto ao governo do estado.

Durante a apresentação da proposta, há dez dias, o secretário de desenvolvimento regional em Tubarão, Jairo Cascaes (DEM), disse que entregará o documento ao governador tão logo volte da Europa. É possível que isso ocorra durante a inauguração da estrada do Camacho, marcada para a próxima sexta-feira, às 11 horas. No mesmo evento, ele também lançará o edital de licitação para a pavimentação asfáltica da SC-100, a Interpraias (18 quilômetros entre a balsa em Laguna e o balneário Camacho, com um ramal para o Farol de Santa Marta).

O projeto
• O ginásio de esportes terá 3,5 mil lugares.
• O teatro terá espaço para acomodar mil pessoas e haverá ainda salas para exposições e oficinas culturais.
• Um dos diferenciais é a concha acústica retrátil. Poderá ser utilizada para eventos internos, usando o espaço da quadra esportiva e as arquibancadas, e externo, com o uso do estacionamento para acomodar o público.

Fosfateira: Liminar suspende a licença ambiental para instalação da IFC

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Zahyra Mattar
Tubarão

A licença ambiental prévia fornecida pela Fatma às multinacionais Bunge e Yara, proprietárias da Indústria de Fosfatados Catarinense (IFC), foi suspensa após a sentença à ação civil pública protocolada na justiça federal pela ONG Montanha Viva, de Anitápolis.

A IFC pretende explorar o fosfato por 33 anos em Anitápolis, na serra catarinense. Conforme a juíza federal substituta, Marjôrie Cristina Freiberger Ribeiro da Silvano, a Fatma deverá abster-se de expedir a autorização de supressão da vegetação, cujo pedido já havia sido feito pela IFC no dia 29 de setembro, no Ibama, em Brasília.

A empresa também não poderá iniciar as obras de instalação, conforme previa, até decisão final da ação. Ainda na sentença, a juíza deferiu outro pedido feito pela ONG: “a notificação dos municípios extremantes com vocação turística e dos que compõem a Bacia Hidrográfica do Rio Braço do Norte, para que, se quiserem, integrem o polo ativo da ação”, escreveu a magistrada.

Nesta condição, estão as cidades de Rancho Queimado, Águas Mornas, Braço do Norte, Grão-Pará, Rio Fortuna, Santa Rosa de Lima e São Ludgero. Os municípios ainda não se manifestaram a respeito, o que é esperado para breve. A IFC poderá contestar a decisão, mas não informou se fará isso.

Complexo lagunar: Agora é preciso agir!

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Amanda Menger
Laguna

A dragagem de um trecho do Rio Tubarão, a abertura de canais sob a ponte de Cabeçudas e a desobstrução do canal da barra em Laguna. Estas foram as prioridades levantadas na audiência pública sobre os problemas da Bacia Hidrográfica do Rio Tubarão e Complexo Lagunar. Dezenas de pessoas, lideranças comunitárias e políticas lotaram o Clube Congresso em Laguna, nesta sexta-feira, para discutir a situação.
Os problemas apontados não são novidade para a população da região e também já foram tema de diversos estudos de especialistas. Aliás, há diversas propostas, contudo, é preciso que o discurso vire prática.

“O ministro da pesca, Altemir Gregolin, comprometeu-se em conversar com o ministro de portos, Pedro Britos, sobre a abertura da barra, já que o canal está assoreado. Já os deputados e prefeitos, devem fazer pressão política para que sejam angariados recursos para a dragagem do Rio Tubarão e também para que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) antecipe as obras de abertura dos canais na ponte de Cabeçudas”, relata o deputado estadual Décio Góes, presidente da comissão de meio ambiente da assembleia legislativa.

O deputado conversou reservadamente com o secretário executivo do Comitê da Bacia, Francisco Beltrame. “Queremos que o comitê participe ativamente destas cobranças, para que as ações sejam efetivas. Tem que ter o envolvimento de todos para que as coisas ocorram”, avalia Décio. Outra reivindicação que os pescadores artesanais fizeram será discutida com o Ibama. “É que há dúvidas com relação à gestão da pesca. O Ibama ficou de emitir uma portaria para disciplinar a atividade, mas até agora nada. Cobraremos isso também”, assegurou o deputado. Mesmo com a ‘divisão de tarefas’, não foi estipulado nenhum prazo e nem definido um novo encontro.